A impressão que tinha era que o ônibus não andava, que a distância entre nós não diminuía.


Os grandes prédios surgiam, meu coração acelerava a cada vez que me aproximava do terminal rodoviário. Desci do ônibus e tomei o metrô. Estação após estação aumentava a sensação de borboletas em meu estomago e um frio cada vez maior tomava conta de mim. Estava eufórica por vê-la novamente, ansiava por sentir sua pele e seu perfume.


Ela se atrasou como todas as outras vezes, isso me deixava em cólicas, eu me corroía. Deus, como eu queria saber onde ela estava, como eu queria correr ao seu encontro!


Depois de tanto tempo, enfim ela estava a caminho. Fui ao seu encontro, como quem se encontra com a felicidade, como quem se encontra com o grande amor de sua vida.


O vento soprava gelado e o sol adormecia no final da tarde entre os prédios. As pessoas corriam aos seus lares, buscavam seu conforto, encontravam seus entes queridos e o meu amor caminhava em minha direção entre todas aquelas pessoas.


A calçada de difícil acesso, o céu cinzento, os poucos raios de sol que sobravam entre as nuvens ganhavam uma beleza cinematográfica, e nada, nada se comparavam aos seus olhos e ao seu sorriso.


Ao nos aproximar a abracei, a queria mais do que qualquer coisa em meus braços e queria encontrar-me nos seus, e o resto do mundo? Quem precisa do resto do mundo?


Melhor do que encontra-la, era chegar ao quarto e poder beijá-la, não que eu não pudesse faze-lo na rua, acho que poderia beijá-la, despi-la e amá-la em meio a multidão, não importando quem passasse.


Sua boca macia tornava seu beijo capaz de me hipnotizar, como seu beijo era delicioso! Poderia beijá-la por horas sem parar, poderia apertá-la contra meu corpo até que nós duas nos tornássemos uma. Era delicioso sentir cada parte de seu corpo em mim. Sua respiração se ofegava e aumentava meu desejo ainda mais.


Minha boca descia por seu pescoço, seus olhos estavam fechados, seu rosto expressava prazer. Eu a queria, precisava fazê-la minha mulher, precisava tomar seu corpo para mim. Mais uma vez minhas mãos percorriam redescobrindo cada parte deliciosa dele.


Nos deitamos na cama sem cessar os beijos, eu estava em cima, me esfregava nela, posicionava minha coxa entre suas pernas e aumentava a pressão do meu corpo contra o seu.


Em pouco tempo estávamos despidas, eu estava completamente molhada, mantinha minha perna entre as suas. Agora beijava seu corpo, tocava meus lábios e minha língua em sua pele branca e sedosa, era como se de alguma maneira eu pudesse devorá-la.


Coloquei minha boca em um de seus fartos seios, mordisquei o mamilo e o chupei. Minha mão agora buscava sua vulva, e estremeci quando encontrei sua púbis e senti seus macios pelos. Em seguida toquei seu clitóris e percebi que ela também já estava molhada. Cada detalhe daquele momento me satisfazia e eu também queria satisfazê-la, queria que ela sentisse tanto tesão quanto eu, que ela se molhasse e gozasse intensamente.


Desci beijando sua barriga sem deixar de tocar sua vagina, minha respiração aumentava ao passo que me aproximava de seu sexo, tinha impressão de que meu pulmão não conseguia respirar, tamanha velocidade de minha respiração.


Finalmente minha boca tocava seus pelos pubianos, o cheiro característico e único de sua vagina me inundava, como eu queria comê-la! Eu precisava come-la!


Toquei seu clitóris agora com minha língua, ela pronunciava algumas palavras desconexas, me profanava e eu adorava ouvi-la dizendo aquelas coisas com aquela voz manhosa e entre seus gemidos que aumentavam.


Continuei enfiando o dedo em sua vagina e agora a beijava como se beijasse sua boca, ela rebolava deliciosamente em minha língua. Ficava cada vez mais molhada e eu já havia gozado várias vezes sem se quer me tocar, ela era o suficiente para que eu chegasse as alturas.


Voltei a beijar sua boca e encaixei minha vagina na sua, esfregava e sentia discretas pulsações em sua vagina. Ela não conseguia manter os olhos abertos, gemia cada vez mais alto e me apertava cada vez mais e nossos movimentos eram mais rápidos e mais rápidos, e enfim perdemos as forças….

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