Tenho 30 anos, me chamo Vítor, casado há 2 anos com Cristina, uma moreninha linda de 25. Eu formado em Administração e ela em Letras. Ambos servidores públicos federais aqui em Brasília. Minha esposa é linda, corpinho tipo magra falsa e muito simpática. A conheci quando ela ainda estava na faculdade. Fui seu segundo namorado. Márcio, colega da faculdade, foi seu primeiro namorado, namoro esse que durou apenas oito meses, pois assim que ela me conheceu, rompeu o namoro com ele.
Márcio se formou junto com minha esposa e, assim que terminou o curso, se mudou para Vitória/ES, sua terra natal. Ele era boa pinta e confesso que tinha ciúmes dele, apesar de ser um cara muito simpático e boa praça. Como ele era muito amigo de meu cunhado, vez ou outra nos encontrávamos, até ele se mudar para Vitória.
Nossa vida sexual está a mil. Gostamos de fantasiar nossas transas. Tenho fantasiado ela transando com outro homem. Ela fica excitada quando falo no ouvido dela esse meu desejo e ela pergunta se tenho vontade de ser corno, respondo que sim e gozamos gostoso. Essa fantasia tem nos deixado muito excitados e ultimamente é ela quem toma a iniciativa de me chamar de corninho quando estamos transando.   
Na festa de formatura de meu cunhado o Márcio foi convidado, ficando hospedado na casa de sua tia aqui em Brasília, onde morou enquanto estudava. A festa foi numa casa especializada em eventos, num bairro afastado, com amplos salões e jardins. Meu cunhado reservou uma mesa enorme onde estava reunido familiares e amigos. Minha esposa estava linda, com um vestido decotado com uma abertura lateral, deixando suas belas coxas à mostra. Quando Márcio chegou foi uma festa, visto que há quase dois anos não aparecia em Brasília. Percebi que minha esposa ficou um pouco emocionada ao vê-lo, se cumprimentaram com um forte abraço, beijinhos na face e ficaram de mão dadas por alguns segundos. Márcio sentou-se ao lado de meu cunhado, quase de frente pra nós. A festa rolava e Cristina, que não é de beber muito, já tinha tomado duas doses de margarita, drink que ela gosta muito, e percebi que os dois trocavam olhares com muita frequência.
Ao lado de onde estávamos havia outro salão enorme onde rolava música eletrônica. Uma colega de minha esposa nos convidou para dançar mas, como não curto muito essas músicas, preferi ficar. Minutos depois o Márcio levantou-se e também se dirigiu ao salão. Quase quinze minutos depois resolvi ir ao banheiro e quando passei ao lado do salão pode ver que Cristina dançava animadamente com o Márcio, sorridente e alegre como ela sempre foi. Fiquei enciumado e pensei em cortar o barato mas, junto com o ciúme veio também um tesão enorme só de imaginar ela dando pra ele. Segui para o banheiro e quase não consigo urinar, visto que meu pau não baixava de tão duro. Voltei pra mesa e, após alguns minutos eles também voltaram. Minha esposa pediu outro drink e me beijou na boca. Senti que ela estava excitada e passei a beijá-la mais forte e levei minha mão entre suas coxas por sob a mesa e percebi sua calcinha encharcada. Por que toda essa excitação, perguntei baixinho em seu ouvido e ela respondeu que eu sabia muito bem o porquê. Dei outro beijo de língua nela e disse pra tomar cuidado pois a festa estava cheia de parentes e amigos.
Nesse momento márcio levantou-se e, novamente, se dirigiu para o salão de música, acompanhado de meu cunhado e sua namorada e outros amigos. Cristina tomou em um só gole o restante do drink, me deu outro beijo e, sem falar nada, se dirigiu também para o salão. Fique na mesa com o pau duro como rocha e imaginando o que poderia rolar. Eu estava excitadíssimo mas também preocupado, visto que Cristina já tinha tomado três doses de margarita e poderia dar bandeira numa festa com vários parentes e amigos.
