\tNossa história tem início em uma tarde de janeiro no começo dos anos 2000. Ela se passa em Florianópolis, cidade que, nessa época de início de ano, vê um número gigante de turistas vindo à sua cidade para aproveitar as praias. Morar em uma cidade tão bela - e em Jurerê, uma das mais belas regiões, frequentada sempre por ricos - era um privilégio, mas tinha seus ônus.


Naquele dia, a casa da família Pereira estava quase vazia. O casal - um advogado de sucesso e sua fiel esposa - havia viajado por 15 dias para o Nordeste do país, aproveitar praias mais calmas em outra terra. Dos três filhos, um, o mais novo, estava na agitação da praia. Os outros dois, gêmeos, preferiram ficar em casa a encarar a praia abarrotada.


O dia tinha todos os ingredientes: era domingo, janeiro, mais de 30\xc2\xbaC. A praia de Jurerê era às vezes frequentada por alguns famosos, mas Ana e André não estavam ansiosos para vê-los. Eles eram irmãos gêmeos, muito parecidos em tudo. Ambos eram loiros e inteligentes, calados e não se abriam muito com ninguém, apesar de sua simpatia. Os melhores amigos que tinham no mundo eram eles mesmos. Amavam-se um ao outro.


André pegou um livro, um copo de Coca-Cola e saiu de casa. Ele ia sentar-se à borda da piscina, seu lugar favorito para ler. Ao sair da porta, avistou deitado ao lado da piscina, sobre uma toalha, o lindo corpo de sua irmã.


André e Ana tinham 16 anos. Sua intimidade era tamanha que, até os 12, tomavam banho juntos, sem maldade alguma. Só pararam porque seus pais os proibiram. Desde então, André não via o corpo da irmã, mas não deixava de, às vezes, admirá-lo. Nunca tinha passado pela sua cabeça possuí-lo, mas ele sabia que o corpo era apenas mais uma das inúmeras qualidades que ele amava na irmã.


Sentou-se perto dela, que assustou-se ao ver alguém chegando, mas deitou relaxada de novo ao ver que era ele. Viu que ele portava um livro e, não pela primeira vez, olhou-o admirada. Era apaixonada pela inteligência do irmão e sonhava ter uma igual - apesar de que André sempre a dizia que ela era tão inteligente quanto ele. Ela pensou que seu irmão nem tinha percebido que ela havia acordado, mas ele falou.


- Bom dia, bela adormecida.


- Bom dia, engraçadinho - devolveu ela.


Ela levantou-se, espreguiçou-se e analisou o cenário ao redor. Seu irmão estava bonito sem camisa, como sempre. Percebeu que os dois teriam a tarde inteira para si. Ana animou-se: havia tempo que seus pais tentavam separá-los um pouco. Ela sabia que, no fundo, todos achavam que os dois eram íntimos demais. Ela nem ligava: só queria a companhia dele, e hoje a teria sem ninguém os ficar vigiando.


Ela tentou ler o título do livro dele, mas era alguma coisa em francês e ela ficou sem entender. Por isso, resolveu criar assunto de outro jeito.


- Ei, o que você tá lendo aí?


- Um livro de filosofia - respondeu ele, apenas.


- Você e suas nerdices - comentou ela, mas ele, concentrado na leitura, pareceu nem ouvir.


- Ei - insistiu ela. - Esse livro é mais interessante que sua irmã mais linda te convidando pra tomar banho de piscina?


André sorriu e fechou o livro.


- Estás com ciúme de um livro?


- Não é ciúme - disse ela, entrando na piscina pela escadinha e colocando quase todo seu corpo sob a água. - É que faz tempo que não temos um tempo só nosso.


- Assim me deu pena - disse André, sorrindo, pulando na água e molhando o chão ao redor.


Ela o bateu no braço de brincadeira e eles começaram a conversar naturalmente, como tantas vezes haviam feito. Comentaram sobre sua família, o distanciamento que o pai deles estava tendo por conta do trabalho e a estranha e repentina timidez e insegurança que de repente pareciam ter tomado conta do irmão caçula deles, Gabriel.


Depois de um tempo, André anunciou que iria ao chuveiro. Ana perguntou a ele se poderia ir junto, ao que o irmão gêmeo paralisou diante da pergunta inesperada.


- Ana, você sabe que nossos pais não deixam.


- Mas qual é o problema? - insistiu ela. - Eu sei que eles não gostam, mas eu e você sabemos que não tem nada demais.


André considerou a questão por um momento.


- Acho que vou ter vergonha do meu corpo - disse ele, sorrindo. - Mudou desde a última vez que você viu.


- O meu mudou também, cabeção. Da última vez que você me viu eu nem tinha peito. Mas não tenho vergonha. É você, André.


O irmão riu de novo e se dirigiu ao banheiro. Ana foi atrás.


André entrou no chuveiro, tirando seu calção e cueca. Ana demorou um pouco para aparecer, mas entrou com naturalidade, ignorando a nudez do irmão.


- Que saudades de fazer isso - comentou ela, sorrindo, como se aquilo lhe trouxesse (e realmente trazia) memórias boas.


Ana tirou seu sutiã e calcinha de biquíni. Nessa hora, André precisou se controlar. Era realmente sua irmã querida, que ele amava, mas era sobretudo uma mulher fantástica nua a seu lado. Ele tentou ignorar e por um minuto manteve uma conversa normal com ela, tentando ignorar o corpo e pensar somente na personalidade da irmã que conhecia. De nada adiantou. Logo, ele percebeu que seu pau estava irremediavelmente duro.


Ele logo ficou constrangido. Não queria que a irmã notasse. Seu desconforto, é claro, não passou despercebido, e a irmã, sem disfarçar, olhou para baixo e viu que o órgão apontava diretamente para seu rosto.


- Isso tudo é amor por mim? - perguntou ela, rindo, tentando descontrair o clima.


- Você sabe que te amo - disse André. - Mas não me entenda mal. Não desse jeito.


Os dois estavam com os rostos próximos. Seus corpos já se tocavam sob a água que corria do chuveiro. Cada qual olhou nos olhos de seu irmão e teve certeza que sabia o que aconteceria.


- Desculpe, André. Eu te amo de todos os jeitos.


Beijaram-se.


Ana, naquele momento, entendeu todo o seu passado. Entendeu porque havia beijado outros meninos e não havia achado aquele sabor especial que inconscientemente procurava. Entendeu onde esse sabor estava. Nos lábios do irmão.


André, naquele momento, entendeu todo o seu futuro. Era, sem sobra de dúvida, ao lado delaa

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