Esse é o meu primeiro conto aqui.


Os contos que pretendo escrever por aqui irão tratar de duas situações: o que vivi com namoradas e o que vivi com outras mulheres.


Vou falar aqui hoje de uma delas. Vou chamá-la de Carla.


Carla é uma gauchinha linda. Estilo mignon. Quando a conheci, logo me encantei por ela. Nosso namoro começou alguns dias após nos conhecermos. Ela era aquela garota que, quando tirava a roupa, você olhava e pensava: “puta que pariu”. Ela tinha quadris largos, cintura fina, pernas grossas (malhava) e seios de médios para grandes.


Era uma coisa de louco. Seu rostinho de anjo contrastava com a puta safada que era na cama. Com ela não havia frescura. Na primeira vez em que transamos, ela já me fez um super boquete. Ficava olhando aquele rostinho lindo e aquela boca que fazia meu cacete desaparecer. A sua cara de safada mamando o meu pau não me permitia resistir por muito tempo. Enquanto avisava a ela que não iria me segurar, os seus lindos olhos azuis brilhavam e ela intensificava a chupada. Aquela visão da carinha de safada dela, e de seus seios rosados pra fora da blusinha, logo me faria jorrar como um adolescente dentro daquela boca, que engoliria tudo, sem deixar cair uma gota.


Safada do jeito que ela era, eu logo quis saber do passado dela. O que ela já fez, com quem, com quantos…Creio que ela não me contou tudo. Mas, ainda assim, obtive informações interessantes. Ela gostava de mulher (já tinha saído com uma) e já tinha ido em casa de swing. Quando ouvi isso, fiquei louco de tesão. Mas, me contive.


Logo imaginei aquela delícia sendo devorada por todos os cacetes possíveis. Eu sempre tive esse tipo de fantasia com namoradas.


Essa história me lembrou também de um amigo de muitos anos (vamos chamá-lo de Ricardo), com quem eu dividia essas taras. Sempre mandava fotos de minhas namoradas pra ele e tentamos acertar várias vezes para ele comer alguma namorada minha, mas acabou não rolando. Isso acabou criando uma dívida entre a gente, pois ele achava que eu


estava curtindo com a cara dele, o que fez com que ele se afastasse de mim.


Depois de algum tempo de namoro, voltei a atiçar o Ricardo (Rick). Tirei várias fotos da minha gata (sem o rosto) e mandei pra ele. Fotos com calça suplex e dela nua também: seios, bunda, coxas, xoxota…Ele ficou louco com a xoxota dela. Realmente era linda: carnuda, rosada, com pelinhos loiros em cima do clitóris e lábios para fora, bem inchada…Quando ele viu aquilo, ele falou: “Caralho, que bocetão…Essa aqui já levou muita pica, hein…É bem rodada. Porra, tô de pau duro. Vou arrebentar essa boceta, cara.” Aquilo me deixou com muito tesão e fiquei imaginando ele fodendo ela.


Quando eu fodia a Carla, ela sempre pegava a minha mão e começava a chupar um dedo, como se estivesse chupando uma piroca. Eu falava pra ela: “Sua putinha safada…quer mais uma pica nessa boca, né?”. Ela respondia: “Ahammmm”, de maneira bem tesuda. “Vou trazer um amigão aqui em casa pra socar a piroca em você, sua vagabunda…” Ela se acabava de gozar e eu também. Acabei contando a ela do Rick e das nossas fantasias. Só não falei das fotos que mandei. Descrevi o cara para ela e falei que em termos de pau ela não ficaria desapontada. Era pouca coisa maior do que o meu. No entanto, era bem cabeçudo. Ela ficou um pouco surpresa com a minha fantasia, mas não criou obstáculos: “Quem sabe…pode acontecer…” foram as palavras dela. Aquilo me deixou esperançoso. Depois disso, as fodas ficaram mais gostosas ainda e ela ficou mais safada…chupava o dedo e gemia muito mais…


Rick morava em outra cidade. Certa vez, viajamos de férias para lá e falei para ela levar todos os biquines dela. Eu ainda queria passar no shopping e comprar mais biquines pra ela. Acabamos comprando uns 3 bem pequenos, mas não escandalosos. Apenas minúsculos na medida certa para mostrá-la inteirinha. Esses biquines nos proporcionaram momentos deliciosos no resort em que ficamos. Dentro da piscina rolou mão boba do professor de dança no bumbum dela e uma roçada de pau de um cara dentro da piscina ao “se bater com ela por acidente” rs. Nessa hora eu estava na espreguiçadeira apenas observando. À noite, enquanto eu bombava até o saco dentro dela, ela me contava (de forma bem putinha, claro) como tinham se aproveitado dela. Foi o suficiente para eu despejar todos os herdeiros dentro dela.


Quando Rick soube que iríamos para lá ele ficou louco de tesão. Mandava mensagens para mim dizendo que iria me transformar em um corno, que comeria a minha gauchinha sem capote e encheria a xoxota e a boca dela de porra:


- Cara, vou foder a sua gata inteira…quero ver a carinha dela quando socar a minha vara naquele rabão…


Eu só lia, atento.


- Sua mulher é uma putinha, cara…com um bocetão desse, já deu pra muita rola…Eu vou te ajudar a abrir mais…


Eu contava tudo a Carla, que ficava molhada com a imaginação do novo macho dela.


Então, após a Carla ter ganho umas marquinhas de biquine na praia, resolvemos marcar um chopp com o Ricardo.


A hora de ser corno se aproximava e eu mal esperava por isso.


Pagaria, enfim, a minha dívida.


(continua na parte dois)..

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