Estou sentada no escritório do meu marido,  tomei coragem de colocar no papel minhas experiências sexuais.  Fica um pouco banal abordar esse tema de uma forma tão simples,  mas é assim,  hoje pode me ser simples,  mas muitas coisas aconteceram até que eu chegasse neste momento,  aqui,  agora,  refletindo sobre todas as coisas pelas quais passei.
Falando de mim;  sou uma mulher normal,  38 anos,  loira natural ( não sou burra não !! kkk ) casada há 10 anos com um homem excepcional,  uma filha com 8 anos e que fica a maior parte do tempo com meus sogros, afinal eu e meu marido ralamos muito para poder ter o conforto que temos.
Fui criada de forma absolutamente convencional,  respeitosa,  resguardada,  meus pais me conduziram a uma formação de respeito as convenções e investiram em minha cultura. Sou arquiteta e trabalho em uma das mais tradicionais empresas de São Paulo.
Meu marido,  executivo de uma multinacional,  se doa quase que totalmente aos seus objetivos profissionais,  a mim e a minha filha,  sobram os poucos momentos entre uma reunião e outra.
Minha vida seguia normalmente até que o dia que conheci Simone.  Ela era estagiária de engenharia e veio trabalhar conosco.  Uma mulher lindíssima,  morena,  corpo esguio,  sensual,  e que sabia ser provocante.  Era casada mas isso não limitava a sua forma de ser.  Era unanimidade.  Onde passava,  atraia.  Desde seu andar,  dengoso,  harmonioso,  com suas ancas flutuando por sobre saltos atíssimos,  aos dentes alvos, nos sorrisos que a todos encantava.
Simone se aproximou de mim e nos tornamos grandes amigas.  Nessa amizade pude conhecer um outro modelo de vida.  Simone privilegiava o prazer.  Dizia “ quero viver intensamente,  gozar incessantemente..”  esse era o seu mote.  E falava sério.  Me confidenciava seus diversos casos.  Quando um homem a interessava,  não tinha escapatória,  ela o levava para a cama.  Seu marido tinha com ela um casamento que me parecia “tolerar” a liberdade que cada um quisesse ter.  Isso já ia contra todos os meus princípios,  era difícil me situar em sua posição,  julgava que jamais teria coragem de ir para cama com outro homem que não fosse o meu marido….  ledo engano…
E foi assim que um dia fui conhecer o apartamento onde ela morava.  Era lindo.  Pequeno mas absolutamente bem organizado,  por não ter filhos,  Simone abusava da decoração erótica. Grandes painéis com corpos seminus femininos e masculinos,  marcavam intensamente o ambiente.
Foi assim que tudo começou.
Meu marido viajava e o dela também.  Ela então me convida para passar o final de semana com ela,  pensei,  minha filha estava com os avós,  meu marido viajando,  não teria problema curtir um final de semana diferente.
As coisas começaram no banho.  Estava eu tomando uma deliciosa ducha quando Simone entra também,  brincando eu lhe digo;  nossa,  vamos tomar banho juntas?  Ela sorrindo me pergunta;  nunca fez isso??  Fiquei ruborizada,  foi o bastante para ela entender,  sim nunca! Tomou o sabonete de minhas mãos e começou a passa-lo em minhas costas,  minha bunda,  virou-me de frente e passava sobre meus seios,  minha barriguinha,  aaaaaaahhhhhhhh minha vagina….  nossa… que gostoso!!  Fechei os olhos e ela percebeu que estava me dominando,  deixei rolar e num repente senti seus lábios em meus lábios vaginais, ohhh!!  Que gostoso!!  É verdade!!!  Poucas vezes fui acariciada assim….  Meu corpo começou a tremer, uma sensação maravilhosa tomou conta de mim e senti-me desfalecer…  passados alguns instantes,  abri os olhos e vi os lindos olhos de Simone perto dos meus,  num sorriso de felicidade,  ela aproximou-se e meu um beijo que retribui,  como era doce sua língua,  seus sucos…. ela então me faz sentar,  levanta-se e coloca a sua vagina na altura da minha boca,  nunca havia feito isso e de repente estou la, chupando,  sorvendo,  mordiscando tendo ao fundo seus gemidos altos que se intensificavam na proporção de meu chupar mais intenso… vi ela desmoronando também… assim como fez comigo,  ela acabava de ter um delicioso orgasmo.
E eu acabava de ter uma nova experiência que construía uma nova mulher.
