E ae galera, vamos começar, me chamo Alex e sou de Vitória - ES, tenho 21 anos, 1.70, magro, cabelo castanho, 19cm de pau e minha bunda parece a do ator Pornô Rafael Alencar. Quem quiser conferir é só me adicionar no Snap: LoveHardCocks e avisar que leu meu conto.


Não sou um drogado nem nada disso, mas curto cheirar um pó e apertar um baseado.


Há 2 anos mais ou menos, eu estava no final do terceiro ano sofrendo uma pressão enorme por já ter reprovado duas vezes, não podia reprovar mais uma vez. O dono da boca de fumo mora do lado do prédio onde eu moro, apesar de ter uma boca no meu bairro, ele é bairro nobre, o dono da boca mora em uma “garagem” que é da mãe dele, onde ele construiu uma casa, ou melhor, uma kitnet. Por conta dessa boca minha rua vive cheia de drogado, eles ficam na calçada conversando. Não são cracudos, são só usuários.


Minha mãe me dava 50 conto por semana pra lanchar na escola, já que eu ficava de 7h até 15:30 todo dia, eu catava uns club social aqui em casa e comia na escola, e com o dinheiro eu comprava droga. Quando chegou quase no final do ano, a escola enviou pro e-mail de todos os pais, que os alunos poderiam ter fichas na cantina e poderia pagar semestralmente. Pronto, agora eu teria que pegar droga “fiado”. O dono da boca era parceiro, então acabou deixando, expliquei como seria a forma de pagamento e ele falou que poderia segurar minha conta até 3 meses só. Eu topei pensando que conseguria dar um jeito. Comecei a reduzir meu uso mas quando chegou o ultimo bimestre eu estava pirando, era dor de cabeça atrás de dor de cabeça. Resolvi pegar mais droga, só que perdi o controle, e já estava devendo quase 300,00. Quando fui comprar uma vez, ele me disse que a conta estava alta e que ele precisava pelo menos da metade do dinheiro. Disse que até o dia seguinte eu pagaria ele, mas não rolou, minha mãe disse que só liberaria a grana no final do mês, e ainda estavamos no começo. Com um estoque pequeno de droga eu me sentia mal, precisava de mais. Foi ai que o Cristiano, dono da boca, me parou na rua e mandou eu acompanhar ele até a casa dele. Fiquei de boa, fomos conversando normalmente e quando cheguei na casa dele, ele começou a ser agressivo, tirou a arma da cintura e perguntou se eu queria tomar um “pipoco”. Foi o momento mais assustador da minha vida, mas por incrível que pareça senti um tesão do caralho e disse que ia pagar ele, e que eu moro do lado dele, não teria como eu fugir. Ele insistiu e disse que já tinham passado três dias que eu devia ter pago ele. Eu ajoelhei e pedi desculpa e pedi pra ele me dar mais um tempo. Não sei o que me deu na cabeça mas eu soltei um:


- Por favor, eu faço o que você quiser. Tudinho.


Não sabia o que pensar que ele fosse mandar eu fazer, vender umas drogas pra ele, ficar de vigia quando a polícia aparecesse, ir entregar droga. Qualquer coisa eu faria. Cristiano cresceu no mundo das drogas, na época com 27 anos já era dono da boca de fumo. Ele era magrelo malhado, não de academia, mas a genética dele era essa. Quando ele construiu essa casa na garagem da mãe dele, ele que botou a mão na massa. E os músculos dele saltavam quando ele estava trabalhando, sem camisa, suado, eu sentia um tesãozinho por ele, mas sabia que ele era completamente machista e macho. Por isso nunca imaginei eu dando pra ele. O cabelo dele é loiro escuro queimado, parece luzes, mas não é, porque ele é cabra macho mesmo, não tem essas frescurinhas. Vive de bermuda tactel, e com o botão aberto, mostrando uns pelos ralos púbicos, apesar de no corpo não ter um pelo sequer, apenas na perna e nos braços. Abdômen, e costas lisinhos. Continuando… Eu lá ajoelhado na frente dele com a arma apontada esperando ele dizer o que eu ia ter que fazer. Ele então passa a arma pelo meu rosto, e eu me cagando de medo e com tesão, e passa a arma na minha boca, detalhe, a arme estava enfiada na cintura dele dentro da cueca, quando ele passou na minha boca, dei uma cheirada e abocanhei a arma, imaginei a pica dele ali enconstando nela. Ele parecia estar gostando, mas fiquei com um medo enorme de tomar um tiro. Ele abriu o velcro da bermuda e começou a acariciar o pau por cima da cueca, estava endurecendo, ele puxou minha cabeça pra perto e eu não sabia o que ele queria que eu fizesse, então cheirei muito, tinha cheiro de pau de macho, e aquele pau duro roçando na minha cara, delicia. Comecei a lamber a parte onde estava a cabeça e a cueca branca toda cheia da minha baba, deixou transparente, a cabeça dele era meio rosa com roxo. Olhei pra cima e ele falou:


