Meu nome é Vander, Tenho 32 anos, sou casado com Adriana, uma linda morena de 27 anos, não temos filhos. Trabalho em uma Estatal aqui em Brasília e minha esposa também e servidora pública Federal. Temos um bom padrão de vida e ótimos relacionamentos aqui na Capital Federal.


Minha esposa recebeu um convite de sua amiga Rejane para passarmos um final de semana, juntamente com seus familiares e amigos, em sua casa de campo, próximo da cidade de Pirenópolis/GO, 150 km de Brasília. Chegamos lá por volta de 14h de sábado. Fomos muito bem recebidos pela Rejane, a qual nos apresentou os demais convidados, Ronaldo seu marido e Carlos e Osvaldo amigos do marido dela, seus pais e outros adolescentes parentes dela. O marido da Rejane e seus familiares já era nossos conhecidos. Já o Carlos e o Osvaldo eram novidades. Ambos aparentavam seus 28 a 30 anos, ótimas aparências, muito educados e divertidos.


Pirenópolis faz muito calor e resolvemos ir para a piscina nos refrescar. Colocamos nossos trajes de banho e fomos todos pra água. Modéstia parte, minha esposa é muito bonita e tem um corpinho escultural e percebi que o Carlos e o Osvaldo a observavam muito. Ficamos à beira da piscina batendo papo, bebendo cerveja, uísque e beliscando alguns petiscos. Carlos e Osvaldo puxavam assunto com minha esposa. Ela estava sentada e eles de pé em sua frente e eu, um pouco mais afastado fiquei observando e pude perceber que ambos eram sarados e o volume sob suas sungas, principalmente o do Osvaldo, indicava serem bem dotados e percebi que minha mulher vez em quando, disfarçadamente, fixava os olhos naqueles monumentos.


O papo estava animado entre eles e resolvi não interromper e fiquei conversando com os pais da Rejane e os observando discretamente. Fiquei com ciúmes, mas também com tesão, pois sempre fantasiei outros machos transando com ela. Assim passamos a tarde e combinamos que á noite iríamos os seis para a cidade, que fica a menos de 15 km da fazenda, pois a noite lá era muito animada e tinha bons restaurantes. Resolvi ser o primeiro a me banhar e deixei todos na piscina. Logo em seguida a Rejane e minha esposa foram para o banho e Ronaldo ficou conversando com os seus dois amigos. Já de banho tomado voltei para a varanda e fiquei contemplando o anoitecer na fazenda enquanto os demais se banhavam para seguirmos para a cidade. Passados alguns minutos vi a Rejane e minha esposa vindo em direção à varanda e conversando baixinho. Fiquei curioso em saber o que elas falavam e me escondi atrás de umas plantas onde dava para ouvi-las sem que percebessem. Elas se aproximaram e o papo era o que eu estava imaginando. Rejane estava contando para minha esposa que seu marido falou pra ela que o Carlos e o Osvaldo estavam encantados com a beleza dela. Adriana então respondeu que também achou eles tesudos e comentou sobre o volume dos membros deles e disse que se estivesse desacompanhada não saberia se resistiria ao assédio deles. Rejane então respondeu à Adriana que se ela precisasse de ajuda que poderia contar com ela e logo em seguida voltaram para a sala. A conversa que ouvi me deixou confuso. Senti um misto de ciúmes, raiva e tesão. Meu pau estava duro como rocha e o coração disparado. Resolvi não comentar nada e ver no que iria dar. Afinal ela é de carne e osso. Eu também sinto tesão por mulheres gatas e não podia condenar os dois por achar minha mulher gostosa.


Ficamos todos prontos para partirmos e Adriana estava divina, num vestidinho solto, tecido fino, batendo pouco abaixo de suas coxas, sandálias altas e sem sutiã. A Rejane não ficava atrás. Ela também era muito gostosa. Como a Rejane e Adriana queriam ir juntas, elas foram com o Ronaldo e eu Carlos e Osvaldo seguimos no meu carro. No caminho, fiquei a pensar se o Ronaldo também não estava disposto, assim com a Rejane, a ajudar minha mulher a transar com os dois. Minha imaginação estava a mil, ficava visualizando os dois comendo ela, nós seis numa orgia, os três comendo ela e a Rejane a ajudando, as duas se beijando na boca e nós quatro assistindo… Eu realmente estava muito excitado com a conversa que tinha ouvido delas na varanda da fazenda.


