Somos casados há dois anos, eu 33, ela 28 anos. Chamo-me Vander e minha esposa Bruna. De uns tempos pra cá começamos a ter fantasias durante a transa, onde imaginávamos um outro homem entrando no quarto e sem cerimônias começasse a transar com ela, e tanto ela quanto eu, percebíamos que a transa ganhava mais fervor e excitação. Na medida em que o tempo foi passando, essas fantasias foram ganhando mais imaginação, a ponto de um dia imaginarmos uma situação em que ela, amarrada e vendada na cama, dava para uma fila de 15 homens, todos de paus pra fora e duros e ela, em alguns momentos me perguntava: - Ai, quem é que está me comendo agora hem meu corninho? Eu adorava quando ela me chamava de corninho e ela percebeu isso e, sempre que fantasiávamos nossas transas ela me chamava de corninho para me deixar excitado.  Em abril fomos passar um feriado de fim-de-semana na casa de meu tio, em Pirenópolis/GO, 150 Km da capital onde moramos, Brasília. Trata-se de uma casa simples, mas bem aconchegante onde temos o costume de frequentar e nesse fim de semana só estava eu e minha esposa.


Chegamos, arrumamos nossas coisas, e logo fomos dar aquela transada gostosa, obviamente imaginando todas as nossas fantasias e por estar em Pirenópolis, nosso tesão aumentava ainda mais. Durante o dia, fomos visitar as cachoeiras existentes ao redor da cidade, e pra variar, voltamos com muito tesão, Nessa tarde, após retornarmos do passeio, fomos preparar um churrasquinho no quintal da casa quando, de repente toca a companhia. Era um rapaz, deveria ter uns 27 a 28 anos, pedindo auxilio, alegando que seu pneu havia furado, e também estava sem step. Além dele, havia mais um rapaz, também aparentando seus 28 anos, ambos muito bonitos, arrumados e bem educados. Eles falaram que acabavam de voltar de uma das cachoeiras e estavam muito cansados, e como nossa casa era caminho de volta, eles haviam parado para pedir ajuda. Aquela visita inesperada mexeu com minha imaginação e imediatamente imaginei os dois comendo minha esposa e comecei a ficar com um tesão danado. Os convidei para entrarem e tomar um pouco de água e logo os apresentei a minha esposa, a qual foi muito gentil com eles. Bruna trajava com um shortinho curtinho, e uma blusa curta bem soltinha e sem manga, pois devido ao calor, não conseguira colocar sutiã. Logo reparei que tanto eles quanto ela, haviam mudado um pouco seus semblantes. Então os convidei para o churrasquinho e umas cervejinhas e me coloquei a disposição deles para ajudá-los.


Após alguns minutos de papo, percebemos que se tratava de pessoas de bem e ficamos mais relaxados. Ofereci-me então para ajudar a tirar a roda com o pneu furado e o step, e no meu carro levá-los até um borracheiro. O outro rapaz disse que iria ficar para aproveitar e consertar uma lanterna do carro que estava com mau contato. No princípio fiquei um pouco receoso em deixar minha esposa com ele, mas, fiquei surpreso, pois ela insistiu para que eu fosse com o Marcos (dono do carro). No caminho, fui batendo papo com o Marcos, e ao mesmo tempo já muito excitado, imaginava a situação de minha esposa Bruna sozinha com o outro homem em casa. Consertamos os dois pneus e voltamos pra casa, já no início de noite, pois borracharia em feriado demora muito, e ao chegarmos, pude perceber o clima de intimidade que havia se instalado entre eles, pois ela a todo instante se virava pra mim e falava alguma coisa dele, o que ele fazia, de onde era, etc. Foi então que perguntei se eles estavam hospedados em Pirenópolis e para nossa surpresa, disseram que não, pois tinham vindo sem reservas e não conseguiram vagas em nenhum hotel ou pousada para ficarem e que retornariam para Goiânia ainda naquela noite. Nesta hora Bruna vira-se pra mim e pergunta: - Ô Bem, por que você não deixa eles dormirem no outro quarto, tem sofá e colchonete e eles se viram por lá, e amanhã pela manhã eles vão embora. Na hora, me passou um filme pela minha cabeça de tudo o que poderia acontecer, e sem pensar muito para não me arrepender, topei logo. Inicialmente, eles mostraram certa resistência, que iriam incomodar, que nós já havíamos feito muito por eles, etc. Aí foi minha vez de insistir, dizendo que eles estavam cansados, que tomassem um banho enquanto preparava mais churrasco e cervejas, e então no dia seguinte poderiam seguir viagem. Eles aceitaram o convite e foram se banhar. Olhei para minha esposa e percebi o brilho nos olhos dela e o quanto ela estava excitada e eu também, mas não falamos nada um com o outro e continuamos a preparar o churrasco.


