Cheguei a Brasília há dois anos, logo após me casar. Chamo-me Leonardo e minha esposa Regina. Nossa cidade, no interior de Minas, é pequena e por conta disso, Regina foi minha primeira namorada e eu o primeiro namorado dela. Passei num concurso público para trabalhar na Capital Federal e para ela vir junto tivemos que nos casar às pressas para ela me acompanhar. Casamos, ela com 17 e eu com 21. Os pais dela tiveram que autorizar, junto ao Juiz da cidade, o casamento, pois ainda era de menos. Ambos inexperientes, ela tímida e sempre muito reservada, nossa iniciação sexual não foi das melhores. O tempo passou fomos nos abrindo e fazendo sexo todos os dias, mas ela sempre muito acanhada.


Quando mudamos, escolhemos uma casa, numa Cidade Satélite onde morava Adilson, filho de um amigo dos meus pais, que trabalhava na capital. Ele era casado, pai de um filho, 35 anos. Ficamos amigos do casal e sempre frequentávamos a casa deles e eles a nossa. Adilson tinha uma casa muito boa e com piscina e nos finais de semana ele sempre nos chamava para um churrasquinho, cervejinha e banho de piscina.  Com o tempo fui percebendo que ele não tirava os olhos de minha espoa. Quando estava só de sunga, dava para ver o volume e perceber claramente que ele era bem dotado. Percebi também que Regina, sempre que tinha oportunidade, fixava os olhos entre suas pernas. Ele disfarçava, mas dava para perceber que a desejava e, quando Regina ficava só de biquíni, o volume entre suas pernas aumentava e ele tinha que sentar para disfarçar, tamanho era o tesão dele pela minha mulher.  Um dia resolvi conversar com minha esposa sobre isso e ela, muito sem graça, disse-me que também vinha percebendo isso, e me tranquilizou, dizendo que ele nunca fez nada além de olhar e que eu tinha que confiar nela, pois me ama e jamais pensou em nada. Estava enciumado, mas confesso que também com tesão, sabendo que ela estava sendo desejada.


Um dia, retornando ao trabalho, após almoçar, parei numa casa lotérica para pagar uma conta e, sem querer, tranquei a chave dentro do carro. Como era perto de casa, antes de tentar um chaveiro, resolvi voltar à pé e pegar as chaves reserva. Ao me aproximar, vi o carro do Adilson estacionado na porta. Meu coração disparou e fiquei curioso em saber o que ele viera fazer em minha casa. Entrei sem fazer alarde e ao me aproximar da sala, olhei com cuidado e me deparei com minha esposa só de camiseta, traje que ela adora pra ficar em casa quando está só, conversando com o Adilson. Resolvi escutar o que eles conversavam e retornei ao quintal e entrei por uma porta lateral que dava acesso a um cômodo tipo mezanino, de onde dava para ver toda a sala de estar sem que eles me vissem e eu pudesse ouvir o que falavam. Ele a estava assediando, dizia o quanto ela era linda e muito gostosa, que morria de excitação por ela, que não aguentava mais e resolveu passar para visitá-la enquanto eu trabalhava, pois nunca tinha tido oportunidade de falar isso a ela. Apesar das investidas dele, para minha alegria, ela rebatia, dizendo, muito sem graça e trêmula, que era casada e que me amava e que jamais iria me trair e que não mais fizesse isso. De onde estava, dava para ver os dois e ele, já de pau duro, dava par ver sob a calça, se aproximou dela e com muito jeitinho, foi acariciando seu rostinho e insistindo na sedução. Ela, meio sem ação, fixava os olhos para o pau duro dele sob a calça e, já demonstrava certa fraqueza, mas tentava resistir ao seu assédio. Pensei em interromper tudo, mas confesso que estava muito excitado com aquilo tudo e resolvi esperar para ver qual a reação dela. Ele se aproximou mais dela e já quase juntos, pegou seu rostinho e começou a beijá-la. Ela, no início, tentou empurrá-lo e se soltar dele, mas seu corpo foi amolecendo e se entregou ao beijo. Pensei comigo mesmo. Ou interrompo agora ou vou ser o mais novo corno da cidade. O tesão falou mais forte e confesso que fiquei com medo também e deixei rolar. Eles se beijaram por alguns instantes e de repente Regina o afastou e disse que não ia transar com ele e que só queria ver o pau dele, pois só conhecia o meu pau e tinha curiosidade de ver o dele, pois ela já havia percebido que era bem maior que o meu. Ele, não se fez de rogado, abriu o zíper e colocou o pau pra fora já duro como rocha pedindo para ela pegar. Meio receosa ela segurou e começou a punhetar. Ele excitadíssimo pedia para ela chupar. Ela resistia, mas não demorou muito e agachou, começando um boquete. Nessa hora ele ficou de lado, exibindo um pica monumental, devia ter uns vinte centímetros e o pior, era grossa, muito grossa. Nem em filmes de sacanagem tinha visto um pau daquele tamanho. Ela, já totalmente entregue e gemendo, tentava abocanhar tudo aquilo e, com um prazer que eu nunca tinha visto. Ela chupava, esfregava-o na cara e lambia o líquido que saia de sua cabeçona. Ele, elogiando sua performance, forçava a cabeça dela contra o pau, que de tão grande, só entrava até o meio daquela boquinha linda. Nessas alturas, eu já estava pra gozar na cueca. Nunca imaginei que minha esposa, com apenas um ano de casada e dezoito aninhos fosse tão safadinha daquele jeito. Ela quase não chupava meu pau.