Os dois eram pessoas agradáveis e muito simpáticas, e no percurso eles, por duas vezes, tocaram no assunto de que eu era um cara de sorte por ter uma mulher tão bonita e simpática. Confesso que ficava excitado com todos aqueles elogios e disfarçava.


Na cidade fomos para um barzinho onde serviam ótima comida e começamos a beber e conversar. Minha esposa sentou-se ao meu lado e de frente para o Osvaldo. Conheço muito bem minha mulher e senti que ela estava muito excitada. Num dado momento o Ronaldo, marido da Rejane, me convidou para uma partida de sinuca num bar próximo. Gostávamos muito de jogar sinuca, mas aquele momento não era o mais propicio e inicialmente recusei. Mas devido à insistência dele e o incentivo das duas, percebi que nós dois não era para estar ali. Fomos e combinamos de nos encontrar mais tarde.


Só estávamos nós dois jogando e meu pensamento era só no que estavam armando. Num dado momento o Ronaldo me chamou num canto e meio trêmulo, me confessou que tinha uma fantasia de ser corno e ver sua esposa sendo possuída por outros homens e me perguntou se eu tinha esse mesmo desejo. Fiquei calado por alguns instantes e perguntei a ele o que estava pretendendo com aquela conversa. Ele me olhou e me disse que era o que eu estava pensando. Então perguntei se ele estava querendo entregar a Rejane para o Osvaldo e o Carlos e ele me respondeu que sim e que minha esposa também queria dar pra eles, pois a Rejane tinha lhe contado e me convidou para ser corno junto com ele. Poderíamos assistir eles comendo elas no motel da cidade. Fiquei mudo e meu coração parecia o motor de um formula um, acelerado a dezessete mil batidas por minuto. Confessei a ele que também tinha essa fantasia, mas não tinha coragem de realizá-la. Ele então me confessou que a Adriana tinha dito à Rejane que tinha o desejo de dar pra outro com o marido assistindo e, como também temos essa fantasia, resolveram convidá-los para um fim de semana na fazenda. Fiquei indignado, mas o tesão que sentia com aquela conversa não me deixava esboçar uma reação agressiva. O Ronaldo então me disse que se eu não topasse não teria nenhum problema, pois eu poderia pegar a Adriana e ficar passeando pela cidade até eles realizarem suas fantasias com o Carlos e o Osvaldo e me alertou que a Adriana, com certeza iria ficar muito frustrada, pois ela tinha confessado para a Rejane que estava muito a fim de participar.


O tesão que sentia era tanto que topei e perguntei como seria. Ele me disse que quando retornássemos ao bar onde elas estavam daria um sinal para a Rejane que eu tinha concordado e, a partir daí, O Carlos e o Osvaldo assumiriam nossos lugares e nos dois ficaríamos apenas assistindo eles namorando e, mais tarde, partiríamos todos para um motel. Poderíamos acompanhá-los, eu a Rejane e o Carlos numa suíte e você, Adriana e o Osvaldo em outra suíte. Minha boca secou, meu pau parecia que ia explodir e meu coração parecia querer sair pela boca o ouvindo falar tudo aquilo. Pagamos a conta e retornamos ao bar e lá chegando, fomos recebidos com alegria e Ronaldo então deu o sinal à Rejane que em seguida chamou a Adriana para o banheiro.


Elas retornaram do banheiro e se sentaram ao lado de seus novos amantes, A Rejane com o Carlos e minha esposa com o Osvaldo. Percebi o quanto Adriana e Rejane estavam felizes, seus olhos brilhavam. Ficamos conversando como se nada estivesse acontecido e, lentamente o ambiente foi ficando mais descontraído e eles começaram a se acariciarem e logo estavam se beijando na boca. Eu e Ronaldo ficamos paralisados, olhando nossas esposas namorando na nossa frente, aquelas senas e a excitação tomou conta do ambiente. Que delícia ver o Osvaldo sarrando a Adriana. Ela estava tão excitada que os bicos de seus peitinhos estavam para furar o vestido fino que usava. Sua bucetinha devia estar toda encharcada naquele momento. Eu confesso que já estava ansioso para irmos todos para o motel. Num dado momento ela se levantou, veio até mim. Deu-me um beijo e disse-me que eu era o máximo, e retornou aos braços de seu amante.