O prazer que tive me fez entender o prazer que ela dizia buscar incessantemente.  Aquele sentimento era totalmente desconhecido para mim.  Minhas relações com meu marido eram muito puritanas,  raríssimas ocasiões ele me chupou,  eu nunca o chupei,  nunca fizemos nada mais ousado,  nem anal.  Aquelas poucas horas me acenavam com um mundo de prazer que até então desconhecia e que até aquele momento não tinha a menor perspectiva de um dia poder ter um assim. 
Passei a admitir a necessidade de ter mais prazer.
Procurando não despertar suspeitas,  minha primeira transa com meu marido depois daquele dia,  foi bem mais intensa;  ele reparou.  Mas o que era para ser muito bom, acabou sendo ruim,  ele não estava preparado para viver uma orgia,  seus princípios puritanos determinavam rejeição. É o pior que pode acontecer a uma mulher que passa a ter noção mais clara acerca dos prazeres que o corpo pode proporcionar,  um marido que não participa e não comunga com essa evolução.
Eu procurei nos dias que se seguiram,  não pensar muito no assunto,  afinal,  não pretendia trair meu marido,  nem mesmo com a Simone,  e assim meus dias transcorriam,  mas algo havia mudado,  eu percebia que meus sentidos sensuais estavam mais ativos,  ser observada e desejada,  passou a ser um componente agradável para mim.  Essa percepção me levou a gradualmente mudar o estilo de se vestir, de se maquiar,  enfim,  foi notória a minha transformação.
Desde quando comecei naquela empresa, os colegas de trabalho sempre se relacionaram comigo com muito respeito, um ou outro porém,  mais chegado,  abusava um pouco mais,  tapinhas nas costas,  beijinhos no rosto, um leve roçar….  Mas depois que mudei a forma de se vestir,  parecia que todos queriam me comer,  no fundo no fundo isso estava me fazendo muito bem,  minha auto-estima estava nas alturas e eu acreditava que conseguiria controlar bem todo mundo e suas consequências.
Pensava.
Certo dia recebi a informação que meu escritório havia me inscrito num treinamento em Porto Alegre.  Seria uma semana inteira.  Falei com meu marido e apesar de meio contrariado,  entendeu que era uma oportunidade de crescimento profissional.
No dia seguinte,  quando fui confirmar a minha inscrição,  fico sabendo que o Jorge, um daqueles amigos “ mais próximos”  também iria participar.  Fiquei feliz,  não estaria sozinha numa cidade estranha.
Chegamos em Porto Alegre no Domingo à tarde para poder estar na abertura dos trabalhos segunda pela manhã.
Nos hospedamos no mesmo hotel,  em apartamentos um ao lado do outro.  Jorge diz que vai tomar um banho e me convida para Jantar.  Encontramo-nos no saguão do Hotel.  Eu vestia um vestido preto,  justinho que realçava as minhas curvas e um pouco acima do joelho,  um decote discreto.  Jorge quase desmaia ao me ver!  Diz que estou linda!  Fico feliz e saímos.  Pegamos um taxi e fomos a um restaurante dançante no centro de Porto Alegre.
Jantamos, rimos muito lembrando de situações que vivemos na empresa.  O vinho já fazia os seus efeitos e me deixava bem alegre.  A Jorge também.  Ele então me convida para dançar,  fomos,  me dou conta então do contexto;  estou em um lugar distante,  longe de meu marido,  dançando com um outro homem!!!  Isso definitivamente nunca esperaria que acontecesse!
Inevitavelmente a situação começava a me levar a um gostoso prazer.  Jorge,  logo de cara, apertou-me junto aos seu corpo,  e seus lábios repousados em meu pescoço,  causavam-me verdadeiros arrepios.  Estava delicioso.  Podia sentir o seu pinto duríssimo encostado na direção de minha xoxota…  sentia os meus líquidos escorrerem por entre as pernas.  Mais insinuante, Jorge começou a me dizer no ouvido,  o quanto estava amando estar ali comigo,  que estava no céu,  sentir o meu corpo no seu o estava fazendo pensar em loucuras e assim falando,  foi virando meu rosto e suavemente repousou seus lábios nos meus.  Não podia!!! Larguei-o no meio da pista e voltei para a mesa.  Pedi para me levar de volta ao hotel.  Jorge era só desculpas.  Me perdoe,  por favor,  realmente eu te desejo demais,  sempre te desejei,  e voce seria o céu que tanto desejo….  Olhando para fora,  estava sem saber o que fazer!
