Olá meus amados!!! Num falei que voltava rápido! Aqui está mais uma parte da minha historinha pra vocês♥…


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Narrado pelo autor:


Na casa de Guilherme…


No quarto de Guilherme, Diogo estava deitado na cama com o console nas mãos jogando um jogo de corrida de carros. Guilherme estava sentado no puff vermelho e parecia pensar.


Diogo- Chega! - jogou o console do outro lado da cama e se sentou. - O que aconteceu com você? Desde que aqueles dois foram embora você está aí sentado com essa cara. Me fala o que você tem.


Guilherme Não sei…


Diogo- Me diz uma coisa, quem te dá ordens?


Guilherme- Ninguém! Ninguém manda em mim!


Diogo- Então me diga o porque de ter aceitado as ordens daquele garoto se ninguém manda em você? - se levantou da cama e se abaixa ao lado do amigo.


Guilherme- Eu…eu não aceitei as ordens de ninguém…


Diogo- “Amanhã eu quero o senhor arrumado pra ir pro colégio” e você apenas diz “Tá legal”...


Guilherme- Eu só quis ser gentil!


Diogo- Gui, pega um copo de água pra mim? Por favor?


Guilherme- Não! Você sabe onde fica a geladeira, pega você!


Diogo- Ser gentil? Eu sei o que é isso Guilherme… Acho que você está apaixonado mas ainda não sabe. - pôs a mão no ombro do amigo.


Guilherme- Para de falar merda Diogo! Eu não gosto dele!


Diogo- E como sabe que estou falando dele? Você se entregou sozinho.. - Guilherme se levantou num pulo e saiu do quarto. - Gui Peraí! Desculpa!


Guilherme saiu do quarto, desceu as escadas e foi pra cozinha.


Guilherme- Laura, cadê minha mãe? - perguntou se sentando na mesa de jantar.


Laura- Está lá fora tomando um ar.


Guilherme- Acho que vou fazer uma companhia à ela.


*


Beatriz estava na sala sentada assistindo TV. Estava sentindo um pouco de frio, então se levantou para fechar a grande janela que estava aberta. Ao se aproximar da janela, sentiu um ar quente, diferente do ar de antes. O frio havia passado, agora tinha uma sensação familiar naquele local. Ela se escorou na janela e pôs a cabeça pra fora tentando ver algo diferente.


Beatriz- Mas que brisa é essa? Que sensação estranha… Será que vai chover?


Beatriz fechou e trancou a janela, mas estranhou o ar e queria dar uma olhada lá fora pra tirar a prova se iria chover ou não.


Laura- Está tudo bem senhora? - perguntou atrás dela.


Beatriz- Está sim Laura, vou ir lá fora tomar um ar, ok?


Laura- Como queira.


*


Guilherme abre a porta dos fundos revelando o grande espaço vazio atrás de sua enorme casa.


Guilherme- Devíamos fazer algo aqui… É assustador à noite… - susurrou pra si mesmo.


Ele deu a volta na casa e ao longe avistou sua mãe e ela parecia diferente, meio estranha. Ele se pôs encostado na parede e escondeu-se entre o arbusto que havia alí. Ficou observando sua mãe parada no meio do quintal observando o céu.


Quando ele pensou em sair do esconderijo, ela se abaixou e pegou um montinho de terra e grama nas mãos, pôs perto do nariz e parecia estar cheirando a terra.


Guilherme- Será que cheirar terra é a nova moda? - susurrou.


Beatriz fechou os olhos e largou o montinho de terra e grama no chão, caminhou até o portão e ficou parada olhando pra rua. Guilherme percebeu que ela estava sorrindo, parecia que algo a fez muito feliz naquela hora. Ele resolveu sair do esconderijo e dar as caras. Caminhou bem devagar pra perto de sua mãe.


Guilherme- Mãe? - ela continuou parada em frente ao grande portão branco. -Mãe?! - deu um pulo e se virou assustada.


Beatriz- Guilherme…


Guilherme- O que você comeu hoje? Está estranha.


Beatriz- Eu vim tomar um ar… Senti uma sensação estranha e vim um pouco aqui.


Guilherme- Como foi essa sensação?