- Vai tirando minha cueca com os dentes devagar.


Tirei e aquele pau saltou na minha cara. Quente, grande e grosso. O que mais me surpreendeu foram os pelos, cara, muito cheios, e com um cheiro muito bom de suor. Funguei e até soltaram uns pelos na minha boca. Tirei com a mão. Ele então disse:


- Chupa só a cabeça.


Chupei e ele abaixou a arma, pensei “só a cabeça o caralho, vou engolir ele todinho” engoli de uma vez, minha garganta abriu bem e ele curtiu. Segurou minha cabeça e socou o pau na minha garganta. Nossa, cada estocada o líquido lubrificante que sai do pau dele, pareciam jatos de porra, pensei até que ele tinha gozado. Vocês não tem noção do quanto de líquido saia do pau dele. A cabeça dele babava mais que um bebê. Foi ai que ele tirou o pau da minha boca e foi até a cômoda dele, pegou uma calcinha muito apertada e mandou eu vestir. Quando tirei a calcinha, lembro que ele disse que não ia caber, e quando eu coloquei fez um barulho tipo de rasgando. A calcinha era basicamente um fio preto de cada lado, um fio mais grosso no meio atrás, e uma rendinha na frente, que segurava todo meu pau. Coloquei, sentia ela entrando quase no meu cu, ainda mais com meu pau duro na frente puxando a parte de trás. Ele sentado na cama, pediu pra eu ficar de quatro pra ele. Ele elogiou tanto que eu comecei a rebolar. Ele me pediu pra subir na cama e chupar ele mais. Mas preferi ficar de quatro e forçar a entrada do pau dele no meu cu. Como previsto, meu cu ficou todo babado e ele perguntou:


- Vai querer que eu coma esse cusinho?


Respondi com outra pergunta:


- Quanto você acha que ele vale?


Ele pra minha surpresa disse:


- Vale muito, vale ouro, mas nessa situação não vale nada, pode valer no máximo uns 10 dias a mais pra você me pagar.


Eu respondi puxando a calcinha de lado e roçando meu cu bem na cabeça, ela começou a entrar e sair, ele falava:


- Apertadinho hein, nossa, será que meu pau cabe?


Foi ai que tive a idéia de falar que nunca tinha dado o cu.


Falei e ele disse:


- Vou descabaçar você pela primeira vez?


Respondi:


- Sim, vai estourar meu hímen.


Ele tava louco já, os pés dele se contorciam de tanto tesão. Ele levantou e disse que ia pegar camisinha, eu respondi:


- Não “AMOR” que desperdício, um pau babão desse com lubrificante natural ia entrar bem melhor. Vem tirar meu cabacinho.


Não deu outra, ele encaixou o pau no meu cu e disse:


- Posso meter de uma vez? Quero ouvir vc gritar.


Respondi piscando o cu no pau dele.


Ele segurou forte na minha cintura com as duas mãos e empurrou. A dor realmente foi muito forte, gritei porque ia gritar de qualquer jeito, mesmo se fosse virgem mesmo. Pedi pra ele esperar um pouco, e ele disse que sim, tirou o pau do meu cu, com um fio de sangue e disse:


- Virou mocinha agora.


Na mesma hora chamaram ele no portão, era o amigo dele, Braian, que trazia a mercadoria pra ele. Ele gritou:


- Pode entrar.


