Após o que meu pai falou naquela manhã de domingo sobre ter me pego quando havia onze anos batendo uma punha enquanto segurava seu braço durante o seu sono embriagado, senti-me altamente envergonhado, sem jeito e intimidado novamente de estar ao seu lado. No inicio da tarde almoçamos em silencio assistindo o jogo que passava mais cedo. Após o almoço resolvi lavar a louça, sentido o frio na barriga e os meus ovos comprimidos dentro do meu saco. Papai notando esse comportamento reservado que eu não tinha ao seu lado há bom tempo veio até mim; olhando nos meus olhos com a sua mão pesada e calejada no meu pescoço, disse "Tu tá assim pelo o que disse, não é", senti meus olhos lacrimejarem, olhei para baixo para não chorar ridiculamente "Porra, você veio até mim, falou que queria ser como o papai… Filho, tu não sabe como fiquei feliz. Quando era casado com tua mãe, tu não ficava perto de mim, dava até tristeza de ti ver mariquinha com a tua mãe. Agora você tá comigo. Quero ver meu filho macho, e vai ser macho comigo". Como ele ainda estava de cueca eu percebi que seu pau, durante a sua fala, havia aumentado um pouco o seu volume. "Merda você é meu filho homem, é papel do pai fazer do filho um macho".


Estando nós diante do espelho antes de olhar para o meu pai, olhei o nosso reflexo. Vendo-nos ali, pai e filho, senti-me mais quente. Finalmente ergui meus olhos para ele, e o abracei, o que acredito que tenha sida a primeira vez na minha vida, deixando-o surpreso no inicio, mas retribuindo por fim. Não foi um abraço apertado, mas foi um abraço forte. Ele era um homem forte. E eu estava aprendendo ser…


Relembrando aquela época, percebo que se o plano de meu pai era transformar o seu filho frágil e mariquinha em macho tal o pai, ele estava conseguindo e até que muito rapidamente. Se no inicio fui até ele para saciar os meus desejos incestuosos, tendo agora somente a presença de papai, acontecia naquele momento o que eu não esperava. Nos dias que se passava sentava-me com as pernas abertas, andava pelas ruas sem camisa e sem vergonha alguma, em casa ficava só de cueca como ele. O futebol, que antes não via graça, eu comecei a entender e a assistir assiduamente junto ao papai; sentia-me mais seguro, minha voz mais grossa, mais forte. E na escola, percebia que até o modo como os meus colegas me enxergava mudava.


Em uma sexta-feira assim que chegou do trabalho disse-me para ficar bem cheiroso e que iríamos para um bar diferente encontrar uma pessoa. Tomou um banho demorado, arrumou-se e após passa o perfume saiu dizendo que me esperava no bar. Fiz o mesmo que ele e sai para bar assim que vesti o short, com a camisa no ombro.


O bar não estava cheio; papai conversava com um amigo, e antes de ir até ele, fui a minha amiga prostituta com quem perdi a minha virgindade junto ao meu pai. Ela envolveu seus braços ao redor do meu pescoço, minhas mãos caíram sobre a sua bunda, e pude sentir todo o seu calor sobre o meu corpo. "Que isso, hein, bebê", ela disse no canto da minha orelha, surpresa com o modo como a envolvi. "Pelo visto tá virando homem…" Eu apertei a sua bunda e mordi o seu pescoço. "Depois a gente conversa, vou sair com o meu pai…", "Tá aprendendo com o melhor, você tá se saindo igual ao seu pai…". Meu pau pulsou sob o short, e fui até ele muito mais confiante e seguro de mim mesmo.


Meu pai se despediu dos amigos, com a sua mão no meu pescoço, saímos do bar. "É isso que eu gosto de ver…" ele disse rindo, eu de cabeça baixa, com um sorriso tão safado quanto o dele no meu rosto, perguntei "O que foi?", ele tirou a mão do meu pescoço e deu uma tapinha no meu pau "Tu com aquela gostosa que a gente pegou pela primeira vez…". Com um só braço me abraçou, bagunçou o meu cabelo e disse "Filho tu tá saindo safado que nem o pai". Eu ri com mais gosto, mais feliz de ter ouvido aquilo pela segunda vez naquela noite.


Andamos por muito tempo, ele me contando putarias, histórias das mulheres que pegou das prostitutas que pagou depois de juntar dinheiro por seis meses com o meu tio que faleceu, das mulheres casadas, e das amantes que ele e meu tio arranjavam. Quando chegamos a esse bar, bebemos duas latinhas de cerveja, conversamos mais putaria, até chegar uma mulher. Eu a conhecia de vista sabia que era mulher de dono de uma mercearia. Papai me apresentou a mulher, muito cordial e cavalheiro puxou a cadeira para ela sentar, pediu uma bebida para ela. Sentia que rolava um clima entre os dois, porém minha presença ali a deixava desconfortável. Ele passava a mão pela coxa dela disfarçadamente. Eu continuava a beber minha cerveja enquanto os dois conversavam e a tensão aumentava com o tesão.