Chegamos,  subimos,  entrei em meu apartamento sem me despedir.
Foi a noite mais insana que já tinha vivido. Eu estava subindo nas paredes.  Meus instintos me torturavam. Porque eu não havia cedido???  Porque não me permiti ter prazer???  Minha fidelidade conjugal era muito forte e norteava minhas decisões.  Meu corpo lutava contra!  Até quando eu suportaria??
Pela manhã, nos encontramos no elevador.  Não arriscávamos dizer alguma coisa,  apenas nos olhamos e seguimos em direção ao restaurante.  Sentados tomando o café da manhã ele arriscou a dizer que lamentava ter sido tão rude comigo na noite anterior,  mas que eu tentasse entender;  eu sempre fui desejada por ele.  Ele sempre sonhou me levar para a cama, eu era o seu objeto de desejo e que isso não mudaria,  ainda que eu decidisse não mais lhe dar atenção.
Baixei os olhos e vi a encruzilhada que me encontrava.  Qualquer que fosse minha manifestação,  poderia contextualizar minha aceitação à sua sedução.  É verdade que eu me via uma mulher diferente desde que conheci Simone,  mas sentia uma enorme segurança de ter como meu primeiro amante,  um colega de trabalho.
Resolvi manter-me calada e esperar o que pudesse acontecer.
Levantamos e seguimos para a sala onde aconteceria o treinamento.
O dia foi intenso.  O programa objetivava intensificar as relações de trabalho,  dezenas de tarefas foram sendo cumpridas e ao final do dia estávamos todos exaustos.  Algumas vezes Jorge atuou no meu grupo e confesso que a carga de trabalho impediu-me de pensar no que tínhamos vivido no dia anterior.  Conversamos muito,  estabelecemos táticas e ganhamos algumas vezes o que propiciou ele me abraçar efusivamente…. e apalpar minha bunda sorrateiramente…  ahhh pensei… isso não vai acabar bem…
A noite,  depois do treinamento,  liguei para meu marido para contar as novidades do dia.  Conversamos bastante e ele uma vez mais pediu-me para permanecer longe dos homens!  Mal sabia ele….  O telefone toca, atendo e é Jorge me convidando para jantar.  Pensei um pouco e acabei aceitando,  afinal,  precisava relaxar,  o dia tinha sido tenso e nada melhor que um bom papo e uma boa comida.
Jorge me espera na recepção e avisa;  tínhamos sido convidados para jantar na casa de um colega que residia na cidade.  Anselmo tinha participado de estágio com o Jorge e se conheciam.  Pegamos um taxi e rumamos para o endereço dado.
Era um apartamento muito bonito.  Decorado com muito bom gosto.  Anselmo era um homem na casa dos 50 anos,  bonito,  uma barriguinha ligeiramente saliente e sua esposa,  Ana, tinha 40 anos,  os dois estavam muito bem,  eram alegres e muito receptivos.  Seus filhos já crescidos moravam em outra cidade.  Desde que o conheci,  percebi que Anselmo era “ galinhão”  me abraçou e me apertou assim que cheguei e depois, sempre quando falava comigo,  tinha que me tocar,  e algumas vezes,  não sei se por acaso ou propositalmente,  resvalava em meu seio.  Tudo bem que eu estava vestida com uma saia curta e uma blusinha que não escondia os meus volumosos seios,  certamente era um convite generoso a libido do Anselmo.
