Sou o Renato e tenho 20 anos. Sou moreno, 1,68 de altura, magrinho e bundinha empinada, lisinha e que adora um pau duro. Sinto prazer em dar meu corpo para que outros homens usem e sintam prazer e hoje vou contar como fui para uma entrevista de emprego e acabei voltando para casa com o cuzinho arrombado bem gostoso.


Tudo aconteceu na última sexta-feira 21 de agosto.


Sai pela manhã para entrevista. Sempre me visto discretamente, mas adoro cuecas apertadas e que ficam enfiadas no meu bumbum e parecem mais calcinhas. Para dar sorte, usei uma das mais putas que tenho.


Chegando lá, fiquei em uma sala de espera do lado de fora do escritório com mais dois caras. O primeiro foi chamado e fiquei sozinho com o outro. Estavamos os dois sentados um ao lado do outro em um grande sofá. Por acidente, derrubei minha pasta que estava cheia de documentos e essas coisas, fazendo que tudo ficasse espalhado no chão na minha frente. Ao me levantar e me abaixar rápido, acabei fazendo com que minha calça que já é meio folgada, descesse mais, e que minha camisa subisse além de que logo senti a calcinha subindo e enfiando ainda mais na minha bunda. Tudo isso foi muito rápido e quando percebi já estava ali abaixado de frente para um desconhecido pagando calcinha. Tentei levantar rápido e ajeitar a calça mas não sei como acabei mostrando ainda mais da calcinha azul e fio dental que estava usando. Fiquei vermelho e sentei no sofá ao lado do homem desconhecido que tinha acabado de ver que eu usava uma calcinha por baixo daquele traje masculino.


Minha vergonha aumentou ainda mais quando ouvi sua voz grossa falando:


- Bom dia, sou o Bruno! Prazer em conhece-lo! - Falou ao estendar a mão para o meu lado.


- Prazer, Renato. - Falei gaguejando um pouco.


Ele riu do meu nervosismo e começou a puxar assunto. Perguntou o que eu fazia da vida e me disse o que ele fazia, falamos do que lugar onde moravamos e etc. Falou que tinha 31 anos e era solteiro e que procurava mais agora curtir a vida e fazer coisas que ele não tinha feito quando era mais novo. Achei que tinha sido uma indireta, afinal, o cara começou a conversar comigo após ver que eu usava uma calcinha!


Depois de pensar nisso, senti aquele frio na barriga que sempre sinto quando imagino que estou prestes a ter a chance de fazer um boquete. Comecei a ver aquele cara branco, com barba por fazer e mãos firmes e grossas e fiquei imaginando se sua piroca era rústica igual ao que o corpo dele mostrava. Acabamos combinando de almoçar juntos após nossas entrevistas porque ele tinha cursado a mesma faculdade que eu estou cursando e iriamos trocar ideias sobre.


Quando saimos da entrevista para almoçar, estavamos um pouco perto do centro da cidade e não haviam tantos restaurantes na rodovia principal. Mas uma coisa havia aos montes perto do trecho por onde caminhamos até a parada do ônibus: moteis. Foi daí que ele surgiu com a brilhante ideia.


- Estou com tanta fome, Renato! Os restaurantes são bem longe de onde estamos agora.


- É verdade sim, Bruno…


- Posso dar uma ideia que vai parecer uma coisa errada mas não é?


- Nossa, o que seria essa coisa? rs.


- Olha o que aquela placa ali fala: “Almoço grátis.”


- Ganhamos o almoço se pagarmos por 3 horas… Vamos demorar 3 horas para comer?


- Eu adoraria comer por 3 horas. - Respondeu o safado.


- Hummm. Tudo bem. Vamos almoçar no motel, rs.


Fomos a pé pela entrada lateral e discreta do lugar. Pegamos a chave na portaria e fomos até nosso quarto esperar pelo almoço.


Assim que chegamos ao quarto, o Bruno disse:


- Já que estou aqui, posso tomar um banho, não é?


- Vamos aproveitar mesmo, rs.


Só depois que vi o Bruno indo ao banheiro foi que percebi que toda a parte do banheiro onde estava o chuveiro era separada não por uma parede, mas por um vidro completamente transparente! O Bruno já teria percebido? Descobri a resposta desta pergunta assim que ele surgiu atrás do vidro completamente sem roupa.


Senti mais um forte frio na barriga ao ver aquele homem com o pau ainda mole na minha frente. O Bruno tinha o peito e o corpo bastante pêludos, assim como seu pau. Era o tipo que eu mais gostava. Branquinho e pêludo, ele também era gordo e calvo, o que pra mim era o que deixava tudo mais excitante. Eu olhava e babava enquanto ele ligava o chuveiro e começava a se molhar. Não olhava para o vidro transparente e ficou assim de lado, lavando e acaraciando a pica até que ela ficasse completamente dura. Como muitos gordinhos, ele não tinha o maior pau que eu já tinha visto, mas como eu adorava aquela piroca pêluda por baixo da sua barriga. Eu já queria que ele deitasse na cama e deixasse eu cavalgar em cima do pau por 3 horas sem parar.


