Vou narrar algo inusitado acontecido. Eu já tentei falar á respeito em salas de bate papo, mas é praticamente impossível ter uma conversa coerente e depois de ler alguns contos foi que resolvi então escrever como forma de desabafo.


Sou casado, 36 anos, 1,80 de altura, branco.


Minha cunhadinha, Juliana, tem 20 anos, seios médios a grandes, pernas grossas, branquinha e um pouquinho além do peso que as pessoas ditam como “padrão ideal”, mas eu a considero muito charmosa.


Ela tem passe livre em nossa casa. Tem as chaves, um quarto reservado e é comum passar dias por aqui e isso sempre acaba por me proporcionar cenas dela de pijamas, calcinhas jogadas na cama e essa parte eu adoro.  Creio que ela percebe alguns de meus olhares e também já notei alguns da parte dela, mas sempre discretos.


Nos primeiros dois anos de casamento andei dando umas fugidas, mas depois resolvi que não valia a pena arriscar meu relacionamento e tornei-me um marido fiel. Mas isso não impede que eu tenha minhas fantasias e taras.


Juli tem saído conosco quase todos os fins de semana. Ela não costuma beber muito, apenas umas poucas vezes pude vê-la mais “alegrinha” pelo álcool. Nosso relacionamento também mudou nos últimos anos e é cada vez mais comum nas baladas termos mais contatos de toque, alguns abraços e conversamos mais do que antigamente.


Embora meu desejo por ela tenha aumentado nunca imaginei fazer nenhuma investida. Ela teve dois namoradinhos até hoje, mas foram relacionamentos rápidos. Quando vamos para festas, embora ela receba algumas cantadas, sempre despensa e fica sempre conosco. Já vi minha esposa fazer comentários com ela do tipo “aquele era gatinho, por que não pegou” ou coisas do tipo.


Sempre que chega algum garoto nela percebi que ela sempre me olha. Minha esposa disse que é porque ela tem medo que eu brigue ou desaprove, mas eu nunca disse nada a respeito que a desencorajasse de ficar com alguém.


Alguns meses atrás fomos em uma festa na casa de amigos, e como de costume Juli estava conosco. Eu percebi que ela estava tomando bastante vinho naquela noite, e quando fomos embora por volta das duas da madrugada ela e minha esposa já estavam um pouco animadinhas.


No caminho para casa minha esposa pediu para parar em um posto de combustíveis e comprar mais umas cervejas na loja e Juli pediu uma garrafa de vinho. Chegamos em casa e fomos para sala ouvir música e beber. Não demorou muito e minha esposa estava quase dormindo no sofá. Eu a levei para o quarto e ela desabou na cama. Só tirei os sapatos e deixei ela dormir com a roupa que estava. Saí fechando a porta e fui até a cozinha onde encontrei Juli com a taça cheia em uma mão e a garrafa vazia na outra. Ela perguntou:


-Uai Caio, não foi dormir também não?


Eu disse que iria tomar uma última e ela disse que então iria me acompanhar para acabar sua taça de vinho. Fomos até a varanda e ficamos sentados quase todo o tempo em silêncio até ela levantar e dizer que iria dormir. Ela veio me dar um beijo e sem intenção eu virei o rosto e rolou um selinho.


-Nossa Caio desculpe. Não fiz por querer. Sabe que eu jamais te beijaria assim né.


Eu sorri e disse que também não precisava exagerar que falando assim acabava com minha auto estima masculina.


-Não é isso bobo, não é por você, é quem é você. Se não fosse por isso pode ter certeza que eu te beijaria.


Eu não pude segurar o comentário e disse que isso seria um sonho realizado. Ficamos sem palavras e ela foi para o seu quarto. Eu fui para o meu pensando que tinha falado besteira. Tomei um banho e enrolado na toalha fui até a cozinha buscar uma garrafa de água. No quarto de Juli não tem banheiro, e quando passei de volta em frente a porta do banheiro social, Juli saiu e ficamos frente a frente. Eu estava tenso e percebi que ela também. Ela quebrou o silêncio:


-Maninha está apagada ainda? Nossa hoje ela exagerou.


Ela estava vestida com uma camisola de algodão, estilo menininha, e seus seios pareciam me hipnotizar.


-Caio você falou sério sobre a história do beijo? Se eu dissesse que também é minha vontade você teria coragem?


Eu sem dizer nada e perdendo a razão me aproximei e beijei sua boca. Ela retribuía com fome e desejo. Comecei acariciar seu corpo, mas ela me empurrou dizendo:


-Meu deus que loucura, vamos parar agora com isso. É errado, estamos bêbados e vamos nos arrepender amanhã.


Ela foi para seu quarto e eu fui deitar com a cabeça ainda meio tonta.


