LOUCO AMOR - metido a machão pegador 6


Era ele, o Fagner, aquele doente parado em frente a porta.


Cerrei os punhos e esmurrei a arvore que estava ao meu lado e pelo incrível que pareça, eu não sentir dor. Comecei a andar a passos largos em sua direção, eu iria tira-lo dali nem que fosse na marra mas antes que o alcançasse a porta foi aberta e eu parei sem reação o vendo entrar…


Narrado por Lucas:


A quarta, quinta e sexta-feira passou sem muitas novidades, o Caio depois de faltar aula na quarta, no dia seguinte apareceu com a mão enfaixada, ele passou a me olhar cada vez mais, as vezes eu retribuía mas não conseguia ficar encarando por muito tempo, ele não falava nada, tampouco eu, minha amizade com Teresa se mantinha a mesma, ela não tocava mais no assunto de eu praticamente não está falando mais com o Caio, era até melhor assim e minha amizade com Fagner só crescia, ele era muito especial, suas cantadas e indiretas tinham diminuído um pouco também.


No sábado pela manhã recebo uma mensagem do Caio confirmando o trabalho que tínhamos que fazer logo mais a noite, confesso que fiquei um pouco ansioso e de certa forma feliz, essa talvez seria a chance de estabelecer uma nova conversa e resolver os maus entendidos, eu sei que a última tentativa não tinha dado muito certo mas o que posso fazer se minhas esperanças não cessavam? O amava muito e essa situação me sufocava, todas as noites chorava tentando aliviar a dor que havia se agarrado em meu peito nos últimos dias e que aparentemente só passaria se no mínimo voltássemos a ser amigos.


- Isso tudo é para fazer um trabalho de escola? Ou você está me enganando João Lucas - perguntou minha mãe desconfiada entrando no meu quarto enquanto me arrumava.


Naquele momento me olhei dos pés a cabeça em um espelho a minha frente e vi que realmente eu estava muito arrumado para um simples trabalho escolar, usava uma camisa branca de um tecido fino (que eu nunca tinha usado) uma calça verde e um al star preto com detalhes em branco.


- Ah mãe eu também não posso ir parecendo um mendigo né - falei.


- Garoto se eu descobrir que tu fosse para outro lugar, nem teu pai vai te defender.


- Mas meu castigo acaba hoje.


- As 23:59 moço e ainda são 18:30 - falou minha mãe parecendo a protagonista de "Minha mãe é uma peça" na hora não me aguentei e comecei a ri no que resultou em uns tapas, na mesma hora peguei minha mochila e saí correndo.


- Também te amo mãe - gritei já saindo pela porta - só volto amanhã - brinquei.


Ela resmungou algumas coisas dentro de casa na qual não entendi, ainda bem que já tinha terminado de me arrumar, infelizmente não tive como trocar a roupa que mais parecia que iria para um festa. O que um sentimento não é capaz de fazer com uma pessoa seja ele qual for né.


Quando cheguei na portaria, o porteiro me mandou subir pois já sabia que eu iria aparecer, huuum.


Já estava parado na frente da porta de seu apartamento. Meu coração batia forte, era como se fizesse meses que não o havia visto, tinha certeza que meu nervosismo estava estampado em minha cara, inspirei e expirei o ar várias e várias vezes tentando me acalmar, me manter mais civilizado, me ajudou um pouco mais não muito. Numa atitude quase ridícula contei até três e apertei a companhia e como se já tivesse alguém esperando ansiosamente por minha chegada, a porta se abre me causando um certo susto, não esperava essa rapidez toda. Era ele, mesmo em um estilo de se vestir mas largado que o meu no momento, se mantinha lindo, ele usava uma blusa sem manga, na qual deixava os músculos morenos de seu braço a mostra, um calção de praia e estava descalço.


- Entra - falou sem me olhar muito, numa atitude de timidez de que qualquer outra coisa.


- Com licença - falei passando por ele e me pondo parado no meio da sala enquanto ele trancava a porta e vinha em minha direção.


- Acha melhor fazer aqui ou no meu quarto?


- Aqui - falei rápido.


- Tá certo, só vou pegar meu material, senta aí - falou desaparecendo no corredor.


Respirei fundo mais uma vez - calma João Lucas, não haja como um idiota - pensei, me sentei no chão de frente para a estante e encostado no sofá e espalhei no chão os matérias que precisaríamos para o trabalho.


- Será que vai ser difícil? - perguntou ele se sentando no chão a minha frente.


Mantinha minha cabeça baixa como se tivesse preparando alguma coisa para o trabalho. Estava sendo mais difícil que eu imaginei ficar perto dele.