Beatriz olhou seu filho diretamente nos olhos e sentiu uma certa alegria ao estar trocando pelo menos meia duzia de palavras com seu filho.


Beatriz- Não sei… Parecia uma mistura de tristeza, saudade e por um breve momento, agora eu senti uma alegria diferente.


Guilherme- Uhum. - ele voltou alguns metros e se sentou abaixo da macieira média que tinha pequenas maçãzinhas verdes penduradas. Sua mãe o observava do portão, se aproximou e sentou-se ao seu lado.


Guilherme- Cuidado, vai sujar sua calça de grife de sei lá onde.


Beatriz- É grife italiano, e eu não tô nem aí se vai sujar de terra, é só lavar que sai. - Guilherme a olhou e parecia não estar reconhecendo sua mãe naquela hora.ela riu.


Guilherme- Tá bom. - encostou a cabeça no tronco da árvore e suspirou.


Beatriz- O que foi meu filho, o que há com você?


Guilherme- Só pensando… - sua mãe sorriu sutilmente.


Beatriz- Você sabia que seu pai também fazia isso?


Guilherme- Isso o quê? - ele a olhou.


Beatriz- Quando tinha algum problema ele se sentava bem aí onde você está. Ele dizia que a árvore o ajudava a pensar melhor nas coisas. Ele pôs o nome dela de Árvore do Pensamento.


Guilherme- Que nome clichê.


Beatriz- Foi o que eu disse. Ele te trazia qui e te colocava no topo da árvore, você gargalhava muito e ficava tentando pular de lá. - ele riu.


Guilherme- Você brigava com ele dizendo que eu iria cair e iria me machucar feio.


Beatriz- E ele não escutava. Eu era a velha chata da casa. - ela viu uma breve lágrima se formar nos olhos do seu filho. Ficou um silêncio mortal no ambiente, mas foi quebrado por guilherme.


Guilherme- Sinto falta do papai… - a lagrima presa se soltou e caiu pelo rosto branco dele que se destacava e tinha um certo brilho na escuridão.


Beatriz- Eu também meu filho, mas temos que continuar a seguir em frente. - ela o abraçou.


Guilherme- Ele poderia me ajudar agora… Minha vida é uma completa confusão! - disse com uma voz de choro.


Beatriz- Acha isso porque não conhece a minha. - Guilherme retribui o abraço e põe a cabeça no ombro dela e começou a chorar baixo. - Não chora Gui, assim eu acabo borrando minha maquiagem.


Guilherme- Desculpa…


Beatriz- Não se desculpe meu bebê. - ele deu um sorriso e isso a alegrou um pouco, mesmo estando com o coração em bilhões de pedaços por ver o seu amado filho naquela situação.


Ela olha pro céu e vê um meteoro passando lentamente cortando o espaço.


Beatriz- Olha lá, uma estrela cadente. - ela cutuca ele e aponta pro céu.


Guilherme- Onde? Não vejo nada.


Beatriz- Olha direito, fixe os olhos naquela parte do céu e se concentre nela.


Guilherme direcionou os olhos pra onde sua mãe apontava e encarou o espaço com muitas estrelas ofuscantes. Ele fixou bem os olhos e já estava pensando em desistir quando viu uma linha branca se formando e se movendo no céu.


Beatriz- Na verdade é um meteoro, mas a maioria prefere chamar de estrela cadente. Ele deve estar sendo atraído pelo Sol e está de passagem por aqui, mas como diz a lenda, quando vemos uma estrela cadente temos que fazer um pedido.


Guilherme- Isso é coisa de crianças, não funciona. - ele enxugou o rosto e os olhos.


Beatriz- E quem te disse que não funciona? Vai, faz um pedido. Eu vou fazer o meu.


Guilherme- Tá bom.


Os dois fecharam os olhos e pediram em pensamentos.


“Queria que tudo fosse mais fácil ” - Esse foi o pedido de ambos. Agora é só aguardar pra ver se ele se tornará realidade…


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No dia seguinte. Narrado por Luka:


Eu- Vamos logo Nath! Chega de se olhar no espelho! - disse agarrando ela pelo braço e a arrastando pra fora do meu quarto.


Nath- Chato! Quero ver se eu tô bonita.