Um pouco mais à noite, após muita cerveja, vinho e um bate-papo muito animado, um deles se virou e perguntou de que forma eles poderiam retribuir tamanha hospitalidade. Não sei como, mas aquela indagação parece ter disparado o coração de Bruna e o meu também, pois surgiu um pensamento cúmplice entre ela eu e, naquela hora, sabíamos o que queríamos. Uma vez mais, Leonardo (o outro rapaz) insiste: - Vocês podem pedir o que quiserem, nós fazemos questão.  Além de todo o clima de tesão já instalado na hora, estávamos todos um pouco altos devido à bebida, foi quando Bruna, já meio de fogo, exclamou: - Olha que eu peço em? E vocês vão ter que fazer. - Pode pedir, se tiver ao nosso alcance faremos - retrucou Marcos. Esta parece ter sido a senha final para a liberação de nossa fantasia, foi quando Bruna olhou em minha direção, e eu vendo que estava tudo tão próximo de ocorrer, fiz um sinal com a cabeça de aprovação. Com sua voz um pouco trêmula, ela suspirou fundo e emendou: - Eu e meu marido temos uma fantasia de transar com outros homens, mas nunca conseguimos realizá-la. Meu marido tem vontade de me ver sendo comida por várias caras ao mesmo tempo, ser usada por eles como uma putinha, fazer de tudo que der vontade, e ele só ficar olhando. Na hora, parece que isto os deixou meio atônitos, pois não esboçaram nenhuma reação no momento. Eu então tomei coragem, me virei e disse: - É isso mesmo e como vocês a deixaram muito excitada, ficarei muito grato e feliz em ver ela sendo possuída por vocês dois. Ao contrário da primeira reação, eles, com expressão de excitação, perguntaram se era sério mesmo e, para demonstrar que sim, abri o zíper do shortinho de minha esposa e o desci até os joelhos e perguntei se teriam coragem de dispensar uma mulher tão linda e excitada como ela. Imediatamente levantaram e começaram a acariciá-la, ao mesmo tempo em que ela acariciava seus membros, ainda sob a bermuda, e na maior cara de pau, ela vira pra mim e fala: - Agora benzinho, você vai ficar sentadinho ali bem quietinho que eu vou dar pros dois, tá! Vou ser a putinha deles, vou engolir muita porra. Aquilo parece ter botado mais fogo neles, pois rapidamente já estavam os dois nus e com as picas dura apontadas pra cima. Pude notar que a pica do marcos era muito grossa e cabeçuda e a de Leonardo um pouco mais curta, mas igualmente grossa e cabeçuda. Imediatamente ela se ajoelhou e ficou no centro das duas belas picas apontadas para o seu rostinho.  Que visão era aquela, ver minha esposa com duas varas nunca vistas antes bem perto de sua carinha de anjo. Uma a uma, ela começou a chupar como nunca havia a visto fazer antes, parecia que queria literalmente engolir as duas rolas, e de vez em quando ela falava: - Ai, duas rolas pra chupar, nem acredito, eu quero tudo isso dentro de mim, eu quero ficar cheirando a pinto. Em seguida a deitaram na cama e Marcos começou a chupar sua bucetinha enquanto Leonardo chupava seus peitinhos. Minha esposa, já gemendo e alucinada, me chamou. - Benzinho, venha me beijar, pois estou com gosto de pinto na boca. Hesitei um pouco no começo, foi quando o Leonardo virou e falou: - Vem logo ô corno, não tá vendo que ela tá mandando? Vem chupar pica por tabela. Mais uma vez, não sei o que me deu, pois ao beijá-la e sentir aquele gosto meio salgado em sua boca, quase pirei de tesão. Ficamos nos beijando um longo tempo, quando de repente ao abrir os olhos, reparo que já tem uma outra pica ali para ser chupada; eu me afasto um pouco, mas o suficiente para vê-la chupando bem gostoso aquelas varas dura e grossas como pedras, e o que é mais excitante, com aqueles barulhos característicos de chupada. Em seguida Marcos aponta aquela vara grossa e cabeçuda, já melada de tesão e da saliva de minha esposa e sem dó, de uma só vez, dá