Não pensei em disfarçar, olhei todo o banho do Bruno e ele sabia que eu podia ver. Ele apenas não olhava para o vidro talvez por vergonha. Quando saiu do banheiro, estava de roupão e falou:


- A água está uma delicia!


- Já que você está limpinho também quero ficar assim! Me espera enquanto também tomo um banho?


- Com certeza! Só não demore muito porque… - Então ele tirou o roupão e exibiu o pau duro. - Quero logo enfiar isso aqui nessa bundinha de putinha que você tem!


O safado já tinha me deixado de pau duro tomando banho daquele jeito na minha frente e agora… Me segurei para não ficar de quatro logo e mandar ele me foder. Precisava tomar um banho e me lavar bem antes.


Já tomei banho na frente de outro homem antes (até contei no meu primeiro conto como acabei perdendo a virgindade do cuzinho) e sabia como me exibir como uma puta embaixo do chuveiro. Usei então esse conhecimento nesse momento quando entrei no chuveiro usando apenas a calcinha que o Bruno tinha visto antes. Rebolei para ele no espelho e fiz movimento de quem ia tirar a calcinha, chegava até a metade e voltava. Queria que ele ficasse louco para arrancar aquele pedaço de pano e me foder descontroladamente.


Depois de fazer isso por um tempo, sai do chuveiro que ficava por trás da parede de vidro e me lavei inteiro no outro que não fica tão exposto. Quando sai, o Bruno estava de pau na mão e tomando cerveja deitado na cama. Eu estava despido e pronto para ser usado por aquele safado.


Não é mais segredo que gosto que usem e abusem de mim. Para minha sorte, o Bruno era um desses homens que estão pouco se fodendo para o outro e só querem usar e sentir prazer. Assim que sai do banheiro e ele olhou para mim, falou:


- Vem agora chupar meu pau!


Como uma puta obediente, subi na cama e fiquei entre as pernas daquele gordo tarado. Segurei seu pau pêludo, cabeçudo e de veias bastante salientes. Acho que tinha 12cm de pau mais os 3cm escondidos nos pentelhos. Ele então pegou minha cabeça e empurrou contra seu pau. Abri a boca e engoli e comecei a engolir a pica. Sentia as veias com meus lábios e logo engoli o pau inteiro, incluindo uns pentelhos. Ele empurrava minha cabeça com força como se ainda houvesse mais algo para engolir. Seu pau já estava na minha garganta e meu nariz enterrado em seus pentelhos, assim como boa parte do meu rosto que roçava naqueles pêlos e me excitava como nunca. Fiz uma massagem no seu pau com minha garganta nesse momento em que ele me prendeu com seu pau enfiado lá no fundo e percebi pela força que ele fez na minha cabeça de que aquilo era gostoso. Depois de um tempo que pareceu longo, ele soltou minha cabeça e deixou minha garganta e boca um pouco livres e também pude respirar um ar sem pentelhos. Assim que abri a boca novamente para chupar com mais vontade, o Bruno exige:


- Agora vai pegar mais uma cerveja para mim no frigobar!


Nem eu imaginava o quanto aquilo me excitaria. Ele enfiou o pau na minha garganta, aproveitou e gostou, e agora queria que eu trouxesse mais uma cerveja. Me senti uma completa putinha que estava sendo paga para obedecer a todas vontades de um macho aproveitador. Então, levantei, peguei, abri e entreguei uma lata de cerveja na mão do safado.


Ele bebeu e eu esperei a próxima ordem sentado na cama.


- Vem cá para o banheiro comigo. Já ouviu falar em golden shower? É um fetiche que tenho e duvido que você não vá gostar.


Eu sabia muito bem o que era. Golden shower é quando a outra pessoa faz xixi em cima de você e na sua boca. Já tinha ficado bastante excitado vendo vídeos dessa prática mas nunca achei que ia encontrar alguém que não achasse nojento.


Então obedeci sem dar um pio e o segui até o banheiro.


- Estou adorando você, sabia? Um putinho que obedece!


- Pode me usar do jeito que quiser, safado! Adoro que me use assim. Obedeço a qualquer ordem se você mandar!


- Então senta aqui. - Falou mandando que eu sentasse em cima do vaso sanitário que estava com a tampa fechada.


Sentei e ele fez com que eu subisse o rosto e olhasse para ele. Sorri enquanto via a cara do safado olhando e mexendo no pau mole, mirando para o meu rosto.


Sem nenhuma demora, senti o líquido quente jorrar no meu rosto inteiro. Fechei os olhos porque senti que ardia um pouco. Senti escorrer do meu rosto pelo meu corpo.