Eu- Você está linda, como sempre. Agora vamos logo pra casa do Guilherme.


Nath- Vamos a pé?


Eu- Não, já chamei o taxi e ele já está lá fora, vamos.


Nos despedimos da minha mãe, do Cass e da Jane. Achei meio estranho o Cass acordar tão cedo, ele sempre levanta em cima da hora pra ir pro colégio…


A rua estava calma demais. Apertamos a campainha e Laura veio até o grande portão branco e o abriu.


Laura- Olá, Bom dia.


- Bom dia senhora. -\xc2\xa0 Nath e eu falamos juntos


Laura- Por favor, só Laura está bom. Entrem.


Acompanhamos ela até a sala de estar. Nos sentamos no grande sofá branco e admiramos mais uma vez a decoração da casa.


Laura- Vou chamar o senhor Guilherme.


Ela subiu e Nath começou a me falar de como faria sua própria decoração naquela casa. Falou que iria pintar as paredes de lilás e o teto alaranjado, colocaria o sofá alí e a TV lá e blá blá blá.


Uns minutos depois o Guilherme desce junto de seu amigo Diogo que olha direto pra Nath e sorri. Ela faz o mesmo.


Guilherme- O-oi.


Eu- Oi. Já está pronto?


Guilherme- Sim…


Nath- Então vamos.


Diogo- Nós não íamos de carro com o Otto? Eu estou com preguiça.


Nath- Larga de ser mole menino e vamos logo gastar a canela!


*


Eu e Guilherme estávamos caminhando na frente, Diogo e Nathalie conversavam atrás.


Guilherme- Ele gostou dela.


Eu- E ela gostou dele. - nós rimos e os dois atrás apressaram o passo.


Nath- Do que estão rindo?


Guilherme- Nada de mais… - disfarçou.


Diogo- Hum…


Até que conversar com o Guilherme e o Diogo era bem legal. Assunto era o que não faltava na boca do Diogo, era futebol de um lado e videogame pro outro, pizza pra baixo e bolos pra cima… Não tinha como adivinhar do quê ele iria falar, era totalmente aleatório. A Nath entrava em qualquer assunto, ainda mais quando ele falava de pizza, foi o assunto que mais durou entre nós.


Diogo- Qual o sabor favorito de vocês?


Nath- Calabresa.


Eu- Calabresa.


Guilherme- Calabresa.


Diogo- Nossa, todos gostam do mesmo tipo? Isso não é possível.


Guilherme- Olha quem fala. No fim de semana você comeu uma pizza de calabresa enorme e sozinho.


Diogo- Não tenho culpa se a de calabresa é irresistível. Aqueles bacons crocantes e as…


Nath- Vamos mudar de assunto porque eu já estou ficando com fome! - ela o interrompeu e nós rimos.


Uns minutos de caminhada e de Diogo reclamando, chegamos finalmente na escola. Tommy estava no portão falando no celular. Quando me viu abriu um belo sorriso, guardou o celular no bolso e veio até nós.


Tommy- Bom dia anjinho. - me deu um selinho. Diogo e Guilherme nos encaravam de boca aberta, Diogo fez a cara mais engraçada.


Eu- Bom dia meu lindo.


Nath- Oi Tom.


Tommy- Oi Nath. Vamos entrar?


Eu- Claro. Vamos Guilherme e Diogo?


Guilherme- Si-sim…vamos.


Entramos e fomos pro campo verde da escola. Sentamos no chão e voltamos a conversar.


Eu- Eaí, está pronto pra falar com o diretor, Guilherme?


Guilherme- Na verdade… Não.


Eu- Larga de ser mole! Vamos lá, eu vou com você.


Guilherme- Tá…


Eu- Nath, eu e o Guilherme vamos na sala do diretor e encontramos vocês na sala de aula. - disse me levantando da grama verde.


Nath- Ok, vai lá.


Tommy- E meu beijo? - ele fez um biquinho muito fofo. Vontade de apertar!


Eu- Só porque perguntou eu não vou dar. - brinquei.


Tommy- Tá, eu não queria mesmo! - eu ri, fui até ele e segurei em seu queixo e dei um beijo rápido e gostoso em sua boca rosada.