uma estocada violenta e penetra sua bucetinha melada de tesão e arranca um gritinho meio exprimido de Bruna e Leonardo emenda: - Vamos arrombar essa gatinha safadinha, vamos estragar essa bucetinha, esse corno vai ficar sem seu brinquedinho. Após alguns minutos, marcos tira sua vara de dentro dela e pede para ela ficar de quatro e Leonardo, com algumas cuspidas, molhou um pouco a entrada do cuzinho de Bruna e foi enfiando devagar, até colocar tudo lá dentro. Podia ver suas bolas batendo em sua bunda. Nesta hora, Marcos deitou por baixo dela e enfiou aquela pica cabeçuda em sua buceta, e ficaram por algum tempo naquele vai e vem sincronizado e Bruna, aos gritos anunciava seu primeiro orgasmo. Passados uns quinze minutos naquele vai e vem ela falou: - Quero que vocês gozem bem gostoso na minha cara. Eu quero muita porra. Leonardo foi o primeiro a anunciar que iria gozar e retirou sua pica do cuzinho dela e ficou punhetando na frente de seu rosto e pude ver aquele leite branco jorrar de sua pica e atingir a testa de minha esposa, escorrendo até sua boca e pescoço, passando pelos olhos e nariz. Como ela estava bronzeada aquela cena do contraste de sua pele morena com aquele leite branquinho era demais de gostosa. Após a gozada de Leonardo, Bruna, com a cara toda lambuzada, se vira pra o Marcos que a estava penetrando a bucetinha e diz: - Eu quero que goze na minha boca, quero tomar toda sua porra. Marcos, já prestes a gozar, retira sua pica da bucetinha dela e a coloca na boca de Bruna que abre sua boca e começa a chupar aquela vara dura. Quando ela percebe que ele vai gozar, empurra o máximo que pode aquela pica pra dentro de sua boca e dá para ver, que ela fica praticamente em sua garganta, e por trás ela abraça a bunda dele, fazendo força empurrando seu corpo contra ela, de modo que sua pica fique estática bem no fundo de sua garganta. Ele por sua vez, parece ter entendido bem o recado e segura firme a cabeça de Bruna, como se a estivesse puxando em direção a sua pica, mas com ela parada e enterrada em sua boca, bem no fundo de sua garganta, e ainda fala: - Você quer beber porra, gatinha? Então vai tomar direto na fonte sua putinha gostosa, vou gozar na sua garganta. Isso, engole minha porra sua putinha gostosa, engole tudo vai. Bem nesta hora, pude notar que ele estava gozando, pois começou a tremer todo, ao passo que minha esposa, fechava os olhos e franzia um pouco a sobrancelha, devido à quantidade de esperma que ele deve ter jorrado dentro dela. Sem a menor cerimônia, começo a ver movimentos em sua garganta de engolir e após retirar lentamente a pica dele toda brilhante devido ao gozo da boca, ela se vira pra ele e diz, punhetando sua pica ainda dura: - Ai que delícia, engoli tudo, tudinho, nossa tesão, como você gozou, como é gostosa sua porra, é bem grossa e saborosa. Marcos nesta hora, totalmente extasiado, vira pra mim e diz: - Meu, sua esposa é muito gostosa. Ela é gulosa e tem que levar muita pica e pede para eu ir beijá-la na boca o que o fiz com muito prazer e ela me perguntou se eu estava gostando de sentir o gosto de porra de dois machos de verdade e eu respondi que sim. Para terminar, Bruna ainda dá um beijo na ponta da cabeça do pau dele e diz: - Sua pica é uma delícia, queria poder chupá-la todos os dias. Então ela se levanta, vai até a cozinha beber um pouco de água, ainda nua e com a cara cheia de porra do Leonardo e diz pra mim: - Amor, você gostou de me ver sendo fudida por esses dois machos de verdade? Vem aqui me limpar corninho. Peguei uma toalha e limpei seu rostinho e a beijei loucamente. Ainda na cozinha ela se ajoelha e começa a chupar minha pica, dizendo que adorou me fazer de corninho e quando eu estava para gozar ela parou e falou que não era para eu gozar e sim ficar curtindo tudo aquilo.