Fiquei de cara né, eu ali de quatro com o cu aberto e ele manda o cara entrar? Resolvi não me mexer e quando ele entrou deu uma risadinha e disse:


- Tá cobrando de homem agora? Deixa eu ver o cusinho dele.


O Cristiano então respondeu.


- Fui cobrar o que ele me devia e ele já se abriu todo pra mim, não precisei fazer nada. E cu é tudo a mesma coisa, dei sorte do primeiro viradinho que eu comer, ser virgem.


Foi ai que o Braian se exaltou:


- Virgem? Opa, quero sentir também.


O Cris então pergunto:


- E ai Alex, quer levar vara dele por mais cinco dias no seu prazo de pagamento?


Mais uma vez respondi com a bunda, cheguei pra trás e encaixei bem na bermuda dele, o problemas é que meu cu tava sujo de sangue, e manchou a bermuda dele. Ele puto me deu um tapa muito forte, a marca da mão dele chegou a ficar até em alto relevo. Então ele pegou a arma, e foi enfiando no meu cu, já implorei de cara quase chorando pro Cristiano:


- Por favor, não deixa ele atirar. Por favor.


Ele riu e o Braian então disse:


- Atirar? Quero ver como vc rebola no cano desse revólver calibre 50, mostra pra mim.


Foi meio desconfortável, porque ela tinha uma parada no início no cano. Mas depois de enfiada, rebolei e fui pra frente e pra trás. O Cristiano até parou de conferir a mercadoria e foi ver eu rebolando. O Braian de pau duro já foi tirando a arma e metendo fundo, ele me fodeu muito e me tratou igual mulher, puxou meu cabelo, chupeu meus “peitos” e enfiou varios dedos na minha boca me fazendo chupar. O Braian é gordinho, meio alto, um gordinho de academia, que não é malhado mas tenta. O que mais doía eram os tapas que ele dava na minha cara. Mas ele era um tesão, cordão grosso no pescoço, anel de ouro nos dedos, relógio grosso banhado a ouro e um brinco de diamante. Ele ostentava. Gostei quando ele encheu meu cu de leite, ele disse:


- Se engravidar eu assumo total putinha.


Com o cu cheio de leite, fui até o banheiro e fiz uma limpeza com a ducha. Voltei pra cama e ele já tinha ido embora.


Levantei e fui acariciar o peitoral do Cris, e disse:


- Vem pra cama vem, depois você faz isso.


Ele de cueca, continuou sentado, fiquei de quatro então na frente dele e comecei a lamber o pau dele, lambi, lambi até que ele cedeu e voltou pra cama. Nem parecia que eu tinha acabado de ser arrombado, meu cu fechou muito rápido.


Ele encaixou o pau e foi metendo, devagar, tirando e colocando a rola todinha, meu cu parecia um tubo de KY, de tanto líquido que saía do pau dele. Ele começou a erotizar, puxou meu cabelo com força, me prensou de costas contra o peitoral dele e chupou meu pescoço gostoso, eu até respondia com a bunda, rebolando fundo. Não sei o que deu nele, ele começou a fuder desesperadamente, eu não tinha onde me segurar pra não fugir das estocadas dele. Então encostei na parede do lado da cama e senti ele metendo fundo, cada estocada era um vermelho que ele deixava na minha bunda, parecia uma chicotada. Foi então que ele gozou. Parecia que eu estava mijando pelo cu, não consegui segurar. Era muita porra junta, fui vazando do quarto até o banheiro.


Agradeci e fui colocando a roupa pra ir embora. Foi ai que ele disse:


- Dorme ai hoje cara, fica aqui que eu ainda quero explorar mais você viradinho. Pode até usufruir da nova mercadoria que chegou.


Não deu outra, coloquei a calcinha e sentei no colo dele enquanto ele conferia a mercadoria.


Depois desse dia o Braian me ligou pra saber se eu estava “grávido” e pediu pra eu virar mulherzinha dele por uns dias, em troca de uma grana. Aceitei, ele me usou como mulher mesmo, lavava, passava, cozinhava, dava o cu pra ele, chupava ele de manhã, só não nos beijavamos. Mas isso fica pra outro conto, se quiserem ler é só comentar aqui.


Hoje em dia não uso mais drogas, mas continuo visitando o Cris frequentemente em troca de dinheiro. 

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