Minha esposa estava fazendo balanço no estoque da loja e mesmo sendo domingo combinou com as funcionárias para adiantar as coisas e saiu de casa por volta das nove da manhã. Eu continuei na cama, liguei a TV e estava cochilando quando Juli entrou no quarto. Ela sentou na cama e disse que precisava conversar:


-Caio eu quase não dormi direito pensando no que aconteceu ontem. Eu estava um pouco bêbada e acho que fizemos besteira. Precisamos esquecer isso, foi uma loucura que jamais podia acontecer.


Ela falava sem parar, e desta vez eu acabei tomando coragem. Coloquei a mão nos seus lábios pra ela parar de falar. “Juli eu sei que fizemos uma coisa errada, mas não fique se culpando, eu sabia o que estava fazendo e na verdade não me arrependo”.


-Por favor Caio esquece isso. E não fala que não se arrepende que eu me sinto mais mal ainda.


Eu sorri, “Juli por mais louco que tenha sido, seja sincera. Você se arrepende ou sente culpa?”.


-Culpa. Mas não me arrependo.


Ela estava ali sentada ao meu lado, estávamos sozinhos em casa, suas pernas cruzadas faziam sua camisola subir um pouco deixando suas coxas mais visíveis e desejadas. Eu segurei sua mão e a puxei até mim. Nosso beijo ascendeu novamente aquele fogo da noite anterior. Ela sentou sobre meu corpo e como eu estava nu sob o lençol, ela logo sentiu o volume do meu cacete duro. Eu enfiei as mão por baixo da sua camisola e comecei acariciar seus peitinhos deliciosos que eu tanto desejava. Ela fazia movimentos com a cintura esfregando sua xoxotinha no meu caralho.


Eu tirei sua camisola e me dediquei a chupar seus peitinhos enquanto ela soltava gemidinhos abafados. Chegou ao meu ouvido e disse:


-Eu te amo Caio. Sempre te amei. Sonho com isso todas as noites.


Eu levei um susto e ela percebeu no meu rosto a expressão.


-Não se preocupe. Eu nunca vou atrapalhar você e minha irmã. Eu só quero ser sua, mesmo sendo a segunda. Mas preciso ser sua. Eu sei que isso parece coisa de vagabunda, mas se você quiser é isso que serei pra você.


O tesão era muito e eu me entreguei de uma vez.


Ela abaixou o lençol e segurou minha pica com aquelas mãozinhas um pouco trêmulas e suadas começando uma punheta um pouco sem jeito, sem muita experiência.


Eu joguei ela na cama e fui descendo dos peitinhos até chegar na calcinha que escondia uma bucetinha quente e molhada. Tirei sua calcinha e pude ver uma xoxotinha rechonchudinha, lisinha, branquinha com um grelinho rosadinho e melado. Eu ia abaixando para chupar aquela delícia, mas ela segurou minha cabeça:


-Eu não aguento mais meu amor, me fode logo de uma vez. Mete esse cacete na buceta da sua cunhadinha logo, dá logo prazer pra sua menininha tarada por você.


A todo instante eu pensava na loucura que estava acontecendo, mas a tara era maior do que a razão. Comecei a enfiar devagar naquela xota apertadinha. Tirava e cada vez enfiava um pouco mais. Ela gemia e se contorcia alisando os peitinhos. Quando enfiei tudo deitei sobre ela e comecei um lento entra e sai e fui aumentando o ritmo devagar. Suas palavras de ordem eram:


-Vai amor me possui, mete nessa buceta que é sua. Deixa eu sentar nele que quero gozar.


Eu deitei e ela veio sobre mim. Segurou minha pica e guiou na xoxota sentando até a metade, subiu tirando ele quase todo e sentou de uma vez fazendo ele entrar todo. Subia e descia numa cavalgada louca. Aqueles peitos deliciosos balançavam na minha frente e eu olhava como aquela xaninha engolia meu caralho. E nessa hora ela pirou de vez:


-Ai amor vou gozar, vou gozar com sua pica enterrada na minha buça.


Eu apertava e batia na sua bundinha. Ela parou os movimentos, me deu um beijo dizendo ao meu ouvido:


-Esta gostando de me fuder? Gosta de me fuder na cama de vocês? Sempre quis isso sabia. Acha que eu sou putinha por isso? Fala se eu sou putinha, hein fala se está gostando safado de me fazer de vadiazinha no quarto de vocês.


Eu olhei para aquela mulher e pensei que nem nas minhas melhores punhetas tinha imaginado uma coisa daquelas. “Eu sonho em te fuder a muito tempo, vai cunhadinha me mostra o quanto você quer ser minha puta, senão essa é a primeira e última vez que vai sentir essa pica”. Ela riu e voltou a cavalgar freneticamente. Logo ela disse que estava gozando e levantou da minha pica e sentou na minha cara.


-Chupa minha gozada meu macho. Vou te mostrar o que é ser uma cadela.