Houve um momento da conversa em que ela se referiu a mim. Meu pai olhou para mim, segurou o meu ombro e olhando para ela "Esse é meu filho que tá aprendendo com o pai a ser homem macho. Tirei ele da mãe, porque macho só se cria com macho…" ele riu "… e com puta". Ela me olhou séria. "Teu filho não vai ficar de sacanagem com a gente não né?". "Sacanagem só na cama. Tu nunca quis foder com um garotão não?" Ela me avaliou por um momento e concordou.


Tudo naquela mulher era grande. Cabelos negros, longos que iam até a cintura. Seios fartos, pesados. Bunda e coxas grandes. Até seus olhos devassos, e sua boca vermelha eram grandes. E logo percebi que era uma mulher diferente para o meu pai. Assim que saímos do bar era visível a sua ereção, e assim fomos até a casa da mulher, com ele a todo o momento apertando seu pau duro, sem pudor do olhar de algumas pessoas.


Quando chegamos a casa dela, surpreendi-me quando vi o seu marido assistindo a televisão. Ele quando olhou para o meu pai riu camarada, mas a sua cara fechou quando me viu. "É filho dele", ela explicou ao marido, "Relaxa que o garotão não vai espalhar nada seu corno". Ele me cumprimentou e parecia mais excitado que nós três.


No quarto, meu pai segurou a mulher pela cintura e a beijou com tudo, como se quisesse explorar a sua boca com a língua. Ela desabotoava o short dele até tirar a cabeça do pau para fora da cueca. Papai gemia enquanto ela pressionava com os dedos a cabeça de seu pau.


O beijo dos dois terminou com ele dando uma tapa na cara dela. Toda puta, ajoelhou-se diante ao seu pau e começou a chupa-lo. Papai pôs os braços atrás da cabeça, com os olhos fechados, boca um pouco aberta arfando. A vadia chupava gulosa o pau de papai; chupava rápido, tentava enfiar o pau todo na boca, engasgava, tirava e enfiava novamente. Chupava o saco, sua língua trabalhava bem como pude ver, colocava o ovo todo dentro da boca e depois o outro. E gemia, como gemia aquela mulher enquanto chupava.


"Vai puta… isss… chupa a minha rola…" papai falava baixo, contorcendo um pouco em pé com o prazer que recebia. O corno ao lado da mulher olhava vidrado para ela, talvez nunca tenha ganhado um boquete tão gostoso como aquele.


Durante o boquete eu havia me despido, estava nu, batendo uma e olhando os dois até sentir que ia gozar, então parei antes do orgasmo, mas havia acabou saindo um pouco de porra no chão. Aproximei-me dos dois ela olhou para o papai que disse "Pode" e foi para o meu pau. Papai urrou quando sentiu o seu pau deixado de lado pelo o meu. Senti o seu pau na minha coxa, ele estava atrás de mim, observando sobre meu ombro, o boquete da piranha. No meu ouvido apenas para eu ouvir "Trata ela como piranha, e humilha esse corno broxa".


Excitado segurei a sua cabeça e gemia com mais prazer. Olhava para ela e para o corno. Entre gemidos falei "Esse corno não te dar pau, cadela?", ela parando a chupeta rapidamente respondeu "E esse corno é macho?!". Papai nu ao meu lado, observando a minha chupada, invejoso, disse "Mas eu sou macho pra de arrombar sua puta", dizendo isso, puxou o rosto dela para o pau dele e enfiou a rola sem dó na boca dela fazendo-a se engasgar. "Chupa gostoso, piranha."


Papai fodia a boca dela, e, eu fui para o seus seios, apertava-os e tentava tirá-los de sua blusa. Papai me deu um chute forte no peito me afastando dela. Fechou os olhos, quando os abriu, olhou-me bravo e disse "Vai para buceta dela". Afobado tirei a sua saia, depois sua calcinha. Sua bunda era realmente enorme, apesar das estrias, era bem redonda e brilhava por causa da luz. Ela empinou a bunda para mim. Abri as suas pernas e deitei-me no chão com a sua buceta bem no meu rosto. O corno ajoelhou-se ao meu lado, e com ajuda dele abri os lábios vaginais dela, procurando o clitóris para dá uma linguada. Lambia aquela buceta vagarosamente, pressionando a minha língua no seu clitóris. Ela rebolava na minha cara. Apesar de eu estar de olhos fechados, com um pouco de dificuldade de respirar, pude sentir a tentativa do corno de me ver fazendo um oral na sua mulher.


