Tento ver a vida como uma grande estação de trem. Pessoas chegando e partindo o tempo todo. Às vezes sofremos com as despedidas, outras nem nos damos conta das pessoas que se foram. Às vezes, estamos com tanta pressa, que nos esbarramos um nos outros, mas não temos tempo de conversar, nem nos desculpar. De vez em quando, também precisamos embarcar no trem rumo a novas experiências. Muitas vezes, nos deixamos ficar à espera nessa estação e com a companhia de pessoas que nem sabem pra onde ir e com isso atrasam o seu embarque. Outras, estão apressadas demais para perceber que pouco tempo de espera, pode abrir novos horizontes e possibilidades. E há aqueles, que sentam-se ao seu lado e com um sorriso, fazem a viagem valer a pena. Não durma na estação. Não se atire no primeiro trem. Entenda os esbarrões doloridos que a vida lhe dá. Saboreie as despedidas, mesmo que sob o sabor salgado das suas lagrimas. Mas sobretudo, sorria diante das gratas surpresas que possam vir naquele próximo trem.


(Essa foi pra você)


Eu estava na academia, dando minhas aulas e depois de finalizar mais um treino com uma aluna, fui abordado por uma moça que parecia ser uma nova professora do local.


- Gabriel?


- Oi


Eu respondi, olhando pra ela.


- Você não deve ta se lembrando de mim, mas a gente fez faculdade juntos. Meu nome é Alessandra.


- Ah, oi. Eu não to lembrando mesmo, desculpa. Tenho péssima memória. Vai trabalhar conosco?


Eu perguntei, meio sem graça por causa da ausência de lembrança.


- Vou sim. Tudo bem, não esquenta. Você sempre foi bem quieto e não era muito de papo. Sabia que não iria lembrar.


- Desculpa de qualquer forma. Olha, o que você precisar aqui, pode falar comigo. Conheço todo mundo e o funcionamento da academia. Você vai gostar daqui.


- Ah, que bom.  Vou precisar mesmo até pegar o ritmo. Obrigada.


Ela agradeceu gentil.


Despois desse dia, a Alessandra virou uma companhia constante. Conversávamos sempre na academia e ela se mostrou uma menina muito legal. Corríamos juntos no parque e sempre que eu podia, indicava novos alunos a ela.


Um dia, saindo da academia, ela me chamou para comermos um sanduiche.


- Ah, não sei Alê. Acho melhor a gente deixar pra outro dia.


- Para, Biel. Que coisa. Vamos, tem uma casa de sucos muito boa que abriu recentemente. Por favor?


Ela pediu, abrindo um lindo sorriso.


Acabei topando, até porque estava varado de fome. Chegamos ao local e fizemos os pedidos. Ficamos ali conversando, enquanto os mesmos não chegavam.  Eu senti meu celular vibrar no bolso e quando olhei, tinha uma mensagem do Allan perguntando onde eu estava. Expliquei que estava lanchando com uma colega de trabalho e que quando chegasse em casa, mandaria uma mensagem para ele.


Os lanches chegaram e começamos a comer. Estávamos entretidos, conversando, quando ouço uma voz familiar.


- Olá!


A Leticia falou, olhando para mim e depois para a Alessandra.


Apresentei as duas e rapidamente a Leticia pediu para se sentar à mesa. Eu a conhecia há tantos e tantos anos, que sabia que isso seria uma péssima ideia, mas não fiz objeção. Não adiantaria.


- Então Alessandra, quem é você?


A Letícia perguntou, colocando os cotovelos sob a mesa.


- Hã?


- É, digo, o que você faz? Trabalha com que?


- Ah sim, eu to trabalhando na academia que o Biel também trabalha. To lá faz um pouco mais de um mês.


- Ah entendi. Você tem namorado?


A leticia perguntou, perspicaz.


- Que isso, Lê? Você nem conhece a garota pra perguntar essas coisas.


Eu intervi.


- Ah que nada, Biel. Somos mulheres. Né, Alê?


- Claro rs. Eu terminei um relacionamento a pouco tempo. Só agora que to superando. Sabe como é… Complicado.


Ela respondeu, um pouco sem graça.


- Namoro é dor de cabeça, né? Eu mesmo falo pro Biel, mas ele é cabeça dura. Se apaixonou e embarcou com tudo. Ta namorando e feliz. Ainda há esperanças para o amor, né?