Eu- Tem certeza de que não quer? Eu posso dar mais…


Tommy- Eu quero mais, muito mais.


Eu- Que pena, porque agora eu que não quero mais. - me virei pra sair do gramado, mas ele me puxou pelo braço juntando nossos corpos e deu um daqueles beijos de língua deliciosamente gostosos.


Nath- Ei, querem parar de se agarrar no meio da escola! A coordenadora vai ver e pegar vocês!


Nos separamos e nenhum de nós dois paravam de sorrir. Diogo estava paralisado ao lado da Nath e nos olhava com a boca meio aberta. Guilherme continuava parado com o olhar voltado pros próprios pés.


Eu- Vamos Guilherme?


Guilherme- Uhum.


Saímos do gramado e entramos na escola.


Guilherme- Então… Vocês se assumiram pra escola toda? - perguntou calmamente.


Eu- Na verdade foi o Tommy que falou pra todo mundo quando se declarou no meio do refeitório. - ele me olhou e riu.


Guilherme- Serio? Queria ter visto isso. Qual foi a sua reação.


Eu- Bom, depois de ele socar um maluco que tentou me agarrar no meio do refeitório, eu tive certeza de que o amava, então minha reação foi a melhor possível.


Guilherme- Não ficou com vergonha?


Eu- Claro que sim… Um pouco. O refeitório estava cheio de alunos assistindo e gravando. E era impossível não sentir um pouco de vergonha.


No meio do corredor o Guilherme travou e ficou lá parado olhando pra frente. Não mexia nem um músculo sequer.


Eu- O que foi? Porque parou? - ele ficou em silêncio, passei a mão na frente do rosto dele e ele nem piscou. - Guilherme?


Guilherme- Não consigo entrar lá…


Eu- Por que não?


Guilherme- Por mais difícil que seja admitir, eu estou com medo do que ele vai dizer…


Eu- E o cara durão vai embora. Venha, não tenha medo. - falei mas não adiantou muita coisa, ele continuou parado.


Guilherme- Eu não vou. Vou voltar pra casa e cumprir essa suspensão de uma semana e depois ir pra Itália com minha mãe…


Eu- O quê?! Itália?! Você vai pra Itália?! Porque não falou nada antes?! - ele coçou a cabeça.


Guilherme- É meio complicado…


Eu- Tá, depois você me explica, mas agora você vai mexer essas pernas e vai até a sala do diretor.


Guilherme- Não dá… - ele se virou e começou a caminhar de volta pra fora da escola. Eu corri e entrei em sua frente.


Eu- Não ouse sair daqui!


Guilherme- Eu desisti, quero voltar pra casa agora! - o tom de voz ficou um pouco autoritário.


Eu- O seu lado mandão não funciona comigo.


Guilherme- Sai da frente Luka, não quero passar por cima de você.


Eu- Olha aqui Guilherme, Eu fiz o maior sacrifício pra convencer o diretor a te liberar, todos sabem mais do que eu que ele não muda de ideia tão facilmente, então se quiser pelo menos ser um pouco menos medroso e retribuir o favor eu agradeço de coração. Mas se quiser desistir assim, não vou impedir, você faz o que bem entende, mas vou ficar magoado com você se não for.


Guilherme- ...


Eu- Tá bom, se não quer ir então eu vou voltar pro gramado…


Guilherme- Eu vou. - me interrompeu e ele parecia um pouco tenso.


Eu- Não quero te obrigar a ir Guilherme. - peguei em suas mãos e apertei. - Você tem que saber quando aquilo que vier é bom ou ruim, se acha que ir lá e conversar com o diretor é ruim, não vá só porque estou te mandando ir, a escolha é você que faz. - ele apertou minhas mãos bem forte.


Guilherme- Eu vou, mas não é porque você está mandando ok? - um sorriso se formou no rosto dele e seus olhos verde turquesa brilhavam.


Eu- Ok.


- Olha só o que achamos. O gayzinho tem mais um macho aqui. - falou alguém atrás de mim.


Eu- Conheço essa voz irritante. - me virei e dei de cara com aqueles três garotos irritantes e nojentos. - Joaquim sai daqui, eu não quero confusão.


Guilherme- Quem são eles? - ele analixou os três garotos de cima a baixo.