A buceta dela estava molhadíssima quando o meu pai a levantou e a jogou na cama. Tirou a sua blusa e quase arrancou o seu sutiã. Ela gemia e xingava o corno do marido "Tá vendo como é um macho de verdade, seu filho da puta?!". Nua e aberta, papai foi para cima dela, fiquei por um momento me punhetando em pé vendo-os desejoso até que papai dizer "Pode vim usar dela também". Chupamos os seios dela, esfregando os nossos paus na sua coxa grossa, apertando suas carnes e esfregando nossos dedos em sua buceta. Nós dois abusávamos daquela mulher avidamente, e o corno em pé nos observa, sem querer perder um detalhe.


A vadia cheio de roxos pelo o corpo desvencilhou-se com muita dificuldade de nós dois.  "Tira a roupa, filho da puta" ordenou ao corno. Ele sem jeito tirou a roupa. Era muito branco, braços finos, barriga grande… um bunda mole literalmente. Papai ao meu lado, com as perna bem abertas, o pau duraço sobre a barriga protuberante, olhava sério, mas com um sorrisinho malicioso.


O corno escondia os paus com as mãos, a sua esposa começou a rebolar para meu pai e eu. Rebolava como uma vadia lambendo os lábios, e encarando o marido.


Ela primeiro me puxou e me levou ao lado do marido. Ele cabisbaixo não me olhou. "Tira a mão do pau", ela mandou. O pau dele estava duro, mas era pequeno, talvez dez centímetros ou menos. Meu pau humilhava o pau daquele homem. "Puta que pariu, o pau desse moleque é muito melhor que o teu, viadinho" ela disse irritada dando uma tapa no pau do marido que gemeu. Massageando o meu pau continuou "E olha que ele ainda é só um moleque, tu nunca foi e nem vai ser macho mesmo, caralho". Ela ergueu a mão para o meu pai, chamando-o.


Papai continuou sentado, majestoso, como um macho alfa. Lentamente levantou-se, com passos firmes, o pau inchado, foi até nós. A mulher passou os braços entorna do seu pescoço e o beijou calidamente e o corno olhava cheio de desejo para os dois.


Papai deu uma tapa na bunda da mulher que o barulho foi alto. Tanto ela quanto o corno gemeu. Ela se agarrou a papai gemendo e se esfregando e meu pai parecia frio a ela.


Largando o meu pai ela olhou para o marido. Comparou os dois por um momento e deitou-se na cama de perna aberta. "Fode essa puta, fode", ela pediu. Papai cruzou os braços, olhava sério para ela, bravo. Com a voz grossa negou. Ela continuou implorando por rola, rebolando e esfregando a buceta. Então papai autoritário disse "Vai filho, fode essa cadela com toda a força que você tiver".


Meu pau pulsava, sentia-o quente como nunca havia sentido antes. Meu corpo todo queimava. Deitei entre as pernas grossas dela e enfiei o meu pau naquele bucetão. "Olha o meu filho foder tua puta, corno", ouvi meu pai antes de começar a soca-la.


Fiz como o meu pai ordenou, fodi com toda a força que eu tinha. Ela rebolava no caralho, esfregava-se todinha em mim. Eu chupava os seios que de tão fartos perdia-me entre eles. Escandalosa, entre gemidos falava "Arrebenta essa puta moleque… ahh… me faz cadela no teu pau…".


Papai observava em pé, de braços cruzados, pau duro, olhar bravo e ás vezes, falando grosso, dizia "Soca essa buceta mais forte… Arrebenta essa piranha… Não tem dó não porra…"; eu socava, socava, socava, tirava o meu pau quase todo e enfiava com tudo, até o fundo, até sentir minha bolas dentro daquela buceta… Quando gozei, gemi alto, um gozo violento que nunca senti.


Papai abruptamente me tirou de cima daquela mulher, quase cai; colocou-a de quatro e pediu para o corno chupar a cabeça do pau dele até deixar bem lubrificado. Posicionando o pau no cu dele, disse a mim "Se ele não sabe ser macho, vira vinhadinho… Aprendi aí como se fode uma puta do caralho de verdade, porra". Vi seu bíceps se contraírem quando ele agarrou pelos os dois lados da bunda dela, em uma estocada enfiou o pau dentro do cu dela.