A Leticia falou ironicamente, dando um gole no suco. Olhei-a, fuzilando com o olhar.


- Ah…. Eu não sabia que você tinha namorada. Eu nunca te vi com ninguém nesse tempo que estamos convivendo.


- É que ela mora em outra cidade.


A Leticia voltou a falar, me matando de vergonha.


- Desculpa, Alê. É que eu não gosto de falar da minha vida privada. Acho algo íntimo. E a Leticia FALA demais.


Eu disse, olhando para a minha amiga com um olhar fulminante.


- Tudo bem, Biel. Eu entendo. Fico feliz por você.


A Alessandra falou, tomando um gole do seu suco.


Nós despedimos e eu fiz questão de levar a Leticia em casa.


- Você ficou louca?! Como que vai falando aquelas coisas, você nem conhece a menina. Deixou ela super constrangida!


Eu disse, assim que entramos no carro.


- Ué? Só porque eu falei que você era comprometido? Isso não tem nada demais.


- Mas ela nem nunca me perguntou. Temos uma relação profissional. Quando não é o Allan aprontando, é você. O que eu fiz? Joguei pedra na cruz?


- Não seja tão dramático, meu bem. Só dei uma situada nela. Vai te poupar problemas futuros. Você vai ver.


- Você não tem jeito.


Conclui, irritado.


Deixei ela em casa e quando cheguei ao apê, encontrei o Allan me esperando em frente do prédio.


- Não te falei que te mandaria uma mensagem quando eu chegasse?


- Você tava com aquela ruiva de novo?


Ele perguntou, cruzando os braços.


- Ah, Allan. Por favor, né? Já te disse que ela é uma colega de trabalho. Já não basta a Leticia que fez eu passar a maior vergonha hoje. Você também não, né?


- Agora você vive grudado nessa mulher. Eu não to gostando nada disso.


- Ela trabalha comigo. A nossa relação é profissional. E ela é uma garota legal. Qual é o problema de eu ter uma amizade com ela?


- E ela quer só amizade?


Ele perguntou.


- Olha, Allan. Porque não subimos e a gente assiste um filme. Ficamos um pouco juntos e você esquece essa besteira.


- Hoje eu não posso. Vou jantar com os meus pais.


- Tudo bem, mas antes vem cá.


Eu disse, puxando-o pela mão.


Entramos na garagem e eu olhei para os lados para ver se vinha alguém, e o prensei contra a pilastra. Olhei bem naqueles imensos olhos azuis e o beijei, faminto. Nossas bocas se engoliam, enquanto nossas línguas se enroscavam. Ficamos nos beijando por minutos a fio, nos alimentando somente das nossas salivas. Mordi seu lábio inferior e puxei de leve, olhando pra ele.


- Não pode mesmo ficar?


- Hoje não. Já to atrasado.


Ele disse, com os lábios bastante vermelhos por causa do atrito com a minha barba.


- Ta bom, então. Mas para de besteira, tá? Eu te amo, bebê.


Eu disse, dando um selinho na boca dele.


No dia seguinte, fui correr no parque como fazia quase todos os dias. A Alessandra tinha virado uma companhia nesse quesito também, visto que depois acabávamos indo pra academia juntos. Ela nem tocou no assunto da noite anterior, o que me deixou menos constrangido.


Terminamos a corrida e sentamos para descansar um pouco. Eu olhei o movimento e não demorei para avistar um grupo de jovens que jogava bola próximo da onde nós estávamos. Reconheci o Allan entre eles, imediatamente. Minha primeira reação foi levantar para irmos embora, mas já era tarde demais. Ele veio correndo em nossa direção.


- Ei, tão faltando duas pessoas no time de vôlei e assim não vamos conseguir jogar. Vocês não topam?


Ele perguntou, abrindo um lindo sorriso.


- Não.


Respondi seco, já sabendo as intenções dele.


- Ah, porque não, Biel? Pode ser divertido. Faz muito tempo que não jogo. Vamos mostrar pra essa garotada como se joga.


Ela disse, toda empolgada, se levantando.


O Allan me olhou, sorrindo de forma irônica.


- Não, Alê. A gente vai se atrasar pra academia.


- Vai nada. Uma partida só. Vamos.