Alguns minutos e vejo, de onde estava sentado, minha esposa e Márcio saindo do salão e se dirigindo ao jardim externo, próximo aos estacionamento. Peguei meu copo de cerveja e, disfarçadamente, me dirigi para o mesmo local, só que dando a volta por outro lado, de forma que ninguém percebesse e me aproximei o máximo que podia, evitando que me vissem. Somente os manobristas e outro casal desconhecido estava no local naquela hora. Não dava para ouvir o que falavam, mas a conversa estava animada pois sorriam o tempo todo. Aos poucos ele foi se aproximando cada vez mais de minha esposa e não demorou estava acariciando seu rosto. Ela segurou suas mãos, tipo tentando afastá-lo, mas sem empurrá-lo de perto de si, falou alguma coisa e em seguida o beijou na boca. Ele a pegou pelo braço e a levou para o estacionamento, em local mais escuro. Tentei segui-los mas tinha um espelho d água me impedido de passar. Resolvi dar a volta e seguir em direção ao estacionamento e pode ver, por entre os carros estacionados, eles de pé se beijando, grudados um no outro. Fiquei os observando sem que percebessem, trêmulo, ofegante, coração disparado, boca seca e com um tesão inexplicável. Como já estava ficando tarde e várias pessoas já estavam se dirigindo ao estacionamento, momento em que a iluminação do local foi reforçada, os obrigando a abandonar o local e voltarem para a festa. Fiquei onde estava por uns quinze minutos, sem saber o que fazer. Sentindo muito ciúmes, tesão e raiva. Resolvi voltar para a mesa e chegando lá, Cristina e Márcio estavam sentados um ao lado do outro. Tinha uma cadeira vaga ao lado da minha esposa e pra lá me dirigi e sentei ao seu lado. Peguei em suas mãos, dei um beijo em sua boca e não dei nenhuma demonstração do que tinha visto minutos atrás e para minha sorte, ninguém também percebeu nada. Só eu é que percebia o semblante de frustação dos dois por não poderem permanecer por mais tempo no estacionamento.
A festa foi aos poucos se esvaziando e, quando estávamos nos preparando para ir embora, perguntei ao Márcio se queria uma corona até a casa de sua tia. Ele respondeu que sim, visto que tinha vindo à festa com uma amiga mas ela já tinha ido embora. No carro, à caminho da casa da tia de Márcio, percebi o quanto minha esposa e Márcio estavam excitados e eu, de pau duro desde que eles foram dançar pela primeira vez, tomei coragem e resolvi convidar o Márcio para dormir em nosso apartamento, visto que estava tarde da noite, sua tia morava longe e nosso apartamento tinha dois quartos e um banheiro sobrando. Nesse momento minha esposa me olhou meio que assustada mas com um brilho nos olhos.  Márcio respondeu que se era melhor pra nós, visto que sua tia morava muito longe, e se não fosse incômodo, aceitaria. Nesse momento, peguei na mão de minha esposa e apertei com força e em seguida dei um beijo em sua boca, tipo dando a dica aos dois do que estaria por vir.