Papai socava o pau no cu dela com braveza, seu rosto todo retorcido numa expressão feroz. Urrava que nem um demônio, emitindo uns sons altos e guturais. O barulho da bunda dela batendo com força no corpo dele só não era tão alto quanto os palavrões dela. No inicio, aquela foda violenta havia me assustado, porém, quando meu pau estava como uma pedra escaldante, vi meu pai como um macho pleno, um animal alfa intolerante a outro, e que eu era ainda um filhote…


Puxando-a pelos os cabelos e pela cintura, levou até a janela que ele abriu rudemente. Segurando-a pela cintura, fodia-a com tanta brutalidade que percebi que ela se segurava com todas as suas forças no parapeito da janela…


Os urros selvagens de papai que se misturavam com os gemidos dolorosos da vadia com certeza ecoava para a rua.


Eu olhava excitado e cheio de desejo o meu pai fode-la, nada se comparava ao marido dela. Ele curva-se enquanto batia punheta de tanto tesão que sentia com aquela cena. Eu não aguentava mais esperar papai terminar com a puta, fui atrás do marido dela, segurando-o pela cintura com firmeza, tentei enfiar o meu pau nele. No inicio ele assustou-se, e foi para o lado, insistindo fui atrás dele novamente e desta vez ele agachou-se um pouco mais dando abertura ao meu pau. Posicionei minha rola na ponta do cu dele, e como estava cheio de tesão meti de um vez nele. Ele gemeu alto, apertou cu envolta da cabeça do meu pau impedindo de entrar todo. Como diz, depois da cabeça, o resto é fácil, influenciado pela violência do meu pai, enfiei minha rola sem dó em mais uma estocada. O corno tentou desvencilhar de mim, contudo, segurei-o firme, e comecei a socar no cu dele.


Quando relaxou, ele voltou a punheta, gemendo alto, logo gozou. Durante o orgasmo dele, seu cu piscava apertando o meu pau, sendo tão prazeroso que coloquei mais força nas estocados que gozei logo.


Eu havia tirado o pau do cu dele quando meu urrou pela ultima vez. Pressionando o pau todo dentro do cu dela, ele tirou lentamente e meteu com tudo novamente, repetindo esse movimento três vezes. Afastou-se dela, mandou o corno ajoelha-se de boca aberta para cu dela. "Bota minha porra na boca desse viado, piranha", e assim ela fez. Vi a porra de papai cai direto na boca dele que gemia fino.


Papai deitou com as pernas abertas, seu pau bomba entre elas, os braços atrás da cabeça na cama do casal, como um macho alfa. Eu fui até a mulher deu uma mordida no bico do seu pico que a fez da um gritinho, "Vem pra cá moleque" papai mandou, obedeci sentando-me ao seu lado. "Aprendeu caralho como se trata uma vadia que tem um marido corno como esse?". Deitei-me ao lado dele, olhando para o corno que lambia o cu da mulher. Senti a mão pesada de papai na minha cabeça fazendo-me olhar nos seus olhos. "Aprendeu porra?". "Macho que é macho fode com força", respondi bruto. Ficamos nos encarando por um tempo até a mulher falar, "Tá vendo seu corno viadinho? Isso que é homem macho… Ainda bem que nunca tive filho homem contigo, pois só macho que faz filho macho… Deus me livre se eu tivesse filho contigo" ela se deitou na cama, esfregando-se entre nós dois "Só macho mesmo pra me foder", ela segurou o saco do meu pai e disse por fim "Isso que é macho pra reproduzir".


A expressão de papai estava mais feroz. Agarrou-a pelo os cabelos e invadiu a boca dela com a língua. Sua mão deu uma tapa e apertou a bunda dela com força. Tentei me aproximar dela e chupar o seu pescoço, mas papai me empurrou, impedindo-me.


"Vem pra cá caralho", ele disse me puxando para o outro lado da cama, ficando ele entre mim e a vadia. Debruçou-se sobre ela dominante, esfregou-se e beijou-a mais. Depois, levantou-se e a puxou pelos os cabelos para fora da cama e jogando-a no chão. Quando fui me levantar, ele me olhou zangado e me empurrou para cama me mandando ficar lá.


"Você porra fica aqui ao lado da puta da tua mulher", o corno obedeceu ao alfa. Com os pés, papai abriu as pernas da mulher e mijou mirando a sua buceta. Urinou bastante nela, pegando-a novamente pelos os cabelos jogo-a na cama. Com o dedo apontado para o marido ele falou baixo e perigoso "Meu filho e eu dormiremos na cama e você aí no chão onde eu mijei, seu bostinha".


Deitando-se entre mim e mulher, papai envolveu-se no corpo dela, abusando-a um pouco mais..

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