- Acho que não.


- Trouxe meu not caso a gente precise - falou.


- Legal, eu vou começar escrevendo a introdução aí depois a gente faz a parte mais difícil - falei já começando a escrever.


- Porque não me olha? - perguntou ele


- Porque estou escrevendo ué.


- Ainda está com raiva de mim?


- Claro que não.


- Então porque não me olha - insistiu ele.


- Merda, eu já não disse que estava escrevendo - falei um pouco exaltado no mesmo estante em que fiz o que queria: olha-lo. Pensei que fosse ficar com raiva pois ele era muito esquentado mas não, sua expressão estava serena e calma - Desculpa - falei no mesmo estante arrependido.


- Um dia desses eu vi aquele doe… o Fagner entrando em sua casa - falou


- E… - falei sem saber ao certo o porque ele estava me contando aquilo.


- E daí que fui lá te ver - Dessa vez ele consegui me deixar calado - sabe porque minha mão estar enfaixada? - perguntou ele olhando para sua mão direita enfaixada, eu apenas balancei a cabeça negando mas duvido que ele tenha visto - foi raiva.


- Raiva?


Ele levantou os olhos e estavam marejados. Só aquilo foi preciso para me deixar totalmente exposto emocionalmente.


- É isso que a gente faz quando não se pode fazer nada não é, extravasa a raiva… de alguma maneira - ao termino deu um sorrisinho.


- Mas porque você estava com raiva?


- Você tem algo com aquele Fagner além de amizade? - falou ignorando minha pergunta.


- Claro que não - respondi imediatamente - o porque dessa pergunta?


Ele não falou nada nos segundos que se sucederam, ele tirou todo material do chão afastando para o lado direito, acabando com uma simples barreira entre mim e ele e se aproximou de joelhos para perto de mim, nesse momento segurei a respiração, meu coração que a pouco havia conseguido deixar calmo, voltava a bater forte e minha mão suava muito. O que ele iria fazer? - perguntava minha mente a todo estante.


- O que você fez? - perguntou ele com a voz serena.


- Hãn? Não… não estou entendendo, eu não fiz nada - minha voz falhava.


Ele pegou na minha mão que repousava em minha perna e colocou em seu peito, estava muito acelerado, creio eu que não tão quanto o meu, mas estava.


- Fez sim! Desde aquele maldito beijo, eu não consigo parar de pensar em ti um segundo sequer.


A qualquer minuto cairia uma lagrima de seu rosto, era perceptível isso. Minha expressão era de total incredulidade, eu não conseguia me mexer nem tão pouco falar, apenas o olhava.


- Eu sei que o que fiz desde aquele dia não foi nada legal mas foi a única coisa que eu arrumei para me defender de você, fugir disso tudo, eu ainda estou confuso mas eu sei o que eu quero fazer agora.


Ele mal terminou de falar e com a mão esquerda, a boa, me empurrou lentamente para que eu me deitasse no chão, ele não precisou aplicar força, todo meu ser queria aquilo.


- O que você vai fazer? - indaguei já tendo ele em cima de mim


- Isso.


E me beijou como se fosse a primeira vez, meu corpo todo agradeceu, não consegui conter as lágrimas e ás deixei cair enquanto ainda nós beijávamos calmamente.


- Amanhã você vai se arrepender - sussurrei assim que ele parou de me beijar - e vai recomeçar tudo de novo.


- Eu te prometo que não, confia em mim. - falou e voltou a me beijar, eu estava totalmente anestesiado com aquele sentimento, por ele estar me tratando tão bem depois de uma semana sem nem falar comigo direito, naquele momento era como se não existisse ninguém no mundo além de mim e ele. Me arrepiei quando senti sua boca morder de leve minha orelha e começar a descer ao meu pescoço onde beijou de leve, cada lugarzinho.


- Vamos para o meu quarto?


Não me deixou responder e já foi me levantando do chão segurado em minha mão e me guiou até seu quarto, lá ele trancou a porta e começou a me agarrar, nossa que pegada aquele moreno tinha, era de deixar qualquer um de pernas bambas, seu beijo estava mais veros, sua mão boa apertava com força minha bunda como se quisesse arrancar um pedaço e a sua mão machucada, a direita, apenas repousava no lado direito de minha coxa. Entre uma parada e outra no beijo que durava apenas segundos, arfava de tesão, seu membro já estava bem animado e marcava bastante sua calça que ficava roçando em minha perna, parecia ser bem grande, nada que me assustasse, apenas me dava mais tesão.