A viagem foi tensa e silenciosa, acho que nós três estávamos com o mesmo pensamento. Chegando na garagem do nosso prédio, tomei coragem e virei para os dois e disse a eles o que tinha visto no estacionamento da festa e que não precisavam se desculpar, pois, apesar do ciúmes, também senti muito tesão e propus curtir uma noite a três. No elevador, peguei a mão da Cristina e a entregue ao Márcio, que a puxou pra si e deu-lhe um beijo na boca. Mal trancamos a porta do apartamento e Márcio e Cristina já foram se despindo um ao outro. Minha esposa soltou o vestido, ficando só de calcinha e sutiã e passou a desabotoar a camisa de Márcio, passando as mãos em seus peitos peludos, chupando seus minúsculos mamilos. Márcio retribuiu, soltando o sutiã de Cristina, deixando no ar seus peitos durinho e redondinhos e em seguida passou a chupá-los com maestria. Sentei-me no sofá, tirei meu pau pra fora da calça e fique me punhetando, vendo aquelas senas que fantasiava virar realidade. Márcio abriu o zíper, baixou as calças e ficou só de cueca e Cristina tirou a calcinha, expondo a bucetinha quase toda depilada e molhadinha. Ajoelhou-se e desceu a cueca do Márcio, expondo uma pica dura, grossa e cabeçuda, já babando o líquido lubrificante em sua ventosa e passou a chupá-la. Quase não coube em sua boca. Após uns cinco minutos, Márcio pegou minha esposa pela cintura e a colocou delicadamente em meu colo, ajoelhou-se entre suas pernas e passou a chupar sua bocetinha. Cristina, aos gritos de tanto tesão, deitou-se em meu tórax, se virou em direção ao meu rosto e passou a me beijar, pedindo para eu sentir o gosto da pica do Márcio. Enquanto eu a beijava na boca e pegava nos biquinho durinhos de seus peitos, Cristina deve seu primeiro orgasmo. Márcio se ergueu, subiu em cima de minha esposa, fazendo uma espécie de sanduiche, abriu suas pernas que a esta altura estavam trêmulas, posicionou sua pica grossa e cabeçuda na entradinha de minha esposa e a penetrou, lentamente. Cristina se agarrou em suas costas e, num estado de transe, começou a gemer e a falar da saudade que sentia daquela pica. É inexplicável o tesão que senti, vendo outro macho em cima da minha esposa. Vez ou outra ela se virava pra mim e perguntava se eu estava gostando de ser corninho e eu, alucinado de tesão, respondia que sim e que ela podia dar pra ele quando quisesse, e que entedia o por que dela sentir tanta saudade da pica do Márcio. Márcio, até então calado, se declarou de paixão pela minha esposa, dizendo que precisava dela, que sentiu muitas saudades e que queria ela de volta. Cristina, gemendo, respondeu que a partir de agora era dos dois e anunciou seu segundo orgasmo. Márcio continuou a bombar sua pica na bucetinha de minha mulher e após uns quinze minutos os dois gozaram aos gritos e minha esposa teve seu terceiro orgasmo. Marcio saiu de cima de minha mulher e se sentou ao nosso lado, exausto. Cristina então se levanta, deita no tapete que estava estendido no chão, abre as pernas e pede para eu chupar sua buceta esporrada. Deitei ao seu lado e disse a ela que estava com muito tesão, pois ainda não tinha gozado, mas que estava meio constrangido de chupá-la. Ela me beijou na boca, disse que me amava, e que tinha muita vontade de me ver chupando porra e me puxou para o meio de suas pernas. O tesão falou mais forte e chupei toda a porra que estava na entradinha e em seguida a penetrei, sentindo que ainda tinha porra dentro de sua buceta, gozei como nunca tinha gozado em toda a minha vida.
Fomos os três para o banho, Márcio no Banheiro social e eu e Cristina no banheiro da suíte. No banho, estávamos meio sem graça, principalmente eu. Ela percebendo, me abraçou, me beijou na boca e disse que sempre me amou, caso contrário não teria rompido o namoro com o Márcio e que agora me ama mais ainda. Perguntei se ela iria mesmo dar pra Márcio novamente e ela respondeu que sim, hoje mesmo e quero você participando mais, sempre tive vontade de receber uma dupla penetração na buceta e quero ver se consigo. Voltamos para a sala, eu de bermuda e Cristina de camisolinha, e encontramos o Márcio, também muito sem graça enrolado em uma toalha. Minha esposa, alegre e extrovertida como sempre, tratou de animar o ambiente, abrindo uma cerveja gelada e colocando uma música suave pra tocar. Num instante estávamos os três no maior astral, comentando a aventura e nos preparando para mais uma sessão de sexo a três, dessa vez com dupla penetração na buceta. 
Márcio agora faz parte de nosso casamento. Vez ou outra nos encontramos.

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