Ela disse, já indo para quadra de areia. O Allan a acompanhou, porque ele sabe que se ficasse para trás, eu iria no mínimo beliscá-lo.


Nos dividimos entre dois times que tinham meninas e meninos. Eles alegaram que para ficar equilibrado, eu tinha que ficar num e a Alessandra em outro. Obviamente, eu acabei ficando no time do Allan.


Começamos a jogar e a cada oportunidade que o Allan tinha, disparava cortes em cima da Alessandra, que ligeiramente desviava. Eu o olhava com a cara feia, mas ele só fazia sorrir. Ela se divertia, ingênua, sem nem imaginar que na verdade era um alvo naquele jogo. Continuamos a jogar e eu vigiava todos os movimentos dele e quando sentia que ele iria dar uma cortada mais forte, meio que o empurrava, para que a bola fosse em outra direção.


- Para com isso, Allan.


Eu pedi baixo, entre os dentes.


- To jogando, ué.


Ele respondeu, sorrindo.


Não demorou muito, pra que numa distração minha, ele pegasse um impulso alto e atingisse a bola com toda força, acertando em cheio a cara da Alessandra, que caiu no chão imediatamente. Corri na direção dela, abrindo passagem na rodinha que se formou em volta dela. Ela segurava o rosto com as mãos e já era possível ver o sangue escorrendo.


- Meu Deus Alê, você ta bem? Deixa eu ver.


Eu pedi, tentando afastar as mãos dela do seu rosto. Quando consegui, vi que seu nariz sangrava bastante.


- Pera, deixa eu ver se quebrou.


Eu pedi, tocando cuidadosamente.


- Aaaiii.


Ela gemeu, chorando de dor.


- Calma, calma. Acho que não quebrou, mas vou te levar no hospital.


Eu disse, ajudando ela a se levantar.


Tirei a minha blusa e dei a ela, para que ela pudesse estancar o sangramento. Coloquei-a no carro e o Allan ficou esperando ao lado da porta do motorista, cabisbaixo.


- Satisfeito?!


- Desculpa, eu não achei que fosse machucar assim.


- Depois a gente vai conversar.


Eu disse com raiva, entrando no carro em seguida.


Fomos até o hospital e graças a Deus não tinha fratura. O médico passou um remédio para dor e um atestado de pelo menos dois dias em casa. Ela estava com o rosto bem inchado e dolorido, fazendo com que eu me sentisse péssimo. Naquele dia e no seguinte, eu não o procurei, nem ele a mim. Sabia que eu estaria irritado demais. A Alessandra voltou ao trabalho com o nariz meio roxo e ainda um pouco inchado, mas bem.


Estava acabando o expediente e eu fiquei responsável por fechar a academia. Tinha uns três alunos somente, pois já estava quase na hora de encerrar as atividades. Vi o Allan entrando e se aproximando, mas virei o rosto, ignorando-o, ainda chateado com o que ele fez. Ele me olhou triste e então se dirigiu-se à Alessandra:


- Eu quero me desculpar pelo o que aconteceu. Eu não tenho muita noção quando to jogando, mas não queria te machucar. Me desculpa, por favor?


- Tudo bem, não aconteceu nada de grave. Essas coisas são normais quando praticamos esportes.


Ela respondeu, gentil. Depois voltou-se a mim.


- Biel, quer que eu fique aqui até você fechar?


- Não, Alê. Pode ir, eu vou ficar mais um pouco porque vou arrumar aquelas anilhas.


Eu respondi, evitando olha-lo.


- Ta bom, então.


Ela respondeu, pegando a mochila e indo embora em seguida.


Ele ficou parado perto de um dos aparelhos, enquanto eu organizava os equipamentos. Os últimos alunos foram embora e eu fechei a porta da frente. Fui até o vestiário para pegar minhas coisas e não demorou muito para que ele entrasse lá.


- Amor, me perdoa…


- Allan, olha o que eu você fez. Você machucou a garota. Podia ter quebrado o nariz dela. Cara, quando você vai parar de fazer essas coisas?


- Eu sei. Você tem toda a razão. Eu sou um idiota. Eu sei que nada justifica a minha atitude, mas eu não aguentava mais te ver ao lado dela.


Ele disse.


- Então quer dizer que você vai agredir qualquer mulher que se aproximar de mim? Que isso??? Ela é minha colega de trabalho, eu já tinha te falado isso. Você não confia em mim?