Adilson, já dando sinais de que ia gozar, tirou o pauzão da boquinha dela e a puxou pra si, dando-lhe um beijo brusco e violento, arrancando suspiro e gemidos dela. Em seguida, arrancou com força a calcinha dela e se agachou, iniciando uma chupada em sua bucetinha com muita vontade, a fazendo ter, aos gritos, seu primeiro orgasmo. Ele, que tem quase dois metros de altura, ergueu minha pequena esposa e apoiou seu corpinho no encosto do sofá, abriu delicadamente suas pernas e direcionou aquele monstro na entradinha de minha esposa e foi penetrando, lentamente até entrar tudo, a fazendo gemer, e começou um vai e vem, no início lento e delicado e depois foi aumentando o ritmo e os gemidos dela acompanhando, até que ela começou a gritar e teve seu segundo orgasmo e em seguida ele também gozou e a inundou de porra. Era porra que não acabava, e quando ele tirou o pau seu esperma escorreu por entre suas pernas. Nunca tinha visto minha esposa daquele jeito. Ela estava transformada, uma verdadeira putinha. Regina não resistiu à curiosidade de ver o pauzão dele e se entregou sem nem se preocupada de estar transando sem camisinha e até correndo o risco de engravidar.


Adilson se jogou no chão quase desfalecido e Regina, com dificuldade, pegou a camiseta que usava para se limpar. Em seguida, deitou em cima dele e o beijando, falou que aquilo tinha sido maravilhoso, mas que seria a última vez e pediu segredo a ele. Ele concordou e, a pedido dela, se vestiu e com um sorriso feliz na cara, deu o último beijo na sua boca e se foi. Aproveitei que ele tinha ido embora e Regina estava no banheiro pra sai rapidinho do meu esconderijo, com a minha calça toda melada de porra, e fui procurar um chaveiro.


Passei a tarde toda sem conseguir trabalhar e de pau duro, sempre pensando nas cenas que tinha visto. Minha esposa, de apenas dezoito anos me corneando com um pirocudo de trinta e cinco e ainda por cima casado, me deixou muito excitado e também muito preocupado com o futuro dali pra frente. Decidi não falar nada com eles e fingir que não sei de nada. 
À noite quando retornei, senti ela mais fogosa, assanhada, rindo muito, do tipo menininha sapeca. Mas tarde na cama ela estava mais solta. Para minha alegria, tomou a iniciativa de chupar meu pau, chupando com voracidade até eu gozar. Refizemo-nos e em seguida comecei a chupar sua bucetinha e senti o quanto estava inchada e vermelha e logo em seguida a penetrei e senti que estava mais molhadinha que de costume e ela mais fogosa, gemia e me beijava loucamente. Foi a melhor trepada que realizamos desde o casamento. O pauzão do Adilson fez muito bem pra ela. Com certeza ela vai dar pra ele mais vezes e eu estou adorando ser o mais novo corno da praça. Vou guardar segredo e espero que ela continue dando pra ele, pois estou adorando ser o mais novo corno de Brasília. 
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