- Abre a boca! - O safado mandou.


Obediente, abri e senti ele puxar minha cabeça para baixo e colocar o pau bem perto da minha boca. Xixi ainda jorrava em jatos quentes e agora podia sentir que também eram um pouco salgadinhos. Antes que eu pudesse pensar mais alguma coisa sobre o sabor do xixi do macho mandão, levei um tapa na cara.


- Não estraga! Engole tudo!


Nunca imaginei que sairia naquele dia e, ao invés de um emprego, iria estar tomando o xixi de um estranho! Mas aquilo se tornava surpreendentemente mais excitante a medida que o tempo passava. Tomei três goles de boca cheia de mijo e aquilo não tinha gosto ruim nem nada, apenas quentinho e um pouco salgado. Tomei até a última gota que o Bruno me deu.


- Muito bem! Agora se lava no chuveiro e vem para cama que eu quero comer esse rabo!


Novamente obedeci, me lavando e tirando o xixi de todo meu corpo. Sai novamente cheiroso do banheiro e encontrei a mesma cena anterior: o Bruno deitado na cama tomando cerveja, dessa vez de pau mole.


- Deixa o meu pau duro agora que você vai poder sentar nele!


Meu pau estava durissimo durante todo esse tempo. Eu sentia frio na barriga e excitação em todos os momentos daquele momento diferente de todas as outras vezes que eu tinha dado a bunda para outro cara. O Bruno parecia saber que eu gostava de cumprir ordens e ser usado.


Fiquei novamente no meio das suas pernas e dessa vez comecei pelas bolas super pêludas que ele tinha. Ter a boca cheia de pentelhos me excita muito e, apenas com a boca e língua nas bolas, senti que a piroca endurescia.


- Nossa que coisa gostosa! Ninguém nunca tinha feito isso! Que delicia! - O ouvi falar.


Imaginei que ninguém nunca tinha chupado as bolas dele porque eu apostava que ele nunca tinha aparado os pentelhos ali embaixo. Se ele não tivesse me encontrado provavelmente nunca encontraria alguém capaz, e que ainda se excitasse, caindo de boca ali.


Antes que ele me mandasse logo sentar e rebolar no pau, meti a boca e chupei com força a rola dura, babando em tudo e fazendo aquele vai e vem gostoso. Eu engolia o pau inteiro dele e voltava até a cabeça. Ele gemia e eu me masturbava fraquinho porque estava muito perto de gozar.


Então diminui o ritmo e parei sem ele mandar.


- Por que parou? Eu mandei?


- Não quer mais uma cerveja não, safado?


Então fui ao frigobar e peguei outra lata. Já tinha perdido as contas de quanto ele tinha bebido, mas pouco me importava. Tinha feito aquilo para pegar uma das camisinhas que o motel ja oferecia. Procurei a mais fina porque ainda queria sentir aquela piroca no meu cuzinho. Não queria ter que usar aquela camisinha, mas não queria me arriscar foder mesmo com um cara que eu não sabia quase nada. Só sabia que ele gostava de usar e ordenar.


Dei para ele mais uma lata de cerveja mas ele logo a colocou do lado da cama.


- Vai! Continua me chupando!!


Cai de boca novamente. Dessa vez, ele segurou firme minha cabeça com as duas mãos. Começou a foder minha boca num ritmo muito intenso. Eu engasgava em meio a piroca entrando e saindo da minha garganta junto dos pentelhos. Eu estava mole de tesão e então ouvi um gemido alto. Logo senti a força das duas mãos empurrando minha cabeça contra seu corpo gordo e pêludo. Com a cara enfiada em pentelhos, pouco pude fazer quando jatos de porra desceram direto pela minha garganta sem nem tocar minha língua. A rola pulsou uma vez, e um jato desceu, mais outra pulsada, mais outro jato, e uma última pulsada com menos força derramou o restinho de esperma por minha garganta a baixo.


- Caralho, não aguentei e tive que gozar!


Fiz cara de puta pidona enquanto ainda segurava a camisinha. Meu cuzinho que já dava como certo sentir aquela piroca dura entrando e saindo ia ficar carente.


- Ha mas eu não saio daqui sem experimentar essa bunda!


E antes que eu falasse alguma coisa, ele ligou para a recepção e avisou que passariamos mais 3 horas.


- Ainda temos mais de 4 horas nesse quarto. Vou te foder até você não poder mais sentar. Espere por mais de uma gozada dentro desse cuzão hoje! Agora fica de quatro na cama que vou te mostrar que nem só com meu pau duro te excito pelo cuzinho, puto safado!


E sai do motel nesse dia com mais de uma gozada dentro do bumbum mesmo. Fui mais usado, abusado e humilhado do que vocês podem tentar imaginar. Mas o conto ia ficar muito longo então deixo para contar logo, logo.


Espero que tenham se excitado como eu..

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