- Confio. Eu não confio nela. Mulher é foda. Elas sabem seduzir, envolver. E eu não gosto de mulher, mas eu sei que você gosta e ela tem o que eu não tenho. Como eu posso concorrer com isso?


- Allan, eu to com você. Eu amo você. Poe isso na sua cabeça!


- Sim, mas se você quiser pegar num peito? Ou chupar uma xota? Eu não tenho! Como que eu posso concorrer?


- Meu Deus, do que você ta falando? Não é porque eu gosto, que eu vou querer algo. Allan, não é pau ou buceta e sim o que eu sinto. Eu to namorando com você, porque eu sou apaixonado por ti. Não tem lugar pra mais ninguém na minha vida. Vê se entende isso!


- Ta, amor. Desculpa mais uma vez. Sabe como é, né? Essa garotada não sabe jogar. Deu nisso…


Ele disse, sorrindo maroto.


- Vou ignorar essa piadinha.


- Tá, bom. Parei. Mudando de assunto, eu quero malhar aqui. Quero ficar mais próximo de você.


- Não, Allan. Aqui é meu ambiente de trabalho.


- E como eu vou ficar com um corpo legal, então?


Ele disse, tirando a camisa e se olhando no espelho.


Me aproximei e fiquei atrás dele, olhando-o pelo espelho.


- Eu sou louco pelo seu corpo.


Eu disse, pertinho do seu ouvido, passando de leve a minha barba na sua nuca, fazendo ele fechar os olhos.


- É? Então, me convença.


Ele disse, jogando a cabeça pra trás, encostando-a no meu ombro.


Minhas mãos começaram a percorrer seu corpo, sentindo-o. Minha boca percorria seu pescoço e sua nuca, arranhando com os dentes a pele que se arrepiava com o meu toque.  Ele apoiou as mãos na pia, arrebitando a bunda para que ela esfregasse deliciosamente no volume que já se evidenciava na minha bermuda.


Devagar, eu abri a sua calça e a desci lentamente, enquanto a minha boca percorria as suas costas. Tirei a sua cueca e abocanhei a sua bunda, mordendo-a com força, fazendo ele gemer. Ela era branquinha e redonda, e ficava vermelha a medida que meus dentes a marcavam. Eu o virei de frente e fiquei com o rosto na altura do seu pau, que já estava duro de tesão. Passei a língua pelo saco, fazendo ele arfar. Chupei uma bola, depois a outra, para então subi com a ponta da língua, da base até a cabeça, circulando devagar, enquanto ele passava os dedos pelo meu cabelo. Demorei-me no buraquinho da uretra, então desci novamente, circulando toda a sua pica com a língua.


Ele jogou a cabeça pra trás, mordendo os lábios com os olhos fechados. Abri a boca e fui engolindo o pau dele, bem devagar e então comecei a chupar. Sugava com fome e então voltava a apenas deslizar a língua levemente, levando-o a loucura.  Fui subindo com a boca pela barriga, mordendo, sugando a pele, brincando com o seu umbigo. Ia beijando e falando:


- Eu (beijo), amo (mordida), cada (beijo), centímetro (beijo), do (mordida), seu, (beijo), corpo (mordida).


E assim eu cheguei até o seu mamilo. Circulei-o com a ponta da língua, para depois suga-lo com fome e puxa-lo com a ponta dos dentes, fazendo-o gemer. Subi pelo seu ombro, mordendo-o, para então continuar com os dentes até sua orelha. Mordia a ponta de forma safada e a suguei, puxando-a.


- Eu sou louco por você, meu neném gostoso.


Falei, rouco de desejo no seu ouvido.


Então, agarrei a sua bunda com força e o suspendi, fazendo-o sentar na pia. Ele abriu a minha bermuda e a tirou, fazendo saltar a minha rola que já babava em abundância. Ele apertou a base com força, fazendo o liquido escorrer, então passou o indicador na cabeça, pegando uma grande quantidade. Levou os dedos até os lábios, passando a babinha neles como um batom e chupando o dedo em seguida. Logo depois me puxou, beijando-me faminto, enroscando a sua língua na minha, fazendo eu sentir meu próprio gosto. As bocas se devoravam, enquanto as mãos percorriam nossos corpos, inflamadas de desejo.