Por volta de meia-noite pagamos a conta e nos dirigimos para o motel. Eu, Adriana e o Osvaldo no meu carro e o Ronaldo, Carlos e Rejane no outro carro. No percurso, fiquei observando os dois no banco de trás no maior amasso e vi quando ele enfiou os dois dedos na bucetinha dela. Que loucura, quase gozei ali mesmo. Osvaldo entrou na suíte com minha esposa nos braços e logo a jogou na cama e a despiu, beijou e chupou seus peitinhos por um longo tempo e foi descendo a língua até sua bucetinha encharcada e começou a chupar com volúpia. Adriana, aos gritos foi tirando sua camisa e em seguida sua calça e quando baixou sua cueca, pulou pra fora o que já imaginava. Uma pica que a deixou de olhos arregalados. Não era muito comprida, mas grossa e cabeçuda. Ela o pegou e colocou na boca e, olhando pra mim, chupava com entusiasmo e pediu para que me aproximasse, abriu o zíper de minha calça, tirou meu pau pra fora e deu algumas chupadas, pediu para que me abaixasse e me deu um beijo na boca e pediu para eu chupar o pau do Osvaldo. Neguei, ela então me acariciou e, me chamando de amorzinho e corninho, insistiu, dizendo que eu tinha que experimentar aquele monumento. Obedeci e ela o pegou e colocou na minha boca. Dei umas três chupadas e o devolvi a ela. Adriana estava irreconhecível, trêmula e ofegante, pedindo para que eu olhasse sua mulherzinha sendo possuída por um pauzudo gostoso e pediu para eu pegar o cacetão dele e ajudá-lo a penetrá-la. Obedeci, peguei seu pica, o posicionei na sua entradinha e empurrei seu corpo contra o dela e fiquei olhando aquela pica grossa entrando na bucetinha de minha mulher. Ela gritava e, me chamando de corninho, pedia para chupar a buceta dela com o pau do Osvaldo dentro. Que delícia vendo aquele pau entrando e saindo bem na minha cara e eu a chupando. Depois que ele a penetrou ela começou a dizer coisas do tipo: Olha meu corninho sua esposa sendo fudida por um macho gostoso, ai…ui…tá gostoso demais…mete…mete muito…mostra pro meu corninho como se faz uma mulher gozar…ai…vai…vai…ha…ha…nossa…goza na minha buceta…goza vai…me enche de porra…olha meu corninho ele vai gozar na minha buceta e quero que você me chupe depois tá. Fala comigo meu corninho…fala vai…há...há...há...vou gozar de novo…ai…ai…ai…E assim ela ficou, gemendo e me dizendo que sempre teve vontade de me fazer corniho e se eu estava gostando. Estava para gozar e ela pediu para chupar minha pica e em seguida me mandou tirar o pau do Osvaldo da buceta dela e dar mais uma chupada e em seguida beijá-la. Obedeci e quando a beijei ela começou a gritar dizendo que era para o Osvaldo a penetrar novamente e em seguida teve seu segundo orgasmo junto com o Osvaldo que inundou sua bucetinha de porra. Ela então se libertou do Osvaldo e, me chamando de corninho, pediu para eu chupar sua buceta melada de porra do macho dela. Meu tesão era tanto que mandei ver e em seguida a penetrei e gozei, enchendo sua buceta de porra novamente. Caímos os três na cama exaustos. Amanhecemos o dia metendo de todas as formas, inclusive com uma DP. Eu a penetrei no cú e o Osvaldo na buceta.


Voltamos todos para a fazenda e dormimos até duas horas da tarde. No domingo à noite, voltamos pra cidade e repetimos a dose, só que dessa vez eu fiquei com o Carlos e a Rejane numa suíte e o Ronaldo, minha esposa e o Osvaldo em outra. Foi uma aventura e tanto.


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