Eu chupava sua buceta que escorria gozo. Poucas mulheres eu vi gozar tanto. Ela saiu de cima e ficou em pé ao lado da cama.


-Vem aqui.


Me pegou pela mão e me levou até o seu quarto. Pegou uma calcinha usada e disse:


-Eu sei que você gosta de cheirar minhas calcinhas. Quero ver você fazendo o que sempre faz. Cheira ela e bate uma punheta pra mim.


Me surpreendi como aquela menina que eu achava até recatada se transformou numa louca safada. E eu adorando.


Comecei a fazer o que ela mandou e quando estava quase gozando ela ajoelhou na minha frente.


-Agora estreia a carinha da sua menininha safada vai. Goza pra mim.


Ela se masturbava enquanto esperava que eu gozasse e assim eu fiz naquele rostinho lindo. Ela passava meu cacete pelo rosto…


-Ai meu amor quanto eu desejava isso. Eu queria fazer isso a muito tempo.


Levantou e me deu um beijo com a cara toda melada.


-Me diz que sou sua putinha agora. Me fala que vou ser sempre sua vagabunda. Eu sei que você é tão puto como eu, por isso que te amo.


Alguns abraços e beijos e eu fui tomar um banho. Confesso que estava confuso, com um pouco de sentimento de culpa, mas com a sensação de realizado. Eu e minha esposa somos bem ativos e sem pudor na cama, mas a cunhadinha se mostrou tão tarada como jamais imaginei. Mas ainda havia mais surpresas.


Quando saí do banheiro ela estava sentada na cama no nosso quarto. Ela me olhou e disse:


-Me chupa um pouquinho. Estou com vontade de gozar na sua boca de novo.


Eu adorando toda aquela tara e depravação fui logo pra cima, ela ficou de quatro dizendo que queria assim, mas eu percebi que ela estava vestindo uma calcinha da minha esposa. “O que você está fazendo com essa calcinha Juli, endoidou?”


-Vem sentir o cheirinho das suas duas bucetas.


Aquilo me deixou maluco e comecei a chupar aquela cachorra de quatro na minha frente.


-Deixa eu tirar a calcinha senão vou melar ela toda e sua esposinha pode perceber.


Percebi que ela não disse “irmã” ou o nome dela. Se referiu á irmã dela de forma indiferente.


Ela levantou, tirou a calcinha da minha esposa e pendurou no meu cacete e disse:


-Deixa ela aí enquanto você me chupa, assim ele não perde o costume da outra bucetinha. Vai que um dia você precise dar conta das duas.


E rindo olhando pra minha cara de quem não entendeu direito o comentário ficou de quatro novamente.


Ela empinava o rabo e abria a buceta e eu me deliciava. Ela segurava meu cabelo e puxava minha cabeça quase me sufocando na sua xota. Gemia e rebolava pedindo que eu sempre a chamasse de puta, vadia…


Ela colocou o pé em meu peito e me empurrou e eu caí sentado no chão. Ela abaixou sobre mim e pensei que ela iria meter meu pau em sua xota novamente, mas ela disse:


-Sabia que eu geralmente fico na porta ouvindo vocês trepando? Sabia que eu já vi escondida atrás das plantas no jardim vocês trepando?


“Você é bem safadinha mesmo né cunhadinha, desde quando você faz essas coisas?”


-Isso não interessa. Mas eu percebi que minha irmanzinha não faz uma coisa que você gosta.


Ela riu e me beijou:


-Ela é bem safadinha, mas o que você acha da sua outra putinha completar o que ela não faz?


Minha esposa não consegue fazer muito anal. Então só podia ser isso.


Juli segurou meu cacete e deu uma bela babada nele. Eu sentado no chão ela virou de costas pra mim, sentou e foi guiando minha pica em seu cuzinho.


-Agora quero ver você dizer quem é sua putinha completa.


Foi sentando lentamente fazendo meu caralho entrar naquele cuzinho gostoso. Subia e descia e eu segurava em seu cabelo e dava tapas na sua bundinha branquinha deixando marcas vermelhas.


A cena era tão linda que não aguentei muito e gozei gostoso naquele rabinho quente. Ela levantou e em pé trouxe a buceta até minha boca.


-Vou gozar também, me chupa gostoso. Enfia o dedo no meu cuzinho amor. Me chupa e fode meu cuzinho com o dedo.


Ela gozou novamente de forma intensa na minha boca e minha porra começou a escorrer pelo meu dedo do seu rabinho.


Eu estava no paraíso dos sonhos com tudo aquilo.


E foi assim que começou o que hoje é minha vida. Duas mulheres, dois romances.


Espero ter conseguido passar para os que lerem este relato todo o erotismo no acontecido.


Não sou um escritor experiente, como disse foi uma forma de desabafo..

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