O Acompanhante - Parte XX


Nuella não demonstrava estar enciumada com a presença de Roxane. Minha secretária, no entanto, fuzilava-me com os olhos cada vez que nosso olhares se encontravam. É que estávamos todos sentados à mesa da cozinha, fazendo uma refeição leve preparada pela linda negra. Ainda estávamos todos nus e de vez em quando Roxane tocava em meu pênis, por baixo da mesa, com a ponta dos dedos dos pés. Permanecíamos todos calados. Eu estava esperando que acabássemos de comer para levar Nuella para meu quarto. Lá, estaríamos mais à vontade para conversarmos. Quando Nuella afastou-se um instante, para levar nossos pratos sujos à pia, a loira questionou-me baixinho por ter trepado com a negra e não com ela. Rebati que nossas primeiras chances de fazer amor me deixaram frustrado e me fizeram perder o tesão por ela. Fez beicinho de choro, levantou-se de repente e foi para o quarto. Nuella voltou e me olhou com carinho. Aproximou a boca da minha orelha e sussurrou:


- Eu ouvi o que vocês conversaram. Mas não estou com ciúmes. Vamos pro quarto para que eu te mostre o quanto te amo…


No quarto, no entanto, ela me pareceu muito triste. Quando lhe perguntei o motivo, falou-me da reação do marido quando apareceu viva. Percebeu em seu olhar, não o terror de ser acusado de sequestrá-la: ele estava aterrorizado por ter que voltar a fazer sexo com ela. Achava-a insaciável e por isso fugia da cópula. Então, não fugiu quando a polícia o foi prender por acusação de sequestro e tentativa de homicídio. Preso, não teria que foder a esposa. Portanto, Nuella queria fazer um tratamento sério desse seu distúrbio sexual. Pretendia diminuir sua fome de sexo.


Fiquei pensativo. Eu não temia a sua gula sexual. Até adorava isso nela. E eu me sentia à vontade para realizar todos os meus desejos consigo, pois sabia que ela faria de tudo para me contentar. Concordei que ela procurasse um médico. Aliás, faríamos isso juntos. Mas não queria que ela fizesse nenhum tratamento que inibisse sua libido. Ela abraçou-se a mim e me beijou até que fiquei sem fôlego. Repetia o tempo todo que me amava. Jogou-me sobre a cama e posicionou-se de cócoras sobre mim. Abriu bem os lábios vaginais com as duas mãos e encostou a vulva em meu nariz. Ficou esfregando levemente a boceta em meu nariz e na minha boca, mas não me deixava chupá-la. Escorregou com ela pelo meu tórax até chegar ao meu pênis. Quando pensei que iria se enfiar nele com a xoxota, eis que pega-o com uma das mãos e encosta a glande em seu buraquinho. Levantei-me de repente e a joguei de quatro sobre a cama. Ela gemeu baixinho, antecipando a entrada do cacete duro entre suas pregas, sem nenhuma lubrificação. Não consegui introduzir-me na primeira tentativa. Ela ajudou, arreganhando as nádegas. Visualizei seu bundão empinado e seu buraquinho escuro e fiquei mais excitado ainda. Ela pediu para que eu fosse com tudo, que a estuprasse com meu bilolão. Cuspi na mão e lambuzei sua beirada. Ela pegou meu pau com a mão e apontou para o seu ânus. Estava ansiosa por minha rola dentro dela. Quando empurrei, senti como se a estivesse rasgando ao meio. Parei, mas ela gritou para que eu metesse tudo de vez. Nisso, a porta do quarto, que estava apenas encostada, abriu-se de repente.


Roxane estava parada, fixando os olhos arregalados em nossa direção. Balbuciou, num fio de voz, que também estava excitada. Pediu-nos que a deixasse olhar a nossa foda. Nuella retirou-se do meu pau, deu um pulo da cama e a puxou pelo braço até onde eu estava. Depois, deitou-se e pediu que ela a chupasse. Roxane abriu-lhe bem as pernas, separou-lhe os lábios vaginais bem vermelhos, contrastante com a sua pele ébano, e caiu de língua. Eu estava com o cacete pulsando, decepcionado de não ter fodido o cu da negra a contento. A loira estava com a bunda arrebitada em minha direção. Seu ânus era minúsculo e parecia muito mais apertado do que o de Nuella. Mesmo assim, encostei minha glande nele. Ela parou de lamber a negra e pediu que eu usasse algum creme, pois não costumava dar o cu. Corri ao banheiro e voltei com o frasco de xampu. Lambuzei suas pregas e introduzi um dedo entre elas. Ela gemeu incomodada. Porém, não fugiu do meu dedo. Introduzi mais um.


Eu já não aguentava mais de tanto tesão. Passei xampu no pênis e apontei pro buraquinho dela. Peguei-a pelas ancas e empurrei um pouco do meu falo. Ela parou de chupar Nuella para gemer arrastado. A negra empurrou sua cabeça de volta à vagina, quase sufocando-a. Empurrei firmemente o pau, que entrou apertado. Mas entrou até o fim. Quando voltei a penetrar, seu túnel estava já escorregadio. Fiquei tirando totalmente meu cacete de dentro dela e voltando a introduzi-lo de novo até o talo. A cada estocada minha, ela descuidava-se de chupar Nuella. Esta reclamava e voltava a pressionar seu rosto contra sua xana. Roxane, mesmo sufocada e reclamando que o xampu lhe ardia as pregas, começou a gozar. Agarrou-se fortemente a Nuella e teve vários espasmos de gozo. Quando expeli sêmen dentro da sua bunda, ela voltou a cabeça para cima, com os olhos bem fechados, e começou a chorar. Disse que aquela havia sido a melhor gozada que dera por trás.


Fim da Vigésima Partee

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