Olá gente tarada. Eis-me de volta com mais um relato das minhas puladas de cerca com minhas noras, dessa vez com a conivência de minha filha que não apenas dessa vez estimulou como também fez questão de assistir.


Haviam viajado para ver a final de um campeonato de futebol no estádio de uma cidade distante meus dois filhos e meu genro, ficando apenas eu, minha filha e minhas noras em nossa cidade. Foi então que minha filha sugeriu que dormissem as três juntas e que ficassem todas em minha casa. Aceitei sua proposta já pensando em fazer uma festinha particular com uma de minhas noras em meio à madrugada, porém jamais cogitei que minhas expectativas seriam superadas com o que ocorreria a seguir.


Começara desde cedo a notar o clima de cumplicidade entre minhas noras e minha filha, algo incomum já que esta nunca aprovara a aproximação de seu pai e suas cunhadas com a intenção de praticar o coito fora das vistas de seus irmãos e maridos delas. Tampouco achei normal o clima de harmonia entre Leila e Vanda, sempre disputando minhas atenções e olhando atravessada uma para a outra. Cochichos aqui, risinhos acolá, as três vinham me intrigando desde cedo.


Chegara a noite e nos recolhemos aos nossos quartos, eu no quarto de casal que outrora compartilhara com minha ex-mulher, e minhas três "filhas" (a bem dizer se levarmos em consideração as esposas de nossos filhos homens como alguém de nossa prole \xe2\x94\x80 o mesmo não se podendo dizer do sacripanta do meu genro que além de mim, conforme relatara em minha última experiência aqui no site, também vinha passando a pica na xavasca da minha nora n\xc2\xba 2) foram dormir no quarto contíguo ao meu. Eu imaginava quem entraria por aquela porta quando, mal havíamos nos recolhido e apagado todas as luzes da casa, vi surgir Leila ao batente, camisola transparente revelando os seios no formato pera intumescidos de tesão e a minúscula calcinha que mal cobria os pelinhos pubianos aparados. Veio até mim, insinuante, subindo pela minha cama e pelo meu corpo estendido sobre ela, descendo a coberta que cobria meu corpo já despido. Suspendeu a camisola por cima da cabeça, arrancando-a fora, enquanto eu puxava sua calcinha para baixo. Mal começou a chupar meu pênis já duro feito rocha quando apontou à porta Vanda, usando apenas um short doll transparente e uma micro calcinha. Assustei-me a princípio, mas logo vi percebi que tudo fora arranjado entre elas pois Leila sinalizara com um olhar cúmplice à concunhada, interrompendo por um instante sua boquete, a fim de que se juntasse a nós. Vanda veio até a borda da cama a fim de que eu a auxiliasse a despir-se de sua roupa de dormir enquanto Leila voltava a abocanhar e sugar com maestria meu membro. Já inteiramente nua, sentou sobre meu rosto enquanto eu mordiscava, sugava, lambia e chupava seu grelo. Naquele instante, pensei: "o que pode ser melhor do que isso?" Foi quando em dado instante percebi a presença de outra pessoa a nos observar, constatando ser minha filha, que me dissera:


\xe2\x94\x80 Vou tolerar suas indiscrições com suas noras dessa vez, papai, se me deixar assistir tudinho, tudinho. Faça de conta que sua filha não está aqui e manda ver nessas duas safadas.


Fiquei excitadíssimo com a situação. Do cunilingus e felatio passamos logo à penetração: socava a vagina de Leila com socadas de pilão e sugava os seios quase do tamanho e formato de um melão de Vanda enquanto sua concunhada, debaixo de mim, estimulava-lhe manualmente o clitóris. Enquanto isso minha filha, que havia levantado sua camisola e puxado de lado a calcinha, tocava-se ritmicamente vendo seu pai desfrutando das delícias do sexo com as mulheres de seus irmãos. Em instantes Leila estaria recebendo uma golfada quente e viscosa em seu cerne, resultado das golfadas de sêmen com que eu preenchia sua vagina apertada, quente e úmida. Na carne, sem nada que separasse pele de mucosa, sem proteção, mas nadinha mesmo, como gostávamos de sentir um ao outro.


Fomos ao banheiro da minha suíte tomarmos uma ducha a três e logo nos entregávamos a novas carícias preliminares ali mesmo sob o chuveiro, tornando a me estimular. Meu membro voltou a se enrijecer e voltamos para a cama onde nos aguardava sentada na beira minha filha que manifestou o desejo de ver a coisa toda mais de perto daquela vez. Aceitado o pacto, mão e línguas passeavam por meu tórax, barriga e coxas enquanto minha filha apanhava meu pênis em suas mãos delicadas e finas e me puxava para trás de Vanda posicionada de quatro na cama, debruçada sobre a concunhada, que naquele instante voluteava sua língua nos mamilos de Leila, deixando-a em estado de frenesi. Entendi o recado dado quando com a outra mão minha filha apanhava o tubo de gel KY que eu deixara sobre a cômoda e untou, ela mesma, o cacete de seu pai com o lubrificante. Passei então a lamber o orifício anal de Vanda, que requebrava os quadris com o prazer obtido do "beijo grego" que recebia de seu "papai tesudo". Iniciei a penetração, como sempre sem camisinha como faço com minhas noras, socando com força naquele rabo grande em formato de tomate japonês (Vanda faz o tipo "cavalona", ou potranca, enquanto Leila faz mais o tipo mignon, conforme já devem ter deduzido de algumas descrições que fiz há pouco de seus corpos) até resultar numa caldeirada de sumo cálido em suas entranhas, esperma sendo depositado no reto em golfadas vigorosas de seu macho ativo. Minha filha, que voltara a se masturbar freneticamente, acompanhava suas noras nos gemidos de prazer que elas emitiam e se misturavam aos urros que eu dava da gozada que eu dei dentro no cu de Vanda.


Meus filhos e meu genro retornariam apenas no dia seguinte no fim de tarde, o que nos daria tempo para mais uma foda maravilhosa a três que se repetiria no dia seguinte após a noite que passamos juntos eu, Vanda e Leila enquanto minha filha se recolhia ao seu quarto para dormir o resto daquela noite. Após o café da manhã e uma conversa informal à beira da piscina, indo mergulhar todos nus, incluindo minha filha, reiniciamos nossas atividades lúbricas, interrompendo nosso momentos de prazer a três \xe2\x94\x80 ou melhor a quatro pois minha filha mais uma vez fez questão de se tornar testemunha ocular dos fatos envolvendo seu pai sacana e suas cunhadas putas e em algum momento até mesmo tornou a pegar um pouquinho no pau do papai (risos) \xe2\x94\x80 apenas para almoçar já no meio da tarde, pouco antes da chegada dos rapazes que de nada desconfiaram.


Minha filha, antes de se despedir de mim com seu esposo enquanto meus filhos faziam o mesmo com suas mulheres, retornando a aconchego de seus lares, confidenciou-me distante dos ouvidos de todos que sentia alguma pena por seus irmãos que haviam se casado com duas vagabundas e não mereciam o que suas cunhadas aprontavam com os dois, mas em contrapartida eu estava me divertindo e isso para ela já equilibrava um pouco as coisas, deixando claro que meu prazer muito importante para ela.


Até a próxima gente tarada, e não se esqueçam de postar comentário e nota sobre meu mais recente relato..

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