Voltamos até a sala onde os dois rapazes ainda nus e com as pica um pouco duras tomavam cerveja para relaxar e ficamos os quatro bebendo e conversando sobre o acontecido. A expressão de tesão de Bruna parecia não querer sair de seu rosto e eu estava para explodir de tesão, pois ainda não tinha gozado.


Já era tarde da noite e resolvi chamar minha esposa para o nosso quarto, pois estava com sono e louco para gozar nela. Nesse instante Marcos e Leonardo levantam-se do sofá e nos impede de passar e Marcos diz: - Onde vocês pensam que vão? Sua esposa vai dormir conosco no seu quarto, e você, se quiser, fica no outro, lá tem um sofá pra você. Ela vai dar a noite toda par gente, nós vamos encher sua esposa de pica e de porra, seu corno, vamos gozar na bucetinha dela e no cuzinho também. Vendo a cara de excitação de Bruna, acabei concordando e vendo, pacificamente, Bruna indo na frente e os dois a seguindo pelo quarto adentram, até que ouço o barulho da porta se fechando.
E foi assim a noite inteira, não conseguia pegar no sono, pois volta e meia podia ouvir o som de alguém gemendo mais forte, provavelmente quando tinham gozado e várias vezes pude ouvir os gritos de excitação de Bruna. Excitado, imaginando as cenas, não aguentei e bati uma punheta, pensando nela chupando aquelas picas de uma vez, e de ser usada como puta e vadia por dois caras pausudos. De vez em quando ouvia a porta abrir, e podia notar alguém indo ao banheiro. Passei o resto da noite sem conseguir dormir, imaginando o monte de coisas que eles fizeram com minha esposa. Já de madrugada bati outra punheta e cai no sono. No dia seguinte, quando acordei, notei que eles já haviam se arrumado e estavam prontos para ir embora, e enquanto acabavam de pegar suas coisas, entrei no quarto de Bruna e vi uma cena inesquecível, ela deitada de bruços, peladinha, meio adormecida, a roupa de cama toda revirada e um cheiro de porra muito forte no quarto. Ela se virou e disse: - Oi meu Amor, você dormiu bem? Vem me dar um beijo. Atendi na hora e quando cheguei perto dela, pude sentir o cheiro ainda mais forte, havia muita porra já seca em seu corpo. Louco de tesão a virei, abri suas pernas e comecei a chupá-la. O gosto de porra estava acentuado e ela me chamando de corninho pediu para penetrá-la. Meu pau entrou escorregando e quando estava prestes a gozar ele falou no meu ouvido: Goza meu corninho, mistura sua porra com a do Marcos e do Leonardo na minha vai! Quando ela falou isso, gozei como um animal. Foi a melhor foda de toda a minha vida.
Vesti-me e fui até a porta me despedir dos rapazes que foram muito atenciosos e educados, e por último ainda falaram: - Sua esposa é a mulher mais gostosa que pode existir. Parabéns cara. Diz a ela que estamos mandando um beijo e valeu pela força e ajuda. Mais tarde, Bruna me contou todos os detalhes da noite anterior e me falou que nunca vai esquecer do dia em que dormiu com dois homens desconhecidos, na sua cama e com o maridinho corninho em casa. E foi assim que me tornei corno manso.


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