Oi, pessoal, tudo bem?


No meu conto anterior eu narrei para vocês como foi a minha primeira vez que andei pelada no meio da rua. Pois bem, depois de ter feito daquela vez eu estava determinado em fazer outras vezes, e fiz.


Pelo menos uma vez na semana eu saia de madrugada e ficava fazendo pequenos passeios pelas ruas do condomínio fechado em que morava, sempre pelada. Depois daquela primeira vez, eu fiz diversas outras da mesma forma: saia de casa vestida, deixava as roupas em um local mais escondido e ia andar nua por um tempo. A diferença era que da primeira vez que fiz eu estava descalça, só que eu havia ficado com os pés machucados, então eu sempre andava pelada, mas sempre calçada ou com uma chinela, ou tênis, ou então salto alto (esses eu usava menos por causa do som dos passos que ele faz). Dessa forma, além de proteger meus pés, caso alguém me flagrasse nua ia ser ainda mais difícil eu me justificar por estar sem roupas, mas estar calçada (e essa ideia de não saber o que dizer caso fosse flagrada me excitava muito).


Tinha andado nua pela meu condomínio de madrugada diversas vezes, mas ainda não tinha tomado coragem para fazer duas coisas: me masturbar enquanto estivesse nua em público e andar nua em outro lugar que não fosse dentro do condomínio. Esse conto fala da primeira vez que fiz essas duas coisas.


Eu fazia academia na época. Ela ficava fora do condomínio, há uns 20 minutos de caminhada, e eu sempre ia para lá andando porque já era uma forma de me exercitar, e eu só fazia durante a noite (o último horário que tinha) porque assim o horário da academia não se chocava com de nenhum outro dos meus afazeres).


Eu sai para a academia, usando meu par de tênis, calça lycra de academia e top lycra, ambos de cor preta. Levava também uma mochilinha pequena onde carregava uma garrafa de água e o celular. Mas naquela noite eu queria fazer algo diferente, (me sentia muito safada e doida para realizar diversas fantasias depois de tanto andar pelada). Normalmente, em baixo do top e da calça eu usava biquini, pois sempre achei que marcava menos do que calcinha. Só que daquela vez, por baixo da calça eu coloquei um biquini de fio dental bem fininho. Me vesti e fui andando para a academia.


A academia tinha poucas pessoas, devido ao horário já avançado. Cumprimentei o pessoal que conhecia e fui ao banheiro feminino, pois durante a caminhada até lá eu tinha tido uma ideia. Fui ao banheiro feminino, chegando lá tirei a calça e o biquini fio dental e o coloquei dentro da minha mochilinha, depois coloquei a calça de novo e o tênis e fui malhar. Me sentia muito exibida, pois sabia que poderiam muito bem notar a minha calça aparteando as minha curvas e deixando notar que eu não estava usando nada por baixo. Durante a malhação, uma amiga minha, (não citarei nome de ninguém nos contos), que já estava indo embora até tirou brincadeira comigo:


“menina, tinha não mais calcinha em casa, foi?” - eu só fiz rir e continuei malhando.


Completada a minha uma hora eu estava toda suada e doida para um banho. Fui no banheiro feminino, na parte dos chuveiros, abri minha mochilinha e bebi um pouco de água. Tinha algumas poucas garotas no banheiro. Os chuveiros lá tem aqueles de uso coletivo, que não possuem divisórias entre si, e tem quatro chuveiros que ficam dentro de boxes e com portas para as mais tímidas, quando eu cheguei, só um deles estava sendo usando, e uma mulher estava se arrumando na frente do espelho, só tinha nós três no banheiro. Então, ao invés de usar um dos boxes com porta eu resolvi usar aquele que não tinha nenhuma divisória, pois assim qualquer uma que entrasse lá me veria, tirei toda a minha roupa, prendi o cabelo e fui pro chuveiro. A garota que estava no espelho ficou sem acreditar que estava me exibindo toda mesmo com os outros boxes vazios, depois de um tempo ela saiu.