Joaquim- Mal começou um namoro e já tá traindo seu macho com outra rola?


Guilherme- Olha como você fala hein cara!!


Eu- Não liga Guilherme, vamos logo falar com o diretor.


Carlos- Ei, você dá pra dois caras ao mesmo tempo e não quer dar pra mim! Qual é o problema comigo?


Luciano- É só você fazer um charme que ele libera. - os dois loucos riram e o Guilherme mudou a fisionomia pra uma expressão ilegível.


Joaquim- Eaí, como é comer o rabinho dele? Deve ser uma delicia pra ter tantos atrás!


Guilherme- Já chega! - se jogou em cima do Joaquim e acertou um soco bem no meio da cara dele. Joaquim cambaleou pra trás com as mãos no rosto.


Eu- Guilherme não! Não faça isso! - entrei na frente dele impedindo que ele voasse de novo em cima do Joaquim.


Joaquim- Deixa, ele só está defendendo o brinquedinho dele. - Guilherme tentou avançar mais uma vez, mas eu o segurei. Foi bem difícil, porque ele é mais alto e mais forte do que eu. Eu empurrava o seu peito com os ombros, mas não adiantava muita coisa.


Guilherme- Eu vou te matar!


Eu- Chega! - soltei o Guilherme que permaneceu parado. Novamente alguns alunos fizeram uma rodinha ao nosso redor pra ver o que acontecia. - Guilherme se você arrumar briga de novo o diretor não vai mais te suspender, agora ele vai te expulsar. Você quer ser expulso?


Guilherme- ... Não… - abaixou a cabeça. O rosto dele estava meio vermelho por causa da raiva.


Eu- Então não liga pra eles. Eles só querem nos prejudicar. Olha pra mim. - lentamente ele levantou a cabeça e olhou nos meus olhos. - Promete pra mim que vai se manter longe de confusão? - perguntei num tom calmo.


Guilherme- Bom, depende…


Eu- Promete ou não?


Guilherme- Tá, eu prometo. - sorri satisfeito com a afirmação.


Joaquim- Começou o namorico.


Eu- Cala a boca e vai procurar os pés de alguém pra você lamber, porque os meus são antibacterianos e você não chega nem perto.


Todos os alunos fizeram aquele\xc2\xa0 ooooooooohhhhh\xc2\xa0\xc2\xa0 em coro.


Peguei o Guilherme pelo braço e o puxei pra longe daqueles idiotas. Paramos na frente da porta da sala do diretor.


Guilherme- Onde aprendeu a dar aquele fora?


Eu- Aprendi com a Nath. Quando se vive com uma menina maluca você faz isso facilmente. Agora entra!


Guilherme- Ai meu Deus… O que eu falo lá dentro? - ele coçou a lateral da cabeça.


Eu- Nada, apenas escuta. Te espero aqui fora. - ele se aproximou da porta e bateu três vezes.


Diretor- Pode entrar. - falou lá de dentro.


Eu- Boa sorte. - rodou a maçaneta ainda hesitante e entrou.


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Eaí pessoal, como será que vai ser a conversa do diretor e do Guilherme?...... No próximo saberão.


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S2DrickaS2: Oi lindja!! Chora não, se não eu choro também \xf0\x9f\x98\xa2… Acho que agora vou postar umas duas vezes por semana, assim ninguém fica muito tempo esperando rsrsrs obrigado e Bjss ♥♥


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BDSD: Obrigadinho S2.! Num é! Inspirei a Nath na minha irmã e na minha prima, que além de doidas são esfomeadas kkkkkkkk Bjsss ♥♥


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Querubin: Oiii! Não se preocupe, nada pode me impedir de postar aqui (a não ser se a internet decidir parar de funcionar) hahahaha… Fico feliz que tenha gostado. Bjsss♥♥


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Rapha_Twd ♥: Fico super feliz que estão gostando da minha história!!! Mortal Kombat: o melhor jogo pra extravasar a raiva de uma pessoa kkkkkk.. Continue acompanhando… Bjsss♥♥


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Espero que tenham gostado..( \xcb\x98 \xc2\xb3\xcb\x98)\xe2\x9d\xa4…..

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