Minha esposa é uma japonesinha linda, de 1,60m de altura, pele bronzeada, pernas longas e coxas grossas, cabelos pretos e compridos. Ela tem mania de usar roupas curtinhas e só usa sandália de salto-alto. Estamos casados há apenas oito meses. Tenho 26 anos e ela 21. Estamos no apogeu do sexo, temos relações sexuais todos os dias e nos finais de semana então é toda hora. Ela é insaciável e eu não fico pra trás. Ultimamente temos assistido muito filme pornográfico e quando vejo filmes com dois caras metendo numa mulher, fico louco e começo a imaginar milha esposa naquela situação. Ela percebe que gosto dessas cenas e fica me provocando, falando no meu ouvido que gostaria de me fazer de corno. Quando ela fala isso gemo de tanto prazer.


Dia desses fomos ao cinema e ela estava bem gostosa, com o vestidinho branco curto e sandálias de salto-alto azul claro. Enquanto eu comprava os ingressos, vi que um carinha a paquerava e ela tentava disfarçar, mas percebi que ela estava   flertando ele também. Tomei um certo susto quando vi ele de novo, desta vez na entrada da sala. E pior, percebi que minha esposa o olhou disfarçadamente, tipo dando bola e ele não tirava os olhos dela. Vi que a coisa ia esquentar quando ela passou na minha frente e sentou na mesma fileira em que ele havia se sentado, e apenas duas cadeiras separava ela dele. Só de imaginar o que poderia acontecer meu coração disparou e o prazer passou a tomar conta de mim.


O filme rolava, com cenas quentes acontecendo e quando eu me dei conta, o cara já estava na cadeira do lado dela. Meu coração disparou. Eu ficava olhado de canto de olho pra não inibi-los e deu pra perceber que os dois se olhavam disfarçadamente. Ela estava de pernas cruzadas e tocava de leve a batata da perna dele com o pé. Aí começou a roçar de leve. Ficaram nisso uns minutos, quando veio uma cena mais forte no filme. Ela devia estar derretendo de tesão e me deu um puta beijo. Um beijão forte mesmo. Claro que nisso ela já aproveitou pra virar de lado na cadeira, empinando a bundinha na direção dele e deixando o vestidinho subir até deixar aquelas coxas maravilhosas parcialmente à mostra.


De vez em quando eu abria um pouco os olhos pra ver o que estava acontecendo, e via a mão boba dele, caída do braço da cadeira, indo e voltando, alisando as pernas dela de leve. Isso me deu um tesão indescritível e eu resolvi esquentar de vez a coisa e passei a acariciar o peito dela com a mão esquerda e com a outra fiquei alisando as costas dela e puxei o vestido de vez pra cima, facilitando as investidas do cara. Aproveitei e soltei o sutiã dela com uma mão só (sou bom pra caramba nisso) e deixei aqueles peitinhos lindos e de bicos duríssimos soltos no vestidinho. Ela me beijava com força, sabendo que eu estava dando um presente maravilhoso pra ela. Olhei de novo e o cara já estava com a mão por cima da calcinha dela. Segurei-me pra não gozar com a cena, tomei coragem e pensei, é agora. Então me desvencilhei do beijo, sentei direito na cadeira e botei o pau pra fora. O cara tinha tirado a mão das pernas dela, provavelmente meio no susto, sem saber o que eu iria fazer. Virei no ouvido dela e falei: pega na minha pica. Ela pegou e deu uma olhadinha de canto de olho pro cara. E eu falei: agora pega a dele. Olhei bem pra cara dela e vi que ela estava tendo uma das maiores experiências sexual da vida dela. A boca dela estava muito vermelha, e a expressão era de prazer absoluto. Aí ela se reclinou na cadeira, respirou fundo sem largar a minha pica e desceu a mão entre as pernas do cara. Ele me olhou e deu pra perceber que estava assustado, fiz um leve aceno positivo com a cabeça e ele se reclinou também. Minha esposa disfarçava ao máximo, olhando pra tela e apertando as coxas com força com a mão dele enfiada dentro da calcinha dela. Ela estava passando mal de tanto tesão. Dava pra ver que a mão dela tremia sem parar.


Eu respirava fundo pra não gozar e quando deu uma estabilizada, encostei minha cabeça no ombro dela e falei ‘‘agora chupa a pica dele’’. Cara, isso foi bonito de ver! Ela apertou meu pau com força, engoliu em seco a saliva, mordeu o lábio com força e travou. Eu via o peito dela subindo e descendo, os mamilos duríssimos, com a respiração ofegante, as pernas apertadas ao máximo com a mão dele enfiada lá dentro. Incrível. Ela ficou assim uns segundos, que me pareceram uma eternidade. Nossa, minha esposa estava alucinada. Na verdade, depois ela me confessou que estava gozando feito louca. Aí ela respirou fundo, largou meu pau, afastou o cabelo do rosto, passando uma mecha mais comprida atrás da orelha e desceu a cabeça entre as pernas dele. Ele olhava pra mim sem acreditar e dava pra ver que ele estava tremendo todo também. Eu aproveitei que ela arrebitou a bunda na minha direção e meti a mão por baixo, afastando a calcinha. Nossa, ela estava tudo molhadinha. Em menos de um minuto o cara botou as duas mãos na cabeça dela e apertou aquele rostinho lindo contra os bagos até o talo. Senti que ele estava enchendo a boca da minha esposa de porra e quase gozei junto. Ele ficou meio desfalecido na mesma posição enquanto ela sugava até a última gota da porra daquele cacete que nunca tinha visto. Passados uns instantes, ela levantou a cabeça, olhou pra mim totalmente saciada e eu falei brincando: ‘‘você vai tomar uma surra quando chegar em casa’’. Guardei o pau na calça, ela se recompôs, ajeitou o sutiã e os cabelos e me deu um longo beijo na boca. Peguei ela pela mão e levantamos juntos do cinema, ainda no escuro e fomos pra casa. Nesse final de semana transamos feito loucos, quatro vezes por dia, sempre relembrando o ocorrido.


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