A outra garota que estava em um dos chuveiros tinha terminado o banho dela, ela saiu de dentro enrolada na toalha e se deparou comigo totalmente nua e tomando banho. Ela me cumprimentou e foi num canto escondida para se trocar. Ao mudar de roupa eu pedi para ela me entregar o sabão que eu tinha deixado na minha bolsa, ela foi olhar, mas não achou (eu não tinha trazido sabão, só queria desculpa para que ela ficasse mais tempo tendo que interagir comigo nua rsrsrs), ela não achou e eu disse que talvez tivesse esquecido, perguntei se ela se importaria em usar o dela. Ela disse que não, e foi até mim para entregar o sabonete.


Era muito legal e excitante você notar o quanto ela estava embaraçada. Lá estava ela, esperando que eu, uma estranha, totalmente nua, terminasse de se ensaboar na frente dela. Fui me ensaboado devagar de proposito. Até que ela perguntou se eu não tinha vergonha de ficar nua na frente do povo, eu ri e falei que não achava nada demais. E ao me perguntar porque não usei os outros chuveiros enrolei e disse que achava que aquele tinha mais pressão. Obviamente ela não engoliu minha desculpas. Eu terminei de me ensaboar, lhe entreguei o sabonete e ela foi embora. Pensei em masturbar assim que ela saiu. Eu já estava com tesão, mas pensei em possibilidades maiores então não me toquei durante o banho.


Terminei o banho e fui me enxugar, ai vinha biquini a segunda parte da minha ideia. Minhas roupas de academia estavam suadas, então eu voltaria usando o biquini (o fio dental bem fininho e a parte de cima do biquini que estava na minha mochilinha). Eu os vesti, e calcei o tênis e sai do banheiro. A academia já estava quase deserta quando sai. Me senti muito tarada com as pessoas que viravam para me olhar, os olhares indiscretos para a minha bunda toda amostra. Sai da academia e fui fazendo o percurso de caminhada para voltar para casa.


Naquelas minhas poucas vestimentas e andando fora do meu condomínio a noite. Eu estava verdadeiramente excitada e decidida a fazer aquilo que estava planejando. Chega estava com um pouco de medo que alguém notasse que o biquini estava incrivelmente úmida… A cada passo que eu dava em me sentia mais molhada.


O caminho de volta para a minha casa é só seguir em linha reta em uma rua principal. Enquanto eu andava por ela, passava alguns carros que me viam andando de biquini fio dental e tênis, alguns buzinaram eu sorria de volta e ficava excitada com isso, então resolvi sair da principal e entrar na rua que ficava em paralela a ela, apenas de residencias e naquela hora com pouco movimento.


Me encostei atrás de um carro e olhei ao meu redor e tirei o todo o biquini, ficando totalmente nua (usando apenas o tênis), coloquei o biquini dentro da mochilinha. Fiquei um tempo apalpando-me, sentindo o quão duro meus mamilos estavam, até que eu tomei coragem, e fui andando por aquela longa rua. Primeiro eu fui devagar, meio que encostada nos carros, depois fui me desinibindo e passei a andar normal, mas sempre observando ao meu redor para ver se vinha alguém, meu Deus. Eu estava com muito tesão, algumas casas estavam com luzes acesas, ainda ia dá nove da noite, podia muito bem me encontrar com alguém, ou então alguma pessoa de dentro da casa ver, ou ainda me encontrar com algum maloqueiro, mas quando eu pensava nessa possibilidades, eu me excitava ainda mais com esse risco de alguem me ver. Só de lembrar da sensação, ao escrever o texto, eu me excito de novo.


Ao andar, eu vi que uma esquina era um terreno baldio. Sem portão e com o muro destruído, apenas um pedaços do muro estavam em pé. De dia, sem dúvida, qualquer um enxergaria ele com facilidade, mas de noite, devido a sombra do restante de muro, era dificil de ver dentro dele. Mas os trechos visiveis eram bem claros devido a luz do poste. Resolvi então deixar a mochila ali num canto escuro do terreno e fui andando pela calçada, totalmente nua. A cada passo que eu dava eu me excitava muito e cada vez mais, eu nunca havia ficado muito longe das minha roupas ao andar nua e agora estava ficando cada vez mais distante delas.