Ele entrelaçou as pernas em volta da minha cintura, puxando-me mais para perto, fazendo eu encaixar minha rola na entradinha. Parou de me beijar e olhou bem nos meus olhos.  Fui forçando devagar, sentindo entrar a cabeça e depois o resto. Ele se contraiu, espremendo os olhos e mordendo os lábios, cravando as unhas nas minhas costas. Rodei o quadril lentamente, laceando-o, sentindo meu membro todo dentro dele.


Então os movimentos começaram devagar, entrando e saindo, para ir acelerando conforme nosso prazer aumentava. Ele mordeu meu ombro, sentindo as estocadas que ficavam cada vez mais fortes. Agarrei no seu cabelo, puxando-o para trás, para abocanhar seu pescoço, fodendo-o gostoso. Nossos corpos se chocavam, cadenciados no ritmo do nosso tesão. Acelerei os movimentos, fazendo ele gemer mais alto e urgente, para depois praticamente parar, para que ele sentisse minha rola pulsando dentro dele.


Ele jogou o corpo pra trás, apoiando as mãos no espelho, convidando-me a foder mais forte, o que eu fiz imediatamente. Aumentei a estocadas, olhando em seus olhos, sentindo o suor escorrer pela minha testa. O rosto dele foi mudando de fisionomia, os gemidos ficando mais urgentes, até que ele me agarrou, cravando os dentes no meu ombro e urrando de prazer. Senti o primeiro jato atingir quente a minha barriga, seguido de outros e de uma contração deliciosa no seu cuzinho, que me fez gozar em seguida, forte e abundante dentro dele.


Ficamos abraçados, ainda com suas pernas entrelaçadas em volta da minha cintura, respirando com dificuldade e sentindo os espasmos nos nossos corpos. Sem sair de dentro dele, segurei-o pela bunda e o suspendi novamente, pegando-o no colo. Levei-o até o chuveiro, onde novamente nos amamos, sentindo a agua bater nos nossos corpos. Terminamos e nos lavamos, entre beijos e caricias.


Estávamos nos secando, quando eu falei:


- Espero de verdade que você tenha entendido que não tem o que temer. Não quero que aquilo volte a se repetir. Sempre que você sentir ciúmes, a gente conversa e faço você se sentir seguro. Ok?


- Tudo bem, amor. Eu prometo.


Ele disse, sorrindo.


Desligamos todas as luzes e eu fechei a academia, deixando-o em casa em seguida.


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Hey vocês,


Voltamos ao nosso dia tradicional de sábado para as postagens. Fica melhor pra mim. Quero agradecer de coração a todos que disponibilizam do seu tempo pra vir aqui e deixar um comentário bacana, porque isso faz toda a diferença. Eu sei que tem muita gente que lê e não comenta, mas façam o cadastro, que é discreto e seguro, super fácil de fazer e venham aqui dar a opinião, pq pra quem escreve é super importante. Quanto aos e-mails, só tenho a agradecer todo o carinho que eu recebo. Respondo a todos com o maior prazer, pq é mt bom trocar uma ideia com vocês. Mta gente me fala que ficou receoso em mandar o email achando q já tinha mt gente escrevendo pra mim e etc. Parem de besteira. Me amarro em poder ter interação com vocês e é uma maneira de agradecer.


Pra quem quiser, ta aí: biel.sabatini@yahoo.com.br


Pedro Hünran: Po, cara. Valeu de vdd. Foda saber disso.


Irish: Poxa, me deixou feliz em saber. Brigadão.


Plutão. Valeu pelo carinho. O Allan sabe sim que escrevo e acompanha o conto como vcs. rsrsrs.


Babado Novo: Menino, pega leve aí. Quase me mata de vergonha assim rs. Valeu pela fidelidade.


FASPAN: Sempre gentil e carinhoso nos seus comentários, ne? Vlw de vdd.


Á vcs e somente por vcs: (FASPAN, Pedro Hünran, MougauseDs, Kevina, A&M, gatinho02, @Kaahh_sz, GarotoInterior, Irish, Guga05, M/A, _Dark_, Babado Novo, Crystal*.*, LiLoBH, $Léo$;), Bruce W., GuiCorrea, Puzzle, Plutão, Noni, gabsm, L.Paz, Safirynha, Neguinha_evangélica*, CintiaCenteno))

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