Foram servidas bebidas generosamente.  Ana me parecia muito assanhada e quanto mais bebia mais assanhada ficava.  Tive a impressão que ela quando tinha oportunidade roçava no Jorge.  Eu já estava me sentido tontinha,  meus pudores estavam começando a se esvanecer e a bebida aumentava a alegria de todos.  Jantamos.  Em seguida Alselmo nos convida para dançar.  Uma musica suave,  luz tênue,  ele pega minha mão e me leva para o centro da sala, me abraça,  me aperta, e começamos a dançar…  sinto ser tocada em diversos pontos de meu corpo,  mas é um toque suave,  agradável,  sensual,  consinto e vou sentindo um tesão invadir o meu corpo inteiro.  Olho ao lado e vejo a Ana praticamente no meio das pernas do Jorge,  eles se roçam,  não dançam!  Sinto vontade de ir ao banheiro, peço licença e vou. Quando volto,  vejo uma cena incrível.  Ana está nua dançando com Jorge que está apenas de cueca,  Anselmo também de cueca,  abraça Ana por traz e juntos fazem um saduiche da Ana.  Fico imobilizada.  Não sei o que fazer.  Ana vem ao meu encontro e sem falar uma só palavra, se aproxima de mim,  segura meu queixo e me da um beijo ardente,  sinto sua língua entrando em minha boca e ao mesmo tempo percebo que alguém atrás de mim começa a soltar os botões de minha saia,  sinto-a cair ao chão,  estou de calcinha,  por pouco tempo,  enquanto ela continua a me beijar,  minha calcinha vai para o chão também, em seguida a blusa,  o soutien e eu estou pelada como ela…  Estou em fogo e percebendo isso Jorge vem ao meu encontro,  agora também pelado,  me abraça e suavemente me deita no chão.  Sinto sua língua áspera em meus seios,  descendo,  vou me arrepiando, arrepiando e ele chega nos meus lábios vaginais…  vou à loucura!  Solto um gemido longo e gozo,  gozo na boca do Jorge que continua a enfiar a língua na minha buceta e mordiscar suavemente meu grelinho,  ele se vira e aparece à minha frente um pinto lindo,  musculoso,  grosso,  comprido,  o dobro do meu marido,  não tenho duvida,  abro a boca e permito com que ele enfie até a minha gargante,  movimentos de vai e vem…  em baixo,  ele agora chupa a minha buceta como se fosse uma manga,  continuo a gemer,  menos porque uma tora esta enfiada na minha garganta….  gozo novamente…  agora e a vez de Jorge,  sinto seu pinto inchar, inchar e recebo na boca uma enorme quantidade de esperma,  nunca tinha provado isso,  é salgado,  não é ruim,  vou engolindo tudo e chupo o pinto dele até secar por completo…  caímos um ao lado do outro cansados…
Anselmo e Ana tinha se amado e passaram a observar eu e Jorge,
Quando acabamos,  Anselmo foi buscar mais bebidas,  fiz menção de vestir minhas roupas mas Ana me impediu de faze-lo.  Estávamos os 4 totalmente nús.  Na verdade era uma experiência totalmente nova para mim e confesso;  estava gostando.
De repente Ana puxa Jorge para perto de si e rapidamente engole aquele pinto.  Olho para Anselmo que a tudo ve com simpatia.  O pinto de Jorge esta duro novamente e Ana continua a chupa-lo.  Anselmo se aproxima de mim e rapidamente vai em direção a minha buceta e começa a chupa-la.  Novamente entro em órbita.  Como é bom.  Como é gostoso,  todas as células de meu corpo conspiram para minha felicidade.  De repente sinto que Anselmo, aponta seu pinto para minha buceta e num movimento rápido enfia tudo.  Não é um pinto pequeno!!  É menor que o de Jorge mas maior que o do meu marido.  Deitado sobre mim,  vou as nuvens com os movimentos de vai e vem,  com o toque sutil em meu grelinho,  tenho um orgasmo…. acho que desmaio.
Quando volto a mim,  estão todos deitados,  relaxando,  Jorge esta ao meu lado e ao me ver recobrando os sentidos,  volta a chupar minha buceta, mas desta vez de forma raivosa,  varia pequenas mordidas com enfiar de dedos,  eu sinto que vou morrer,  é muita felicidade,  nem percebo quando ele aponta aquele pintão e enfia a cabeça,  dói um pouco,  ele vai forçando,  minha buceta é estreitinha e seu pinto vai entrada forçando, me rasgando,  não sei se grito ou choro,  não sei se dói ou se dá prazer,  mas não dá prá pensar,  num tranco ele enfia aquela tora todinha dentro de mim.  Em seguida fica quietinho sentindo os movimentos mecânicos dos meus nervos vaginais acariciando o seu pinto,  descubro depois que esse movimento chama-se pompoar….  Que delicia,  que felicidade,  sim sou puta,  quero ser puta,  quero foder o tempo todo,  quero ser fodida por todos os machos que aparecerem,  eu quero que me comam intensamente,  quero experimentar dar o cuzinho….  ahhhhh essa loucura é produzida pelos meus hormônios convulcionados pelo calor e pelo atrito do pinto do Jorge dentro de mim.
Foi a noite mais inesquecível da minha vida.
De madrugada saímos em direção ao hotel,  abraçadinhos,  agarradinhos,  eu e Jorge a partir daquele momento,  seríamos amantes por muito tempo.

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