Então eu escutei um som que me fez gelar: um barulho de pneus de carro, me virei. Tinha um carro bem no comecinho da rua, como era de noite, ele não tinha como me ver de onde estava, mas se ele chegasse muito perto ele conseguiria devido aos farois, assim que vi o carro vindo meu coraçao saltou pela boca e eu corri para frente, um trecho perto dali mais escuro e me escondi atras de um carro estacionado e uma arvore na calçada. Fiquei lá acocorada esperando o carro passar, em segundos que pareceram uma vida. Grande era o nervosismo e tesão com a chance de ser vista, mas o carro passou direto, fiquei lá até ele sair da rua, apenas para garantir. Quando ele foi embora eu fiquei de pé, sem saber se estava aliviada ou decepcionada.


Quando o carro estava passando eu estava, literalmente, me tremendo, mas de tesão, com a chance de ser vista. Eu pensei em continuar andando, mas me encostei na arvore e comecei a me tocar pensando no que tinha acabado de acontecer, controlava meus gemidos para não serem altos, mas eu não estava nem ai se fosse vista ou ouvida, eu precisava gozar naquele instante. Apertava o meu peito enquanto me tocava, meus dedos melados com a umidade de minha excitação,ofegava e gemia baixinho, então gozei, estremeci minha pernas e me sentei na calçada, escondida pelo carro enquanto gozava. Terminei. Suada, cansada, ofegante. Mas satisfeita. Olhei ao redor, não havia ninguém, mas resolvi voltar antes que ficasse muito tarde.


Embora eu estivesse cansada (também por causa da academia) eu não estava satisfeita, e percebi pouco tempo depois que comecei a andar. Ainda estava com muito tesão. Estava toda suada, minha buceta molhada e fazia sentir uma puta suja cheia de tesão, queria ser gozar de novo. Sentia tanto prazer em pensar que alguém poderia me ver. O medo de ser vista nua é tão gostoso. Queria ser flagrada longe das minhas roupas, e sem ter como justificar apenas dizer que sou uma safa cheia de tesão e que aquilo me dava prazer.


Corri, sem me importar com o som do tenis ao correr (que não era muito). Corri até o terreno baldio. Peguei minha coisas, mas ao invés de me vestir fiquei nua e continuei me masturbando. Carros passavam uma vez ou outra, mas nao tinham como me ver porque eu estava encostada na parte escura, mas eu os vi e saber que alguem poderia me flagrar me dava muito tesão.


Gozei feito uma desesperada pela segunda vez. Depois comecei a tocar a terceira e ouvi vozes, um grupo de caras, amigos, que estavam passando, andavam pela calçada oposta. Deu muita vontade de ir falar com eles, mas o pouco de sanidade que tinha na hora disse que era melhor não. Eu os via, e estava totalmente nua, eles não tinha como me ver, a menos que atravessassem para a outra calçada. E ao pensar na possibilidade eu gozei, e muito, pela terceira vez… pela quarta…e pela quinta vez.


Cinco orgasmos. Estava exausta, ofegante, pelada, suada, minha mao fedendo a buceta e toda suja. Me sentia realizada. Coloquei o biquini e resolvi colocar tambem as roupas da academia por cima (afinal, foi com elas que havia saido de casa) e sai dali. O garotos já haviam ido quando sai do terreno baldio. Olhei a hora e vi que estava tarde. Pensei em correr até a casa, mas estava muito cansada.


Cheguei em casa e meus pais estavam um pouco preocupados com minha demora, eu disse que tinha ficado conversando com algumas amigas depois da malhação. Depois de uma justificativas eu subi e fui tomar um banho onde tive um último orgasmo pelas lembranças do dia.


Me deitei na cama feliz. Havia pela primeira vez andado nua fora do meu condominio, com qualquer um podendo me ver, e quase fui vista. E havia gozado cinco vezes. Eu estava muito tarada em andar pelada e essa tara iria evoluir e eu já pensava em próximas aventuras que irei contar para todos vocês aqui.


Espero que tenham gostado do conto =]


Pretendo postar outras aventuras em breve.


Sou bem tarada. Gosto muito mesmo de andar pelada em lugares públicos ou esse tipo de aventura, então se ALGUM DE VOCÊS TIVEREM UMA SUGESTÃO DE ALGO QUE EU POSSA FAZER, POR FAVOR DEIXE NOS COMENTÁRIOS


Espero que tenham gostado, até a próxima :33

Vício em pornografia? Saiba como parar!
eBook - Como Provocar Orgasmos Femininos?
A Máquina De Vendas Online