Já bem aquecido ele me joga em sua cama e começa a tirar sua blusa, deixando a mostra aquele peito e abdómen todo sarado, depois foi a vez de sua calça, suei frio naquela hora, ele usava uma cueca box branca e seu pau marcava toda sua cueca, a cabecinha já se fazia a mostra.


Ele veio por cima de mim e já foi tirando minha blusa com certa dificuldade já que só podia usar uma mão, lhe ajudei.


- Tem certeza? - perguntei


- Absoluta e você?


- Sinceramente não - dei um risinho nervoso no final.


- Você vai gostar!


Ele voltou a me beijar de leve e então foi descendo, passando pelo meu pescoço até chegar em meus mamilos onde chupou cada um alternadamente enquanto seu pau a ponto de sair da cueca roçava a minha perna, aquela sensação era muito boa.


Quando chegou na minha barriga começou a desabotoar minha calça na qual não teve muito sucesso já que só podia contar com apenas uma mão, a esquerda.


- Seria bom uma ajudinha aqui - falou sorrindo.


Um pouco ainda nervoso, lhe ajudei a tirar minha calça ficando apenas de cueca box azul, nunca vi meu pau tão grande como naquela vez, parecia que tia duplicado de tamanho, minha cueca estava bem marcada, causou certo espanto no Caio, lhe fazendo soltar um pequeno comentário como "nossa" e riu olhando para mim me fazendo corar.


- Vira de costas pra mim, - sussurrou voltando ao meu ouvido - o que eu quero estar atrás


Prontamente atendi e imediatamente senti roçar na minha bunda com seu pauzão, ambos ainda na cueca como se estivesse metendo, ele realmente sabia fazer uma preliminar, atiçar ao máximo o parceiro, aquilo já estava me enlouquecendo, estava cada vez mais difícil manter a timidez.


- Que bunda gostosa - falou entre uma mordida e outra na minha orelha - sempre fui gamado nela.


Minha bunda não era tão monstruosa mas era grande para um adolescente masculino.


Quando dei por mim, já sentia minha cueca sendo arrastada do meu corpo e sua mão a estapeando me fazendo gemer, segundos após já estava de quatro na cama com meu cuzinho totalmente exposto, senti beijos e tapas ao redor dela.


- Aaaah - não conseguir conter o gemido ao contato de sua língua no me rego, ele chupava e sugava ao mesmo tempo, já sentia sua baba escorrendo por minhas bolas, nunca havia sentido sensação tão boa, tamanha era minha satisfação, ele ia com tudo, como se quisesse me foder com a língua, literalmente sentia sua língua dentro de meu buraquinho, olhei por baixo e vi uma fina linha de pré-gozo saindo do meu pau indo até a cama, sentia como se fosse gozar a qualquer minuto sem nem ao menos me tocar.


Com uma mão ele me fez voltar a posição inicial, deitado de costas e então ficou em pé em cima da cama enquanto apertava seu pau sobre o pano da cueca e me olhava com cara de safado, prontamente entendi seu recado e sem pudor algum me pus ajoelhado diante daquela tora.


- Pega - mandou ele embalado no tesão.


Eu peguei e pela primeira vez senti um pau que não fosse o meu na minha mão - ainda que mesmo sobre a cueca - fazendo lhe jogar a cabeça para trás e soltar um gemido roco que me atiçou ao máximo, a sensação era indescritivelmente boa, massageava toda sua extensão e sem esperar ele mandar, abaixei sua cueca e um pau moreno, com a cabeça exposta vermelhinha quase bateu em meu rosto, tinha mais ou menos 17 ou 18 cm e era bem grossinho. Num pequeno momento estupefato me deu um branco na cabeça e não sabia o que deveria fazer até sua voz clarear minha mente.


- Chupa vai.


Não me fiz de rogado. Comecei de leve passando a língua na extensão de seu mastro, depois em sua virilha e saco até abocanhar seu pau e sentir aquele líquido pré-gozo meio salgado na cabeça, sentir sua mão em meus cabelos enquanto intensificava seus urros de prazer, praticamente fodendo minha boca, chupava como se fosse a ultima vez.


- Para, não quero gozar agora - falou ele voltando a se ajoelhar na cama me surpreendendo com um beijo de tirar o folego.


Me colocou de frango assado e recomeçou a fazer um cunete dos deuses, depois começou a passar sua pica no meu rego me causando arrepios.


- Vai com calma, eu… eu nunca dei - confessei, ele na mesma hora olhou pra mim e sorriu.


- Sério? Eu vou ser o primeiro? - falou entusiasmado.


- E espero que último.


Ele sorriu ainda mais e se inclinou para me beijar.


Embalado no calor do momento falei algo que não queria que eles escutasse agora:


- Te amo - sussurrei com toda a sinceridade do mundo.


- Eu vou com calma tá, se doer, me fala.


- Ok.


Senti ele pressionando contra o meu anus.


- Para, para.


- Que foi? Te machuquei? - perguntou com uma expressão preocupada.


- Não, não vai colocar camisinha?


- Estou sem. Quero muito te comer cara (beijo), confia em mim vai (beijo), eu confio em ti (beijo) confia?


- Confio - assenti.


Assim que dei o aval ele começou a pressionar novamente, dessa vez começou a deslizar mais rápido, a dor começava a me dilacerar por dentro, peguei uma almofada e abafei os gritos enquanto ele ao mesmo tempo que me penetrava me chupava o peito, depois de uns segundos senti suas bolas batendo em minha bunda. Ele ficou por alguns minutos parados só me beijando, naquele momento estava sendo apresentado a uma versão do Caio totalmente diferente da que estava acostumado a lidar nos últimos dias. Meu medo era acordar e ver que tudo mudou e… para a pior.


Em um certo momento o tesão ultrapassou a dor que estava sentindo e comecei a rebolar em seu pau, um sinal verde para ele que na mesma hora começou a meter devagar até se intensificar gradativamente. Chegou a um certo ponto que o único barulho que ouvíamos era o som de nossos gemidos, dos nossos corpos se chocando num vai e vem frenético e alguma frases dele que eu não entendia muito bem, seu suor pingava em cima de mim a cada estocada dentro do meu buraquinho que a essa altura estava totalmente detonado, não aguentei e esporrei no meu peito e incrivelmente no rosto.


- Ah safado, eu também vou gozar…. vou encher todo seu cuzinho de porra quente aaaaaah , toma safado.


E com um último urro de prazer senti seu pau e inchar e então alguns jatos de porra quente preencheram me cu por completo, tamanho foi o tesão que fez ele desabar em cima de mim arfando buscando ar.


E com o fim do tesão veio o peso de meus atos…


Teresa, eu não podia ter feito isso, não podia…


Ele me abraçou meio desajeitado ainda em cima de mim e começou a beijar meu rosto até que notou minha apreensão e se virou para o lado saindo de cima de mim.


- O que foi? Não gostou? - perguntou me olhando.


- É a Teresa, eu não devia ter feito isso com ela. - falei ainda olhando pra cima.


- Cara - pegou no meu rosto e me fez o olhar - curte o momento, não se martiriza agora, amanhã a gente fala disso!


Não falei nada e apenas o abracei afogando minha cabeça em seu peito e chorei.


- Eu gosto muito de você mas não queria que acontecesse nessas circunstancias, ela é minha amiga e sua namorada.


Me lamentei por vários e vários minutos abraçado com ele me fazendo carinho nos cabelos, ele não falava nada apenas me ouvia até um certo momento em que adormecemos, do jeito que estávamos, todos melados e suados.


Senti uma claridade no meu rosto e lentamente fui passando minha mão na extensão da cama, estava vazia, abri os olhos lentamente e por alguns segundos me senti desorientado sem saber onde me encontrava no momento até vim todas aquelas lembranças da noite anterior em minha mente e em quase um pulo me levantei da cama, não tinha ninguém além de mim e sinto dizer que um certo medo se abateu em cima de mim. Estava pelado e ainda por cima imundo e fedendo, me vesti com as roupas que estavam espalhados no chão e saí do quarto chamando ele, ninguém respondeu, quando cheguei na sala, peguei meu celular que estava na mochila e tinha varias ligações, puta merda, minha mãe, com certeza iria me dar um castigo infinito, infelizmente essa era o menos dos meus medos no momento. Ao lado de minha mochila meu caderno estava aberto e nela uma espécie de carta, era com certeza do Caio…


CONTINUA…


Primeiramente peço desculpa a todos vocês pela demora, é um pouco complicado fazer capítulos assim que envolvam sexo pelo menos para mim, eu não sei se me sai bem mas eu dou minha palavra como eu tentei, espero pelo menos ter deixado vocês excitado rsrs se não espero sugestoes para poder melhorar. Eu acho que amanhã sai um novo capitulo, ou no máximo na sexta, se tudo ocorrer bem, eu não iria para o capitulo de hoje mas aí eu vi que já tava muito grande e vocês poderiam se cansar, próximo capítulo falo com cada um separadamente, emoções e surpresas vem por aí, aguardem rsrs..

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